<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454</id><updated>2011-10-17T09:10:18.433-02:00</updated><title type='text'>THEOPHOROS - Carregadores de Deus</title><subtitle type='html'>UM BLOG PARA JESUS</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>30</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-2634256133959339629</id><published>2011-10-02T08:50:00.001-03:00</published><updated>2011-10-02T08:53:36.410-03:00</updated><title type='text'>A JUVENTUDE DE HOJE E A IGREJA. ALEGRIA, TRISTEZA E LIBERDADE</title><content type='html'>.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autor&lt;/strong&gt;: Rogério de Paula e Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das principais preocupações da Igreja na atualidade é a falta de participação dos jovens em suas comunidades. Por que a juventude tem pouco interesse em participar da Igreja Católica? Talvez a sensação por parte deles de lhes ser reprimida a liberdade? Ou seria uma deficiência na comunicação com os jovens? Faltaria nos ambientes de Igreja um ambiente alegre e festivo que pudesse seduzir os adolescentes?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Timothy Radcliffe em seu artigo Será que o cristianismo faz diferença? (in Concilium. Revista Internacional de Teologia 340, 2011/2, p.22) cita Santa Catarina de Sena (Carta 208 em Lettere di santa Caterina da Siena, vol. III, ed. P. Misciattelli, Florença, 1940, 212) que escrevendo a Fra Bartolomeo disse: &lt;em&gt;“Comporta-te como alguém que bebe bastante e fica bêbado e se perde e não consegue mais se enxergar”. Ela escreveu: Comportemo-nos como o bêbado, que não pensa em si, mas apenas no vinho que sobra para ser bebido”&lt;/em&gt; (carta 29, p.108).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que será que Santa Catarina quis dizer com isso? Radcliffe pensa que &lt;em&gt;“a alegria cristã pode ser opressiva se for uma felicidade forçada. Nada pode ser mais oprimente do que ouvir: “Fique contente porque Jesus ama você”&lt;/em&gt;. Ele diz que muitos jovens se sentem obrigados a estar alegres e por isso experimentam os momentos de tristeza como um fracasso e um sinal de inadequação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando o jovem observa que o prazer que o mundo moderno e tecnológico oferece não lhe pode oferecer um sentimento de felicidade pleno e duradouro, ele pode entrar em uma tristeza profunda ou até depressão, e é por isso que existe uma epidemia de suicídios em todo o mundo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Radcliffe diz que nos evangelhos o oposto de alegria não é a tristeza, mas sim a dureza de coração que nos isola da felicidade ou do sofrimento dos outros. Por isso, a tristeza também é importante porque amolece o coração, criando espaço para a alegria. Jesus disse que &lt;em&gt;“se o grão de trigo que cai na terra não morrer permanecerá só; mas se morrer, produzirá muito fruto"&lt;/em&gt; (João 12, 24). É por isso que Santa Tereza de Jesus em seus escritos no Livro da Vida afirmou que &lt;em&gt;“as lágrimas tudo alcançam: uma água traz outra”&lt;/em&gt;, ou seja, á água do choro da tristeza lava a alma para que uma outra água da vida, da alegria, possa entrar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por este motivo Radcliffe diz que os santos mais alegres como Domingos e Francisco eram também os mais tristes. Do contrário, qualquer felicidade que possamos alcançar é uma fuga egoísta de nossa carne e sangue.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus era feliz porque era livre, ele agia com espontaneidade. Porém, Radcliffe diz que isso não significa fazer a primeira coisa que vem à cabeça, mas sim agir espontaneamente segundo a vontade de Deus, fazendo o que deve ser feito, abraçando um destino marcado por uma entrada nos desígnios de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Santo Agostinho diz em sua obra O livre arbítrio que as pessoas só podem ser verdadeiramente e livremente felizes quando a sua vontade coincide com a vontade de Deus:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;(...) quando a vontade – esse bem médio – adere ao Bem imutável, o qual pertence a todos em comum, e não é privativo de ninguém, do mesmo modo aquela Verdade da qual temos dito tantas coisas, sem nada termos podido falar dignamente – quando a vontade adere ao Sumo Bem, então o homem possui a vida feliz. Ora, essa vida feliz mesma é o que o espírito sente quando adere ao Bem imutável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É como disse Jesus: &lt;em&gt;“E Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”&lt;/em&gt; (João 8, 32).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-2634256133959339629?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/2634256133959339629/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/10/juventude-de-hoje-e-igreja-alegria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/2634256133959339629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/2634256133959339629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/10/juventude-de-hoje-e-igreja-alegria.html' title='A JUVENTUDE DE HOJE E A IGREJA. ALEGRIA, TRISTEZA E LIBERDADE'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-5254926940712001824</id><published>2011-06-10T18:33:00.007-03:00</published><updated>2011-07-26T21:25:21.998-03:00</updated><title type='text'>A IGREJA E A UNIÃO HOMOSSEXUAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte&lt;/b&gt;: Revista Javé Nissi, Ano III, número 18, edição de junho de 2011. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Autor: &lt;/b&gt;Tácito José Andrade Coutinho (Tatá), moderador do Conselho da Comunidade Javé Nissi da Renovação Carismática Católica de Pouso Alegre-MG.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;O homem, imagem de Deus, foi criado “homem e mulher” (Gn 1, 27)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Neste mês, entre temas extraordinários para serem abordados (Corpus Christi, e Pentecostes), por uma questão de consciência, não posso fugir de comentar a decisão do STF com relação à “união homoafetiva”, nome dado a união de pessoas do mesmo sexo. Não pretendo estabelecer polêmica ou fazer deste espaço editorial um plenário de discussões, mas, o fato implica em desdobramentos graves.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O artigo 1.723 do Código Civil, repetindo quase que literalmente a Constituição reconhece como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família. A constituição reconhece, de modo insofismável, que a “união estável abrange, única e exclusivamente, pessoas de sexo distinto”. Logo, sem violar a constituição, jamais uma lei poderia reconhecer a “união estável” entre dois homens ou entre duas mulheres.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contestando a decisão do Supremo, juristas e a Igreja se posicionaram: “A definição do que é uma família não nasce do voto ou da opinião de um grupo majoritário. É algo de direito natural, está inscrito na própria condição humana” (D. Orani João Tempesta, arcebispo do Rio).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 3 de junho de 2003, a Congregação para a doutrina da Fé publicou um documento intitulado: CONSIDERAÇÕES SOBRE OS PROJETOS DE RECONHECIMENTO LEGAL DAS UNIÕES ENTRE PESSOAS HOMOSSEXUAIS, onde se afirma:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ensinamento da Igreja sobre o matrimônio e sobre a complementaridade dos sexos propõe uma verdade, evidenciada pela reta razão e reconhecida como tal por todas as grandes culturas do mundo. O matrimônio não é uma união qualquer entre pessoas humanas. Foi fundado pelo Criador, com uma natureza, propriedades essenciais e finalidades. Nenhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só existe matrimônio entre duas pessoas de sexo diferente, que através da recíproca doação pessoal, que lhes é própria e exclusiva, tendem à comunhão das suas pessoas. Assim se aperfeiçoam mutuamente para colaborar com Deus na geração e educação de novas vidas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em primeiro lugar, o homem, imagem de Deus, foi criado “homem e mulher” (Gn 1, 27). O homem e a mulher são iguais enquanto pessoas e complementares enquanto homem e mulher. A sexualidade, por um lado, faz parte da esfera biológica e, por outro, é elevada na criatura humana a um novo nível, o pessoal, onde corpo e espírito se unem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus quis dar à união do homem e da mulher uma participação especial na sua obra criadora. Por isso, abençoou o homem e a mulher com as palavras: “Sede fecundos e multiplicai-vos” (Gn 1, 28). No plano do criador, a complementaridade dos sexos e a fecundidade pertencem, portanto, à própria natureza da instituição do matrimônio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, a união matrimonial entre o homem e a mulher foi elevada por Cristo à dignidade de sacramento. A Igreja ensina que o matrimônio cristão é sinal eficaz da aliança de Cristo e da Igreja (cf. Ef 5, 32). Este significado cristão do matrimônio, longe de diminuir o valor profundamente humano da união matrimonial entre o homem e a mulher, confirma-o e fortalece-o (cf. Mt 19, 3-12; Mc 10, 6-9).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não existe fundamento para equiparar o estabelecer analogias, mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o plano de Deus sobre o matrimônio e a família. O matrimônio é santo, ao passo que as relações homossexuais estão em contraste com a lei moral natural.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também segundo o ensinamento da Igreja, os homens e as mulheres com tendências homossexuais “devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Deve-se evitar, para com eles, qualquer atitude de injusta discriminação”. Estas pessoas, por outro lado, são chamadas, como os demais cristãos, a viver a castidade. A inclinação homossexual é, todavia, “objetivamente desordenada” e as práticas homossexuais “são pecados gravemente contrários à castidade”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda ensina que “todos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais” especialmente os políticos, “na linha da responsabilidade que lhes é própria”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial com base na família, célula primária da sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimônio, significaria, não só aprovar um comportamento equivocado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade atual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do patrimônio comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Cristo,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tácito José Andrade Coutinho – Tatá &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-5254926940712001824?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/5254926940712001824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/06/igreja-e-uniao-homossexual.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/5254926940712001824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/5254926940712001824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/06/igreja-e-uniao-homossexual.html' title='A IGREJA E A UNIÃO HOMOSSEXUAL'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-5064672729210626025</id><published>2011-05-20T08:13:00.007-03:00</published><updated>2011-06-15T11:02:18.556-03:00</updated><title type='text'>A PROFÉTICA CONCEIÇÃO IMACULADA DE MARIA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Publicado em "O Levita" - Órgão informativo do Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre - MG - maio de 2011 - 92a. edição.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Autor: &lt;i&gt;Rogério de Paula e Silva&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Igreja Católica ensina que existe uma íntima relação e harmonia entre o Antigo e Novo Testamento, e que é através da Primeira Aliança que o Espírito Santo prepara para acolher o Cristo. O Papa Paulo VI na Constituição Dogmática Dei Verbum sobre a revelação divina ressalta “&lt;i&gt;que Deus, inspirador e autor dos livros dos dois Testamentos, dispôs sabiamente que o Novo Testamento estivesse escondido no Antigo, e o Antigo se tornasse claro no Novo” &lt;/i&gt;(DV 16). Por isso, levando-se em consideração a importância de Maria no plano salvífico de Deus, a sua figura também não poderia deixar de ser desvelada no Antigo Testamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há dúvidas que os fatos mais importantes escondidos no Antigo Testamento se referem à pessoa de Jesus Cristo, o único mediador da nova aliança (cf. 1 Tm 2, 5). Todavia, no livro bíblico do Deuteronômio (5, 5), também é aplicado a Moisés um título de mediador entre Deus e o povo eleito. Se fizermos uma leitura fora do contexto destes dois trechos das sagradas escrituras, corremos o risco de concluir que a bíblia é contraditória no que se refere ao termo mediação. O que ocorre é que existem outros mediadores “secundários”, que participam da história da salvação, e sem os quais não seria possível nem o Primeiro Testamento nem tampouco a Nova Aliança de Deus para com a humanidade. Se Moisés é o mediador do Primeiro Testamento, Maria também se posiciona como medianeira entre Deus e os homens ao dizer “sim” aos planos de salvação de Deus: &lt;i&gt;“Eu sou a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra”&lt;/i&gt; (Lc 1, 38). Se pela desobediência de Eva rompeu-se a plena conexão entre o céu e a terra, o que possibilitou a entrada do pecado no mundo; pela obediência de Maria, a derrota do mal foi decretada pela encarnação do Verbo. Isto quer dizer que, através do seu consentimento, Nossa Senhora foi o canal de resgate do paraíso perdido, mediando assim a reconciliação dos homens com Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se Satanás adquiriu poder sobre a alma humana pela desobediência de Eva, seu reinado não perdura, pois Maria esmaga a cabeça da serpente para sempre no sentido de possibilitar à natureza humana ser reconduzida ao Pai: &lt;i&gt;“Porei hostilidade entre ti e a mulher, entre tua linhagem e a linhagem dela. Ela te esmagará a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar” (&lt;/i&gt;Gn 3, 15). Este poder do mal foi quebrado justamente pelo fato da concepção de Maria ter sido realizada sem a mancha (ou mácula) do pecado original. Por isso ela passou a ser chamada de Imaculada (sem mácula). Explica-se: Em um livro do Antigo Testamento (Profeta Isaías), está escrito que Deus nos daria um importante sinal, pois uma virgem engravidaria e daria à luz um filho que se chamaria Emanuel, que significa Deus conosco (cf. Is 7, 14). De acordo com a fé cristã, não há dúvidas que este sinal seria a concepção de Jesus pelo Espírito Santo (portanto sem sêmen) no seio virginal de Maria. De acordo com o seu Tratado sobre a conceição de Santa Maria, Eadmero († 1124), monge beneditino inglês, discípulo de Santo Anselmo, afirma que na concepção ativa (união sexual entre um casal) há continuidade e, nesse sentido, transmissão do pecado original de forma hereditária (de pai para filho); mas na concepção passiva (geração do Ser divino pelo Espírito Santo) há uma descontinuidade porque a substância divina presente em Jesus não poderia ser manchada hereditariamente por qualquer mal. Portanto, Deus quis romper a cadeia do pecado e fazer imaculada a Virgem Maria, e esta verdade divina está ocultamente presente no Antigo Testamento: &lt;i&gt;“És toda bela, minha amada, e não tens um só defeito [mácula]”&lt;/i&gt; (Ct 4, 7), “&lt;i&gt;pois ela é reflexo da luz eterna, espelho nítido da atividade de Deus”&lt;/i&gt; (Sb 7, 26).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde o cristianismo primitivo, vários Padres da Igreja defenderam a Imaculada Conceição da Virgem Maria. Bento XVI disse que na época do teólogo franciscano Duns Scot (1266-1308), muitos teólogos faziam objeção a esta doutrina. De acordo com João Paulo II, o beato Duns Scot soube unir todas as tendências a favor da imaculada conceição de Nossa Senhora e assim, com grande sucesso desenvolveu um tema que posteriormente seria adotado também por Pio IX. Este foi o papa que tomou a responsabilidade para si e “apenas” com a ajuda do Espírito Santo e da tradição da Igreja definiu unilateralmente, em 8 de dezembro de 1854, o dogma da Imaculada Conceição de Maria na Bula &lt;i&gt;Ineffabilis Deus:&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;i&gt;Em honra da santa e indivisa Trindade, para decoro e ornamento da Virgem Mãe de Deus, para exaltação da fé católica, e para incremento da religião cristã, com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo, e com a nossa, declaramos, pronunciamos e definimos a doutrina que sustenta que a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, essa doutrina foi revelada por Deus e, portanto, deve ser sólida e constantemente crida por todos os fiéis”.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E apesar de toda a evidência, para aqueles que ainda continuavam céticos, Maria Santíssima, quatro anos mais tarde, no dia 25 de março de 1858, apareceu em Lourdes à Bernardete de Soubirous para confirmar o dogma de sua Imaculada Conceição, e consequentemente a infalibilidade papal, já que Pio IX tomou esta decisão sem nenhuma assessoria eclesial oficial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando a pequena vidente de Lourdes perguntou a Nossa Senhora quem ela era, a Virgem Maria, depois de estender os braços, como se vê na Medalha Milagrosa, juntou as mãos à altura do coração e respondeu: &lt;i&gt;“Eu sou a Imaculada Conceição!” &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vários nomes são atribuídos à Mãe de Jesus. Em maio comemorarmos especialmente os títulos de Nossa Senhora de Fátima (dia 13) e Nossa Senhora Auxiliadora (dia 24). Independentemente da forma como a invocamos, peçamos a Mãe do Senhor Jesus que interceda junto a seu Filho por nós!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-5064672729210626025?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/5064672729210626025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/05/profetica-conceicao-imaculada-de-maria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/5064672729210626025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/5064672729210626025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/05/profetica-conceicao-imaculada-de-maria.html' title='A PROFÉTICA CONCEIÇÃO IMACULADA DE MARIA'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-161480520202003495</id><published>2011-04-18T15:40:00.002-03:00</published><updated>2011-04-18T15:42:58.784-03:00</updated><title type='text'>MARIA MADALENA E O SEPULCRO VAZIO DE JESUS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;O Cântico dos Cânticos é um livro bíblico em forma de poemas de amor escrito na época do Rei Salomão, filho de David (século X a.C.). De acordo com a introdução da Bíblia de Jerusalém, “o poeta poria em cena o novo Salomão, rei de Israel e figura messiânica, com sua noiva de origem pagã, na Sião futura dos tempos novos. Seus cantos tomariam assim a conotação universalista e messiânica. De acordo com esta interpretação o Cântico poderia ser aplicado às proféticas relações de Cristo Jesus com sua Igreja ou em particular com cada um de seus crentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Cântico dos Cânticos apareceria então a figura de Maria Madalena, a primeira que comparece ao sepulcro de Jesus, “de madrugada, quando ainda estava escuro” (Cf. João 20, 1) e corre para dizer a Pedro e o outro discípulo que Jesus amava [provavelmente João] que haviam retirado o Senhor do sepulcro e que não sabia onde o colocaram. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Pois ainda não tinham compreendido que, conforme a Escritura, ele devia ressuscitar dos mortos” (João 20, 9).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PARA MEDITAR SOBRE A RESSURREIÇÃO DO SENHOR:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cântico dos Cânticos, capítulo 3, versículos 1 a 4:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;em&gt;“Em meu leito, pela noite,&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Procurei o amado do meu coração.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Procurei-o e não o encontrei!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;[Aqui o amado é JESUS]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;em&gt; Levantar-me-ei,&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Rondarei pela cidade,&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Pelas ruas, pelas praças,&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Procurando o amado da minha alma...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Procurei-o e não o encontrei!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;3 &lt;/span&gt;&lt;em&gt;Encontraram-me os guardas&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Que rondavam a cidade.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Vistes o amado da minha alma?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;[OS GUARDAS SÃO OS ANJOS QUE MOVERAM A PEDRA DO SEPULCRO. Comparar com o Evangelho de João 20, 11-13: “Maria estava junto do sepulcro, de fora, chorando. Enquanto chorava, inclinou-se para o interior do sepulcro e viu dois anjos, vestidos de branco, sentados no lugar onde o corpo de Jesus fora colocado, um à cabeceira e outro aos pés. Disseram-lhe então: “Mulher, por que choras? Ela lhes diz: “Porque levaram meu Senhor e não sei onde o puseram!”]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;4&lt;/span&gt; &lt;em&gt;Passando por eles, contudo,&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Encontrei o amado da minha alma.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Agarrei-o e não o soltarei,&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Até levá-lo à casa da minha mãe,&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Ao quarto daquela que me concebeu” &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;[Dizendo isso, voltou-se e viu Jesus de pé. Mas não sabia que era Jesus. Jesus lhe diz: “Mulher, por que choras? A quem procuras?” Pensando ser o jardineiro, ela lhe diz: “Senhor, se foste tu que o levaste, dize-me onde o puseste e eu o irei buscar!” Diz-lhe Jesus: “Maria!” Voltando-se, ela lhe diz em hebraico: “Rabbuni!”, que quer dizer “Mestre”. Jesus lhe diz: “Não me toques, pois ainda não subi ao Pai” (João 20, 13-17).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Maria Madalena, ao perceber que Jesus tinha ressuscitado, não se continha de tanta alegria ao ver seu amado ressuscitado, com um corpo revestido de luz. Por isso queria abraçá-lo para não soltar mais e levá-lo a casa de sua mãe. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-161480520202003495?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/161480520202003495/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/04/maria-madalena-e-jesus-ressuscitado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/161480520202003495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/161480520202003495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/04/maria-madalena-e-jesus-ressuscitado.html' title='MARIA MADALENA E O SEPULCRO VAZIO DE JESUS'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-317571798689637118</id><published>2011-01-24T18:04:00.007-02:00</published><updated>2011-01-25T20:24:12.731-02:00</updated><title type='text'>SERIA POSSÍVEL EXISTIR BÍBLIA SEM A IGREJA CATÓLICA?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes nos causa espanto o fato da Igreja Católica ser tão frequentemente agredida por membros de comunidades evangélicas no que se refere à doutrina que seguimos. Talvez se eles conhecessem bem a origem dos livros bíblicos&amp;nbsp;que leem, não desprezariam tanto suas raízes e tratariam com mais carinho a Igreja Católica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como todos sabem a Santa Igreja é “mãe” de todas as outras denominações cristãs que surgiram a partir da revolução protestante do século XVI. De início existia unidade em torno da Igreja Romana, por causa da autoridade de Pedro, dada pelo próprio Cristo que disse: &lt;em&gt;“Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja”&lt;/em&gt; (Mateus 16, 18).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Igreja Romana desde o primeiro século foi identificada com a palavra “católica”, que vem do adjetivo grego catholicós, derivado do advérbio cathólou, que significa: “no conjunto”, “em geral”, “em todo o lugar”, “universalmente”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Santo Inácio (67 – 110 d.C.), bispo de Antioquia, primeira cidade onde os seguidores de Jesus foram chamados de cristãos, é o mais antigo exemplo do emprego da expressão Igreja Católica. Ele disse em sua Epístola aos Esmirniotas: &lt;em&gt;"Onde aparece o bispo, aí esta a multidão, do mesmo modo que onde está Jesus Cristo, aí está a Igreja Católica"&lt;/em&gt; (Patrística. Padres Apostólicos. São Paulo: 1995). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, de início, todas as comunidades cristãs eram “católicas”, unidas à chamada Igreja Universal, porque tinham o compromisso de seguir as ordens de Jesus para pregar o evangelho ao mundo inteiro: &lt;em&gt;“Ide por todo o mundo, proclamai o evangelho a toda a criatura” &lt;/em&gt;(Marcos 16, 15). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os seguidores do caminho, que depois foram chamados de cristãos e posteriormente também conhecidos como católicos, eram assim chamados porque acreditavam na universalidade da revelação de Deus, a qual a partir daquele momento não deveria ficar restrita somente aos judeus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus escolheu 12 apóstolos e 72 discípulos e deu autoridade a eles. Aos doze ensinou na última ceia: &lt;em&gt;“quem recebe aquele que eu enviar, a mim recebe e quem me recebe, recebe aquele que me enviou”&lt;/em&gt; (João 13, 20). Também lhes disse: &lt;em&gt;“Recebei o Espírito Santo, aqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhe-ão perdoados; aqueles aos quais retiverdes ser-lhe-ão retidos”&lt;/em&gt; (João 20, 21-23).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos setenta e dois disse antes de enviá-los: &lt;em&gt;“Quem vos ouve, a mim ouve, quem vos despreza a mim despreza, e quem me despreza, despreza aquele que me enviou”&lt;/em&gt; (Lucas 10, 16).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece lógico e evidente se pensar que o desejo de Jesus era que esta missão dada aos seus seguidores continuasse após a morte deles até o fim dos tempos. De outro modo, a Igreja estaria “morta” logo após o seu surgimento, o que não faria sentido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de ressuscitado e antes de subir aos céus, ao aparecer na Galileia, Jesus disse aos seus discípulos: &lt;em&gt;“E eis que estarei convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”&lt;/em&gt; (Mateus 28, 20).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus quis dizer com isso que é possível estar presente no mundo com os seus escolhidos até o fim do mundo. E isso só pode acontecer através de sucessivas eleições. A partir da morte dos primeiros apóstolos e discípulos, a Igreja começou a escolher seus novos sucessores. Assim todos aqueles eleitos passavam pela aprovação dos bispos que lhes impunham as mãos em suas cabeças como sinal de unidade e ininterruptibilidade da sucessão apostólica até os dias atuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos três primeiros séculos de cristianismo, muitos livros surgiram sobre Jesus (além dos 27 que existem atualmente no Novo Testamento), e a autenticidade de todos eles era reivindicada por muitos grupos religiosos heréticos. Entre eles surgiram os chamados evangelhos apócrifos de Maria Madalena, Judas, Felipe, Tomé, Pedro, Bartolomeu, etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Marcião, líder de uma conhecida heresia do século II, chamada de marcionita, simplesmente declarou a nulidade dos livros do Antigo Testamento, e por isso queria retirá-los da lista dos livros considerados como inspirados. Esta lista já existia desde o século II na Igreja Católica. Sabe-se disto porque alguns manuscritos escritos em latim foram descobertos por Ludovico Antonio Muratori na Biblioteca Ambrosiana de Milão e foram publicados em 1740. Eles ficaram conhecidos como o Cânone ou fragmento de Muratori. Apesar de ser consensual datar o manuscrito como sendo do século VII, ele é cópia de um texto mais antigo, datado como tendo sido escrito por volta do ano 170, já que nele é referido o Pastor de Hermas e como recente o papado de Pio I, morto em 157.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra heresia, também do século II, chamada de gnosticismo, um tipo de seita sincrética que misturava elementos cristãos com filosofia pagã, religiões gregas e a astrologia, também insistia em acrescentar o evangelho apócrifo de Maria Madalena à lista dos livros sagrados. Este escrito levou Dan Brown, o escritor de “O Código da Vinci” a sugerir que Jesus teria tido um caso e filhos com Maria Madalena.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante os três primeiros séculos houve uma grande discussão sobre a lista dos escritos sagrados, porque muitos heréticos queriam retirar ou acrescentar livros junto ao cânone bíblico. Um fator importante que dificultava a aceitação dos apócrifos foi o fato de que eles foram escritos cerca de 300 anos depois da morte e ressurreição de Jesus. Portanto a sua autenticidade era muito duvidosa. Além disso, divergiam em muitos aspectos em relação aos quatro evangelhos considerados como sagrados e autênticos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diante de tudo isso,&amp;nbsp;cria-se um problema para os protestantes. Católicos e evangélicos concordam em admitir que todos os 27 livros bíblicos que foram adicionados ao Novo Testamento são inspirados por Deus. Assim, surge a pergunta: quem decidiu isso? E com que autoridade? Porque alguns livros foram considerados como inspirados e outros considerados como mitos fantasiosos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos bispos da Igreja Católica, autênticos sucessores dos apóstolos, com o auxílio do Espírito Santo, coube a tarefa de elaborar a lista definitiva dos livros que deveriam ser considerados como inspirados e incluídos no cânone bíblico sagrado. Portanto quem não crer nesta autoridade espiritual da Igreja, necessariamente terá que questionar a seleção dos livros feita pelos bispos católicos. Assim, os protestantes e/ou evangélicos teriam que rever esta lista e admitir a possibilidade de que outros livros poderiam também ser considerados como autênticos e inspirados. Desta forma, não resta outra alternativa para eles a não ser concordar que os bispos católicos (até o século III) foram inspirados pelo Espírito Santo e escolheram os livros verdadeiros e rejeitaram os falsos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Frei William Most, disse que &lt;em&gt;"nenhum Protestante deveria citar a Escritura, porque ele não tem meios de saber quais são os livros inspirados; a menos que, é claro, queira aceitar a autoridade da Igreja Católica com relação à essa questão."&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Santo Agostinho disse: &lt;em&gt;"Eu não deveria acreditar no Evangelho a não ser que este seja movido pela autoridade da Igreja Católica."&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, a existência da bíblia não seria possível sem a Igreja Católica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que me inspirou a escrever este texto foi um vídeo que assisti de uma entrevista do Pe. Paulo Ricardo ao programa Trocando Ideias do Prof. Felipe Aquino na TV Canção Nova. Este vídeo está no site VERITATIS ESPLENDOR (http://www.veritatis.com.br/). Ele responde às questões um tanto agressivas por parte de um evangélico sobre a autoridade da Igreja Católica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No site do Pe. Paulo Ricardo, uma palestra completa sobre o tema, chamada de “Por que não há bíblia sem Igreja” poderá ser ouvida. Boa parte das informações contidas neste texto foram obtidas no audio dele. O link é:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://padrepauloricardo.org/category/audio/&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo abaixo deixo o vídeo (de 7 minutos de duração)&amp;nbsp;da entrevista deste importante sacerdote:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/y3pTw2sySUk/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/y3pTw2sySUk?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/y3pTw2sySUk?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-317571798689637118?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/317571798689637118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/01/seria-possivel-existir-biblia-sem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/317571798689637118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/317571798689637118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/01/seria-possivel-existir-biblia-sem.html' title='SERIA POSSÍVEL EXISTIR BÍBLIA SEM A IGREJA CATÓLICA?'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-8617810745953282193</id><published>2011-01-22T21:35:00.000-02:00</published><updated>2011-01-22T21:35:58.768-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;DORAVANTE TODAS AS GERAÇÕES ME CHAMARÃO DE BEM-AVENTURADA (LUCAS 1, 48)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/dIPbaXOoUZU/0.jpg"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dIPbaXOoUZU?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/dIPbaXOoUZU?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-8617810745953282193?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/8617810745953282193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/01/doravante-todas-as-geracoes-me-chamarao_22.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/8617810745953282193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/8617810745953282193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/01/doravante-todas-as-geracoes-me-chamarao_22.html' title=''/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-988181157108296564</id><published>2011-01-20T16:56:00.009-02:00</published><updated>2011-01-22T22:10:59.206-02:00</updated><title type='text'>REENCARNAÇÃO E FÉ CRISTÃ. EXISTE COMPATIBILIDADE?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Autor&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Padre Hélio Libardi. &lt;/em&gt;Publicado na Revista Javé Nissi, em 2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O povo fala de uma vida anterior, mas ninguém prova que alguém conservou lembrança de uma vida anterior. São explicações fáceis para situações confusas, difíceis e diferentes, por isso várias pessoas falam de uma segunda, terceira ou quarta vida. É até muito comum essa crença&amp;nbsp;de voltar em nova forma de vida. Onde está o problema? Para os que acreditam na reencarnação, a salvação acontece pela passagem de uma existência para outra sem que se tenha uma responsabilidade pessoal. Vai-se pagando na medida em que se reencarna e vive nova existência. De uma a outra existência acontece a purificação e a pessoa acaba sendo acolhida por Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa crença é incompatível com a fé cristã. Aprendemos que Jesus oferece a salvação a todas as pessoas e uma salvação para cada um. Aí está o sentido da encarnação e a vinda de Jesus. Se nos salvamos reencarnando, perguntamos: para que Jesus veio, já que não é ele que salva e o mal desaparece por si mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nossa fé ensina que “assim como Deus ressuscitou Jesus dentre os mortos, ele ressuscitará a cada um de nós após nossa morte”. Esse também é o sentido do comentário do apostólo Paulo: “Se estamos mortos e ressuscitados com Cristo, sabemos que vivemos com ele para sempre”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O outro problema que aparece é o filosófico em que acaba-se recebendo uma forma de ser que não é a minha. Complica até meu existir e minha identidade. Acabo carregando um passado com o qual nada tenho a não ser a solidariedade com a humanidade. Certamente vou ter dificuldade nas minhas escolhas, pois terei de fazer uma série de coisas levado pela vida anterior e por quem se incorporou em mim.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É tão gratificante saber e crer que Deus me fez único e que sou responsável pelos meus atos. Como é bom saber e crer que posso redimir-me e que Jesus me salva sem que eu precise carregar o peso até do meu passado. Ele tira o pecado do mundo, tira também o meu pecado, cura meu coração de meus erros, acolhe-me em sua bondade e me chama de filho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-988181157108296564?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/988181157108296564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/01/reencarnacao-e-fe-crista-existe.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/988181157108296564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/988181157108296564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2011/01/reencarnacao-e-fe-crista-existe.html' title='REENCARNAÇÃO E FÉ CRISTÃ. EXISTE COMPATIBILIDADE?'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-2596684464917478880</id><published>2010-12-27T09:45:00.001-02:00</published><updated>2011-01-20T17:10:24.417-02:00</updated><title type='text'>ENTREVISTA COM O FREI RANIERO CANTALAMESSA SOBRE A RCC</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://marciommatos.blogspot.com/"&gt;http://marciommatos.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Na Igreja há fiéis que consideram que o "batismo no Espírito" é uma invenção dos carismáticos. Inclusive que puseram nome a uma vivência, mas que não está "catalogada" na Igreja. Poderia explicar, desde sua própria experiência, o que é o batismo no Espírito?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O batismo no Espírito não é uma invenção humana, é uma invenção divina. É uma renovação do batismo e de toda a vida cristã, de todos os sacramentos. Para mim foi também uma renovação de minha profissão religiosa, de minha confirmação, de minha ordenação sacerdotal. Todo o organismo espiritual se reaviva como quando o vento sopra sobre uma chama. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Por que o Senhor decidiu atuar neste tempo desta maneira tão forte? &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sabemos. É a graça de um novo pentecostes. Não é que a Renovação Carismática tenha inventado o batismo no Espírito &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De fato, muitos o receberam sem saber nada da Renovação Carismática. É uma graça; depende do Espírito Santo. É uma vinda do Espírito Santo que se traduz em arrependimento dos pecados, que faz ver a vida de uma maneira nova, que revela Jesus como o Senhor vivo --não como um personagem do passado-- e a Bíblia se converte em uma palavra viva. A verdade é que não se pode explicar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há uma relação com o batismo, porque o Senhor diz que quem crê será batizado e será salvo. Nós recebemos o batismo de crianças e a Igreja pronunciou nosso ato de fé; mas chega o momento em que nós temos que ratificar o que sucedeu no batismo. Esta é uma ocasião para fazê-lo, não como um esforço pessoal, mas sob a ação do Espírito Santo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não se pode afirmar que milhões de pessoas estejam equivocadas. Yves Congar, este grande teólogo que não pertencia à Renovação Carismática, em seu livro sobre o Espírito Santo afirmava que a realidade é que esta experiência mudou profundamente a vida de muitos cristãos. E é um fato. A mudou e iniciou caminhos de santidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Como vive seu ministério como pregador da Casa Pontifícia desde sua experiência na Renovação Carismática?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para mim tudo o que passou desde 1977 é um fruto de meu batismo no Espírito. Era professor na Universidade. Dedicava-me à pesquisa científica na história das origens cristãs. E quando aceitei não sem resistência esta experiência, depois tive o chamado de deixar tudo e colocar-me à disposição da pregação, e também a nomeação como pregador da Casa Pontifícia chegou depois de que tinha experimentado esta "ressurreição". Vejo isso como uma grande graça. Depois de minha vocação religiosa, a Renovação Carismática foi a graça mais assinalada de minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Desde seu ponto de vista, os membros da Renovação Carismática têm uma vocação específica dentro da Igreja?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim e não. A Renovação Carismática, temos que dizer e repetir, não é um movimento eclesial. É uma corrente de graça que está destinada a transformar toda a Igreja: a pregação, a liturgia, a oração pessoal, a vida cristã. Assim que não é uma espiritualidade própria. Os movimentos têm uma espiritualidade e acentuam um aspecto, por exemplo a caridade. Antes de tudo, a Renovação Carismática não tem fundador; nenhum pensa em atribuir à Renovação Carismática um fundador porque é algo que começou em muitos lugares de diferentes maneiras. E não tem uma espiritualidade; é a vida cristã vivida no Espírito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas pode-se dizer que como a gente que viveu esta experiência constitui socialmente uma realidade --são pessoas que fazem determinados gestos, oram de certa maneira-- então se pode identificar uma realidade social cujo papel é simplesmente o de colocar-se à disposição para que outros possam ter a mesma experiência. O cardeal Leo Jozef Suenens, que foi o grande protetor e partidário da Renovação Carismática no início, dizia que o destino final da Renovação Carismática poderá ser o de desaparecer quando esta corrente de graça tenha contagiado toda a Igreja.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;A ponto de concluir a pregação de um retiro no qual estiveram mil líderes carismáticos de todo o mundo, que mensagem gostaria de deixar ao crente que desconhece a Renovação?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero dizer aos fiéis, aos bispos, aos sacerdotes, que não tenham medo. Desconheço por que há medo. Talvez em alguma medida porque esta experiência começou entre outras confissões cristãs, como pentecostais e protestantes. Contudo, o Papa não tem medo. Falou dos movimentos eclesiais, inclusive da Renovação Carismática, como de sinais de uma nova primavera da Igreja, e muito com freqüência faz referência na importância disso. E Paulo VI afirmou que era uma oportunidade para a Igreja. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há que ter medo. Há Conferências Episcopais, por exemplo na América Latina --é o caso do Brasil--, onde a hierarquia descobriu que a Renovação Carismática não é um problema: é parte da solução ao problema dos católicos que se afastam da Igreja porque não encontram nela uma palavra viva, a Bíblia vivida, uma possibilidade de expressar a fé de maneira gozosa, de forma livre, e a Renovação Carismática é um meio formidável que o Senhor pôs na Igreja para que se possa viver uma experiência do Espírito, pentecostal, na Igreja católica, sem necessidade de sair dela. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tampouco se deve considerar que se trata de uma "ilha" na qual se reúnem algumas pessoas que são um pouco emocionais. Não é uma ilha. É uma graça destinada a todos os batizados. Os sinais externos podem ser diferentes, mas em sua essência é uma experiência destinada a todos os batizados&lt;span style="background-color: black;"&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-2596684464917478880?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/2596684464917478880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/12/entrevista-com-o-frei-raniero.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/2596684464917478880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/2596684464917478880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/12/entrevista-com-o-frei-raniero.html' title='ENTREVISTA COM O FREI RANIERO CANTALAMESSA SOBRE A RCC'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-3464671195153547882</id><published>2010-11-15T11:04:00.004-02:00</published><updated>2010-11-18T13:03:05.970-02:00</updated><title type='text'>VOCÊ ACREDITA EM VIDA APÓS A MORTE?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;Autor:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Pe. Luís Erlin&lt;/em&gt;. Missionário Claretiano. Formado em Filosofia, Teologia e Jornalismo. Publicado na Revista AVE MARIA, Novembro 2010.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Fui assistir ao filme &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Nosso Lar&lt;/i&gt;, baseado na obra de Chico Xavier, sucesso de bilheteria no Brasil. Na fila do cinema, uma moça me perguntou se eu era espírita. Eu disse que não, que era católico, ela então replicou: “Tenho certeza de que você vai sair daqui acreditando que existe vida após a morte”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Na onda espírita que estamos vivendo, em filmes, novelas, livros, é comum ouvirmos a pergunta: “Você acredita em vida após a morte?” Isso nos leva a relacionar o conceito de vida após a morte somente pela teoria de Allan Kardec (1804-1869). Nós, os cristãos, os muçulmanos e os judeus, também cremos que a vida não termina com a morte. Porém, cada crença defende um princípio de continuidade de acordo com a fé que professa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Um amigo, também padre, que trabalha com jovens de nossa paróquia em São Paulo comentava comigo a confusão generalizada que a onda espírita vem gerando. Muitas pessoas se dizem católico-espíritas ou evangélico-espíritas. Falta informação, talvez básica de catequese, ou até de raciocínio lógico. Podemos ser cristãos e admirar a teoria pregada por Chico Xavier, ou vice-versa, mas não podemos dizer que acreditamos nas duas vertentes. Ressurreição nega a reencarnação e reencarnação nega a ressurreição, isso é básico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;A teoria da reencarnação prega que após a morte passamos por um momento de reflexão e julgamos ser ou não necessária a volta a este mundo na tentativa de nos purificarmos. Os problemas enfrentados aqui são conseqüências de erros que cometemos nas vidas passadas (carmas), que devem ser enfrentados num processo de evolução da alma. Reencarnaremos quantas vezes forem necessárias, até formos dignos de estarmos na presença de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Nós, cristãos, acreditamos que a vida aqui na terra é única e não repetível. Quando Cristo morreu na cruz para nos salvar, ele abriu as portas do Paraíso para sempre e para todos. Acreditamos no céu, no purgatório – tempo de purificação -, e também no inferno. Porém, a misericórdia de Deus nos faz crer que o Pai não quer se distanciar de nenhum de seus filhos. Se houver distância, foi por escolha nossa, só nossa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Não podemos velejar num rio apoiando cada pé num barco, a viagem não se sustenta. É preciso escolher um deles. Se você for cristão, quando lhe perguntarem se acredita em vida após a morte, é preciso dizer: “Sim! Viverei para sempre ao lado de Cristo! Eu creio na vida eterna!”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-3464671195153547882?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/3464671195153547882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/11/voce-acredita-em-vida-apos-morte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/3464671195153547882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/3464671195153547882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/11/voce-acredita-em-vida-apos-morte.html' title='VOCÊ ACREDITA EM VIDA APÓS A MORTE?'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-8195589246580067190</id><published>2010-11-08T23:01:00.013-02:00</published><updated>2011-01-22T22:30:08.349-02:00</updated><title type='text'>FÉ RACIONALIZANTE E FILOSOFIA RACIONAL PURA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autor&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Rogério de Paula e Silva&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema “Deus” deixa sua marca em toda a história da humanidade, sendo capaz de despertar nela uma profunda paixão até os dias de hoje. Até mesmo no discurso dos ateus, em particular Nietzsche, que falam sobre a “morte de Deus” existe uma busca pela eternidade, e a questão de “Deus” se levanta com toda a força em nosso meio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ratzinger (2005, p.80) lembra que existem três formas em que o tema Deus aparece na história: o monoteísmo [crença em um só Deus], o politeísmo [crença pagã mitológica em muitos deuses] e o ateísmo [descrença em Deus], e, portanto, com três de modos de exprimi-las: “Existe um Deus”, “Existem muitos deuses”, “Não existe Deus”. E nestas três formas, que segundo o atual papa Bento XVI, até mesmo no ateísmo e no politeísmo não se nega a unidade do ser em tudo o que existe. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;O marxismo, a forma mais atuante do ateísmo, chega até mesmo a afirmar terminantemente essa unidade do ser em tudo o que existe ao declarar que todo o ser é matéria; é verdade que, com isso, aquele uno, que é o próprio ser, se distingue como matéria, totalmente da ideia antiga do absoluto que está ligada à ideia de Deus, mas ao mesmo tempo ganha certos traços que ressaltam o seu caráter absoluto, evocando dessa maneira novamente a ideia de Deus&lt;/em&gt; (Ratzinger, 2005, p.81).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O problema de Karl Marx foi colocar o absoluto como matéria, despojado de todo e qualquer predicado pessoal, assim, “Deus não estaria atrás dele [do ser humano], como aquele que o precede, e sim à sua frente”, ou seja, o “Deus” marxista seria tudo aquilo que o homem cria pensando em um futuro melhor. É aí que o marxismo se auto-desintegra, sempre quando tenta se impor como filosofia, pois coloca sua confiança na matéria e não na inteligência do Deus-Transcendente, de onde procedem todas as coisas. E quando se trata da origem dos valores, é impossível colocá-la nos entes materiais e também seria inadequado crer que estes conceitos éticos poderiam ter origem na própria razão humana. Pensando assim, o marxismo, quando “cai em si” se vê sem um fundamento, um alicerce moral que pudesse sustentar suas teses. Por causa disso, fracassa como filosofia e como forma de inspiração para regimes políticos socialistas que possam se sustentar com sucesso em nossa sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Ratzinger (2005, p.80-81), mesmo o politeísmo, também pode se relacionar com o monoteísmo e ateísmo, pois mesmo acreditando em muitos deuses, “está em algum lugar, o ser uno, ou seja, que o ser é, afinal, um só ou, no máximo, o eterno conflito de um antagonismo primordial”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A grande dificuldade para o politeísmo se sustentar é a sua preferência por uma fé radical desprovida de sólidos argumentos racionais. Assim, fica muito difícil deixar de associar esta forma de enxergar Deus às superstições religiosas. Por causa disso, a mitologia greco-romana pereceu, pois o cristianismo, ao se desenvolver e crescer nestas culturas optou pelo Deus dos filósofos. Se os cristãos tivessem optado pelo Deus da religião dos politeístas pagãos, o mesmo destino mortal poderia ocorrer com a filosofia cristã. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi feita uma opção pela razão contra a mitologia habitual da religião politeísta grega e romana, em favor da verdade da unidade do ser. Porém, para não substituir a idolatria dos deuses pagãos por uma nova idolatria (da razão), a fé cristã conferiu ao Deus dos filósofos um significado totalmente novo, pois ao tirá-lo da esfera acadêmica, transformou-o profundamente:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Esse Deus que antes era visto como um ser neutro, como o conceito supremo e conclusivo; esse Deus que é considerado o puro ser e o puro pensamento que gira eternamente num círculo fechado em torno de si mesmo, sem chegar jamais até o ser humano e seu mundo pequeno; esse Deus dos filósofos [que é o Deus de Aristóteles] cuja eternidade e imutabilidade pura exclui de antemão qualquer relação com o mutável e o devir [ser humano]; esse Deus passa a aparecer agora, para a fé, como Deus dos homens, que não é apenas o pensamento do pensar e a matemática eterna do universo, mas também “agápe” e poder do amor criativo &lt;/em&gt;(Ratzinger, 2005, p. 107).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Ratzinger (2005, p.108), Deus dos numerosos textos do Antigo Testamento e também dos evangelhos é antropomorfo, pois este Ser Divino, por amor à humanidade, quis encarnar na pessoa de Jesus Cristo para se relacionar pessoalmente conosco: “Ele tem as paixões de um ser humano, Ele se alegra, procura, espera, vai ao encontro. Ele não é a geometria insensível do universo, não é a justiça neutra que paira acima das coisas, insensível ao coração e seus afetos. Esse Deus tem um coração, Ele ama com toda a excentricidade típica de uma pessoa que ama”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, segundo Ratzinger (2005, p. 110), “supomos, portanto, sem nos dar conta disso, que o pensamento puro é maior do que o amor. Mas é justamente nesse ponto que a mensagem do evangelho e a imagem cristã de Deus corrigem a filosofia, ensinando-nos que o amor é mais sublime do que o mero pensamento”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;As relações entre razão e fé devem ser perfeitamente harmônicas, pois ambas são caminho para um mesmo objeto: Deus. São caminhos diversos, mas atingem a mesma realidade. A primeira de forma indireta mediante o uso da razão que nos foi dada por Deus, e a segunda mediante uma adesão ao conteúdo da fé, que também é um dom de Deus. Por isso, conceber que a razão e fé são contraditórias é o mesmo que dizer que Deus também o é, uma vez que ambas provêm do mesmo Deus. João Paulo II sublinha esta distinção e defende a complementaridade entre ambas, destacando aquele que foi o primeiro a conseguir analisar esta questão, São Justino&lt;/em&gt;. (Veiga, 2009, p.25, 26).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Citando Nietzsche, Ratzinger (2005, p.79) diz “que todo prazer anseia por eternidade, mas se experimenta como efêmero”, por isso o ser - humano não se basta a si próprio, e só consegue encontrar-se passando além de si mesmo, movendo-se ao encontro do totalmente outro e infinitamente maior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nietzsche, que era ateu, admitia o anseio humano pelo eterno, contudo a sua busca era vazia de sentido, pois se baseava na circularidade da própria razão, representada pela consciência que sai de si e volta para si mesmo, ou seja, o eterno está no próprio eu. A sua relação com o absoluto [Deus] só poderia se dar de forma imanente, quer dizer, na relação com o mundo e a própria razão, sem qualquer movimento ascético em direção ao Ser Transcendente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Ratzinger (2005, p.79), também buscar no outro não traz a felicidade, “porque todo tu é, no fundo, uma nova desilusão; chega-se, então, ao ponto em que encontro nenhum é capaz de vencer a solidão derradeira: justamente o encontrar e o ter encontrado voltam a remeter o ser humano à sua solidão, suscitando, finalmente, aquele anseio pelo tu absoluto [Deus] que mergulha realmente nas profundezas do próprio eu”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, ao trocar a filosofia cristã (baseada em uma fé racional) por um pensamento radicalmente racional, sem a presença da fé, que poderia ser chamado de filosofia racional pura, excluir-se-ia a possibilidade de um relacionamento transcendental com Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Joseph Ratzinger (2005, p.78), diz que “está na hora de parar de ver em Deus aquele tapa-buraco colocado nos limites de nossas possibilidades que só é chamado quando nós mesmos estamos numa situação sem saída”. Para que isso ocorra, os filósofos que não tem fé precisam achar uma solução para um impasse em que eles mesmos se colocaram no que diz respeito à origem dos valores. Segundo Paul Ricouer (p.438), a filosofia está condenada a oscilar entre uma impossível criação dos valores [pelo homem] e uma impossível intuição dos valores [por Deus]. Ora, se para a filosofia racional pura os valores não foram criados pelo homem e nem foram infundidos no intelecto humano pela inteligência divina, de onde eles vieram?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Não se deve misturar tanta água da filosofia no vinho da Sagrada Escritura, que o vinho se transforme em água; seria um péssimo milagre, uma vez que lemos que Cristo transformou a água em vinho e não o contrário&lt;/em&gt; (São Boaventura, &lt;em&gt;apud&lt;/em&gt; Nascimento, 2004, p.60).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Quando, de dois elementos [água e vinho], um passa ao domínio do outro, não se julga que haja mistura, mas sim quando a natureza de ambos se altera. Daí, aqueles que se servem dos ensinamentos filosóficos na sagrada doutrina reconduzindo-os ao acatamento da fé, não misturam água ao vinho, mas transformam a água em vinho&lt;/em&gt;. (Santo Tomás de Aquino, &lt;em&gt;apud&lt;/em&gt; Nascimento, 2004, p.60).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NASCIMENTO, Carlos Arthur. O que é filosofia medieval? São Paulo: Brasiliense, 2004.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;RATZINGER, Joseph. Introdução ao cristianismo. Preleções sobre o símbolo apostólico com um novo ensaio introdutório. São Paulo: Loyola, 2005.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;RICOEUR, Paul. O conflito das interpretações: Ensaios de hermenêutica. Porto: Rés, s/d.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;VEIGA, Bernardo. É impossível o diálogo inter-religioso? O pensamento de Bento XVI e a visão de Raimundo Lúlio sobre o diálogo inter-religioso. São Paulo: Instituto de Filosofia e Ciência “Raimundo Lúlio”, 2009.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-8195589246580067190?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/8195589246580067190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/11/fe-racionalizante-e-filosofia-racional.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/8195589246580067190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/8195589246580067190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/11/fe-racionalizante-e-filosofia-racional.html' title='FÉ RACIONALIZANTE E FILOSOFIA RACIONAL PURA'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-4212124569487169154</id><published>2010-10-12T17:47:00.011-03:00</published><updated>2011-09-12T12:48:14.473-03:00</updated><title type='text'>POR QUE A DOUTRINA ESPÍRITA É TÃO DIVULGADA NA MÍDIA?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autor&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Rogério de Paula e Silva&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é difícil constatar o quanto a Igreja faz bem para a sociedade, tanto ao que se refere à sua doutrina, que nos conduz para um&amp;nbsp;pleno caminho de salvação eterna, quanto ao que se trata de suas importantes obras sociais. Basta participar dela (somente um pequeno grupo possui esta graça), para conhecê-la verdadeiramente. Entretanto, infelizmente, este lado bom da Igreja quase nunca é divulgado nos grandes meios de comunicação de massa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a Igreja é mostrada nas novelas e outros programas é somente para apresentar religiosos frustrados, pecadores&amp;nbsp;e sem caridade, por exemplo um padre comilão, uma freira que quer destruir a vida de uma pessoa, e sempre uma relação supersticiosa dos fieis com os santos. Fazem isso para tentar de todas as formas macular a imagem da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é costume de a grande imprensa fazer reportagem sobre as obras missionárias e assistenciais da Igreja, ou até mesmo divulgar as verdades cristãs. Porém, somente quando o assunto envolve algum desvio de conduta moral, a Igreja tem grande espaço e a figura do papa aparece com destaque nos veículos de comunicação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mídia não dá a devida importância às obras sociais e de evangelização realizadas pela Igreja, porque elas não têm grande audiência, não dão “ibope”. Esta situação é muito triste, pois a grande maioria do povo depende destes grandes veículos de comunicação para obter informação. Assim, tornam-se “presas” fáceis daqueles que querem manipular e seduzir a mente e os corações da população.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ultimamente temos observado inúmeras reportagens na televisão e no cinema sobre o espiritismo, destacando-se as figuras de Chico Xavier e André Luís. A doutrina espírita tem sido amplamente divulgada, e a crença na reencarnação, por causa desta maciça propaganda na mídia, vem sendo aceita até mesmo entre “católicos” que não conhecem bem a doutrina ensinada por Jesus. Eu coloquei católicos entre aspas porque não se pode conceber que pessoas que se dizem católicas seguirem doutrinas espíritas contrárias ao ensinamento do evangelho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dos três pilares de sustentação da fé católica é a bíblia (os outros dois são a tradição e o magistério da Igreja). Então, parece óbvio que para alguém se declarar católico seria necessário acreditar nos textos bíblicos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora, então como seria possível professar uma fé católica e espírita ao mesmo tempo, sem entrar em uma grande contradição doutrinária? Ao ler e meditar, atentamente, os livros sagrados, em nenhum capítulo e em nenhum versículo, do Gênesis ao Apocalipse, encontra-se qualquer referência que indique a possibilidade da reencarnação. Na carta aos Hebreus se lê: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;"E como é fato que os homens devem morrer uma só vez, depois que vem um julgamento"&lt;/em&gt; (Hebreus 9,27). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também as teorias espíritas nunca fizeram parte do ensinamento de nenhum santo em toda a história da Igreja Católica durante mais de dois mil anos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A doutrina cristã ensina que Jesus veio ao mundo para pagar o salário dos pecados da humanidade, e a preço de cruz, mesmo sem ter nenhum erro ou qualquer responsabilidade. A isso se chama REDENÇÃO. Toda a humanidade foi redimida pelos sacrifícios de Nosso Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta redenção, ou expiação, só pode ocorrer pelos méritos de Jesus, não depende do esforço humano. Porém, a doutrina espírita ensina exatamente o contrário, ou seja, o ser humano teria que passar por várias transmigrações de almas, quer dizer, nascer e morrer inúmeras vezes, e somente através dos seus próprios desejos e esforços, poderia evoluir espiritualmente para se chegar a uma perfeição, rumo ao seu destino final. Somente assim, os pecados humanos poderiam ser expiados. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isto quer dizer que acreditar na reencarnação significa negar a missão salvadora e divina de Nosso Salvador que culminou com seu sacrifício final na cruz. É possível chegar a esta conclusão anticristã pelas próprias palavras Leão Dennis, filósofo francês, um dos principais continuadores do espiritismo após a morte de Allan Kardec:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo, resgatar-se da ignorância e do mal"&lt;/em&gt; (Denis. L. &lt;strong&gt;Cristianismo e espiritismo&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Editora León Denis, p. 88).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Examinando os escritos de Allan Kardec, não é difícil concluir que &lt;strong&gt;a doutrina espírita nega a redenção dos pecados realizada por Cristo no Calvário&lt;/strong&gt;, pois ele afirmou: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Toda falta cometida, todo mal realizado é uma dívida contraída que &lt;strong&gt;deverá ser paga; se não for em uma existência, sê-lo-á na seguinte ou seguintes&lt;/strong&gt;”&lt;/em&gt; (Kardec, A. &lt;strong&gt;O céu e o inferno&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: FEB Editora, p. 88).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A crença na misericórdia de Deus e em Seu perdão para aqueles que se arrependem é algo que faz do cristianismo uma religião tão bela. É a fé na total submissão a Deus, pois sem Ele não podemos ser salvos. É somente a confiança no amor de Deus que pode redimir a humanidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando não se acredita que é possível ao ser humano alcançar o Paraíso imediatamente após a nossa morte, preferindo-se a crença na reencarnação do que aceitar a verdade da ressurreição dos corpos rejeita-se a misericórdia de Deus para com os homens. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos daqueles que defendem a teoria da reencarnação argumentam que a ressurreição seria impossível, porque nossos corpos virarão pó. O próprio Apóstolo Paulo já fazia esta pergunta. Esta em sua primeira carta aos Coríntios:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Mas alguém dirá: como ressuscitarão os mortos? E com que corpos virão?”&lt;/em&gt; (1 Coríntios 15, 35).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mesma questão já era colocada pelos inimigos do cristianismo nos primeiros séculos de nossa era. São Justino, filósofo e mártir, o padre apologista mais importante do segundo século, ao conversar com os incrédulos romanos a respeito da ressurreição, argumentou:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Façamos uma suposição. Se não fossem o que são e de quem são e alguém lhes mostrasse o sêmen humano e uma imagem pintada de um homem, afirmando que esta se forma daquele, por acaso acreditaria antes de vê-lo nascido? Ninguém se atreveria a contradizer isso. Do mesmo modo, por nunca terem visto um morto ressuscitar, a incredulidade agora os domina. Da mesma forma, como no princípio não teriam crido que de uma pequena gota nasceriam tais seres e, no entanto, os veem nascidos, assim também considerem que não é impossível que os corpos humanos, depois de dissolvidos e espalhados como sementes na terra, ressuscitem a seu tempo, por ordem de Deus e se revistam da incorruptibilidade”&lt;/em&gt; (I Apologia 19, 2-4)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A visão cristã da morte é expressa de forma privilegiada na liturgia da Igreja:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Senhor, para os que creem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E, desfeito nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível”&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;Catecismo da Igreja Católica&lt;/strong&gt;. São Paulo: Loyola, 2000, parágrafo 1012, p. 285).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta verdade da incorruptibilidade e imortalidade de nossos corpos após a ressurreição está amplamente atestada nas Sagradas Escrituras:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Assim também a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo em corrupção (corpos terrestres); ressuscitará em incorrupção (corpos celestes)”&lt;/em&gt; (1 Coríntios 15, 42).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Semeia-se corpo animal, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo animal, há também corpo espiritual” &lt;/em&gt;(1 Coríntios 15, 44).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis (corpos gloriosos) e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade”&lt;/em&gt; (1 Coríntios 15, 52-53).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A doutrina da Igreja Católica é bem clara em declarar que a reencarnação não existe:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“&lt;em&gt;A morte é o fim da peregrinação terrestre do homem, do tempo de graça e de misericórdia que Deus lhe oferece para realizar sua vida terrestre segundo o projeto divino e para decidir seu destino último. Quando tiver terminado “o único curso de nossa vida terrestre”, não voltaremos mais a outras vidas terrestres. “Os homens devem morrer uma só vez (Hebreus 9, 27). NÃO EXISTE REENCARNAÇÃO DEPOIS DA MORTE”&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;Catecismo da Igreja Católica&lt;/strong&gt;. São Paulo: Loyola, 2000, parágrafo 1013, p. 285).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao termos a certeza da ressurreição e a negativa da reencarnação, isto não significa necessariamente que todos vão para o céu independente do que fizerem aqui na terra. Existem outros caminhos, que a Igreja (de acordo com o Catecismo) chama de: 1) &lt;strong&gt;purgatório&lt;/strong&gt; (estado de purificação após a morte, para se obter a santidade necessária para entrar na alegria do céu.); e 2) &lt;strong&gt;inferno &lt;/strong&gt;(morte em pecado mortal sem ter-se arrependido dele e sem acolher o amor misericordioso de Deus que leva à separação do Todo-Poderoso para sempre, por própria opção livre do homem).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus é misericordioso para todos aqueles que a qualquer momento se arrependerem sinceramente, e crerem de coração na missão de Jesus, que veio ao mundo para se sacrificar por toda a humanidade. Isto significa que, enquanto estamos neste mundo existe o perigo da condenação, porque possuímos o livre-arbítrio da vontade, através da qual pode-se decidir seguir um caminho sem Deus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E é aí que está o perigo. O inimigo de Deus não quer que as pessoas creiam na redenção realizada por Jesus. Assim, faz todo o possível para seduzir o maior número possível, de almas, para que desta forma as impeça de se salvarem. Por isso, Satanás, aquele que o Senhor chamou de&lt;em&gt; “o príncipe deste mundo”&lt;/em&gt; (João 14, 30) espalha o erro e a confusão pelo mundo, inspirando nas mentes muitas doutrinas falsas para desviar a humanidade do único e verdadeiro caminho que é JESUS CRISTO.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, é preciso muito cuidado, porque o demônio é muito inteligente e astuto, já que apresenta estas doutrinas errôneas com uma “roupagem” bonita, cheias de amor, beleza e caridade, para que assim possa seduzir a muitos. Isto parece lógico, pois se as doutrinas anticristãs se apresentassem com a verdadeira e repugnante face do mal, poucos participariam e não se deixariam enganar por elas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Papa Bento XVI escreve em seu livro Jesus de Nazaré, Editora Planeta&amp;nbsp;(2009, p.52) que "&lt;em&gt;o tentador não é tão rude [ou burro] a ponto de nos propor diretamente a adoração do diabo".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre isso já encontramos advertência bíblica:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“E não é de estranhar! Pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz” &lt;/em&gt;(2 Coríntios 11, 14).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para concluir, fica aqui a nossa advertência a todos os cristãos para que tomem cuidado com as doutrinas religiosas que tem grande espaço nos meios de comunicação. As pessoas que julgam ter o comando na mídia, na verdade são controladas e manipuladas pelas forças do mal.&amp;nbsp;Este poder não está nas mãos delas, mas pertence ao&lt;em&gt; “príncipe deste mundo”.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em certas ocasiões alguns espíritas se sentem ofendidos quando sua crença é refutada. Contudo, não há razão para isso, porque somente a doutrina é conbatida, não a pessoa que professa o espiritismo. É preciso separar bem as coisas. Longe de nós qualquer preconceito e falta de caridade contra qualquer ser-humano &lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“pois o nosso combate não é contra o sangue nem contra a carne, mas contra os Principados, contra as Autoridades, contra os Dominadores deste mundo de trevas, contra os Espíritos do Mal, que povoam as regiões celestiais”&lt;/em&gt; (Efésios 6, 12).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-4212124569487169154?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/4212124569487169154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/10/por-que-doutrina-espirita-e-tao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/4212124569487169154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/4212124569487169154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/10/por-que-doutrina-espirita-e-tao.html' title='POR QUE A DOUTRINA ESPÍRITA É TÃO DIVULGADA NA MÍDIA?'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-734051851706894787</id><published>2010-08-22T18:42:00.005-03:00</published><updated>2011-01-22T22:17:47.119-02:00</updated><title type='text'>NASCIMENTO E MORTE DO MAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autor&lt;/strong&gt;: &lt;em&gt;Rogério de Paula e Silva&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É famosa a reflexão dos epicuristas gregos sobre o mal. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Epicurismo é um sistema filosófico ensinado por Epicuro de Samos, filósofo ateniense do século IV a.C. e seguído depois por outros filósofos, chamados epicuristas. Epicuro propunha uma vida de contínuo prazer como chave para a felicidade, esse era o objetivo de seus ensinamentos morais. Para Epicuro, a presença do prazer era sinônimo de ausência de dor, ou de qualquer tipo de aflição: a fome, a abstenção sexual, o aborrecimento, etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os epicuristas existe uma radical incompatibilidade entre a existência de Deus e a do mal. Diziam eles que &lt;em&gt;“Deus, ou não quer eliminar o mal ou não pode, ou pode e não quer, ou não quer nem pode, ou quer e pode. Se quer e não pode, é impotente, o que não convém a Deus; se pode e não quer, é malévolo, o que também é incompatível com a ideia de Deus; se não quer nem pode, não é Deus. Enfim, se quer e pode, o que corresponde à ideia de Deus, de onde procedem os males da vida e por que ele não os elimina?” Em suma: a existência do mal parece incompatível com a onipotência e a bondade de Deus, ou seja, com a ideia de um Deus onipotente e infinitamente bom”&lt;/em&gt;. (MAC DOWELL, J.A. Investigação filosófica sobre Deus. Belo Horizonte: FAJE, 2008).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logicamente Deus é onipotente e infinito em bondade, quer e pode eliminar o mal, contudo a responsabilidade pela entrada do mal no mundo é do próprio homem, que, ao utilizar seu livre-arbítrio da vontade, deixou-se seduzir por aquele que criou o mal (um anjo decaído chamado de Satanás ou Lúcifer), e assim, a humanidade resolveu seguir um caminho de separação de Deus, e como bem ensina as sagradas escrituras, “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6, 23). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Santo Agostinho (354-430), escritor, teólogo, filósofo, padre, bispo e Doutor da Santa Igreja Católica, &lt;em&gt;“esta sedução se deu através do orgulho, principal fonte de toda má opção. A este pecado o demônio acrescentou a inveja, a mais odiosa, até persuadir ao homem esse mesmo orgulho, em razão do qual ele tinha consciência de ter sido condenado” &lt;/em&gt;(AGOSTINHO, Santo, bispo de Hipona, 354-430. O livre arbítrio. São Paulo: Paulus, 1995. [Patrística]. Livro III, terceira parte, cáp. 25, 76, p.240).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A inveja do demônio em relação a Deus foi passada às criaturas humanas pela persuasão e sedução. Mentindo ele disse do homem:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“E vós sereis como deuses”&lt;/em&gt; (Gênesis 3, 5).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como dizem as Sagradas Escrituras:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“O orgulho é o começo de todo pecado"&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;“o início do orgulho humano é afastar-se de Deus”&lt;/em&gt; (Eclesiástico 10,12-13).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir desta decisão humana, que foi respeitada por Deus, o corpo do homem passou a ser revestido de mortalidade, fato contrário à vontade de Deus, que desejava que Sua criação humana estivesse em comunhão com Ele desde o início no paraíso. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, o Senhor, na sua infinita misericórdia, demonstrando todo o Seu poder de eliminar o mal, enviou seu próprio Filho Jesus para nos resgatar do poder do inimigo. Assim, todo aquele que Nele crer vencerá a morte e ressuscitará em um corpo celestial e imortal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vinda de Jesus Cristo é o início dos planos de Deus para eliminar o mal do mundo, e este projeto se consumirá somente quando for de Sua vontade (e não no momento que os homens quiserem), quer dizer, no dia do juízo final, na ocasião em que o mal for totalmente e definitivamente derrotado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Santo Agostinho em sua obra O Livre-Arbítrio (De Libero Arbitrio) faz uma reflexão profunda sobre a origem e a derrota do poder maligno. Ele diz que quando os homens decidem ser submissos ao Senhor, o demônio passa a não ter mais nenhum poder sobre eles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“É porque o Verbo de Deus, o Filho único de Deus, que sempre teve e sempre terá o demônio submetido às suas leis, tendo se revestido de nossa humanidade, submeteu igualmente o demônio ao homem. Para isso, nada lhe exigiu com violência. Mas venceu-o pela lei da justiça. Posto que o demônio, tendo enganado a mulher e feito cair o homem por meio dela – certamente animado pelo desejo perverso de causar dano, entretanto com todo direito -, pretendia submeter à lei da morte todos os descendentes do primeiro homem, a título de pecadores”&lt;/em&gt; (AGOSTINHO, Santo, bispo de Hipona, 354-430. O livre arbítrio. São Paulo: Paulus, 1995. [Patrística]. Livro III, segunda parte, capítulo 10, p.185).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Interessante notar neste texto como procede a justiça de Deus. Ele é sempre justo e fiel, e não poderia deixar de sê-lo nem mesmo com o demônio, que através da desobediência do homem, adquiriu o direito de submeter toda a humanidade à morte do corpo e à prisão eterna de sua alma imortal (o que chamamos de inferno).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Em consequência, esse poder não deveria perdurar senão até o dia em que o demônio poria o Justo [JESUS] à morte, Àquele em quem nada podia encontrar digno de morte. E Ele, não somente foi condenado à morte, sem crime algum, como também nasceu sem concupiscência alguma, pela qual o demônio subjugava a todos os seus cativos, como frutos de sua árvore. Isso sem dúvida levado por um desejo muito perverso. Não obstante, sem lhe ter faltado certo direito de propriedade. Por conseguinte, é com toda justiça que o demônio está constrangido a libertar aqueles que creem naquele a quem submeteu à morte injustamente. Desse modo, se os homens morrem de morte temporal, que essa morte seja para liquidar sua dívida; e se vivem da vida eterna, que seja para viver naquele [JESUS] que pagou por eles uma dívida que ele próprio não tinha. Para aqueles, porém, a quem o demônio tiver persuadido de perseverar na infidelidade, com direito ele os terá como companheiros na danação eterna. Assim, pois, aconteceu que o homem não foi arrancado por violência ao demônio, tal como este não havia se apropriado por violência ao homem, mas por persuasão. Dessa maneira, foi submetido o homem que com direito havia sido humilhado, a ponto de se tornar escravo daquele a quem dera o consentimento para o mal. Com direito, também foi liberado por Aquele a quem dera consentimento para o bem. Isso porque o homem fora menos culpado consentindo ao mal do que o demônio a persuadir a fazê-lo”&lt;/em&gt; (idem, p.185-186).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é a justiça de Deus, que não pode eliminar o mal do mundo de uma vez só, de forma abrupta, violenta, mas somente através do respeito à liberdade humana, que Ele mesmo criou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Visto que o demônio apresentou-se ao homem como exemplo de orgulho, o Senhor apresentou-se a nós&lt;/em&gt; [pela encarnação de JESUS] &lt;em&gt;como exemplo de humildade e com a promessa de vida eterna”&lt;/em&gt; (AGOSTINHO, Santo, bispo de Hipona, 354-430. O livre arbítrio. São Paulo: Paulus, 1995. [Patrística]. Livro III, terceira parte, cáp. 25, 76, p.240).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-734051851706894787?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/734051851706894787/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/08/nascimento-e-morte-do-mal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/734051851706894787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/734051851706894787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/08/nascimento-e-morte-do-mal.html' title='NASCIMENTO E MORTE DO MAL'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-5276090499972289641</id><published>2010-07-13T22:32:00.003-03:00</published><updated>2010-07-14T09:17:52.089-03:00</updated><title type='text'>A evocação dos mortos pelos espíritas é o mesmo que a invocação dos santos pelos católicos?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;As diferenças entre a intercessão dos santos e a evocação dos mortos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Retirado do site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reinodavirgem.com.br/devocoes/intercessao-evocacao.html"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www.reinodavirgem.com.br/devocoes/intercessao-evocacao.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Autor: Taiguara Fernandes de Sousa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Publicação original: Novembro de 2008&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Extraído e adaptado (com autorização de autor) de http://www.veritatis.com.br/article/5306 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A intercessão dos santos se baseia na comunhão que existe entre todos os membros da Igreja, comunhão da qual fala aquele artigo do Credo: “Creio na comunhão dos santos”. Com efeito, sendo a Igreja uma só, sendo sua unidade um de seus atributos fundamentais, sem o qual ela não pode existir (a Igreja é una no governo – o de Cristo, por meio do Papa –, na Fé – a Fé Católica –, e no culto – o culto cristão), não é de se estranhar que haja uma comunhão entre seus membros. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Igreja é Corpo de Cristo, conforme ensina São Paulo (Colossenses 1,18) e a Doutrina Católica (cf. Papa Pio XII, Encíclica Mystici Corporis, n.13), e nós, cristãos católicos, somos membros deste Corpo de Cristo: &lt;em&gt;“Não sabeis que sois membros de Cristo?”&lt;/em&gt; (I Coríntios 6,15); se portanto, membros do mesmo Corpo, estamos todos unidos por vínculos sagrados e estreitíssimos. Esta é a “comunhão dos santos”, na qual professamos crer. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Catecismo Romano ensina a respeito: “Antes de tudo, devemos explicar aos fiéis que o presente artigo do Credo [sobre a comunhão dos santos] é uma ampliação do anterior, que trata da Igreja uma, santa e católica. Sendo, pois, um só Espírito que a governa, todas as graças conferidas à Igreja se tornam bem comum de todos. Os frutos de todos os Sacramentos aproveitam a todos os fiéis. São uma espécie de vínculos sagrados os unem e prendem a Cristo; mormente o Batismo que, quase por uma porta, nos faz entrar no grêmio da Igreja” (Cap. X, Tít. VII, n.1). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Santo Ambrósio dizia: &lt;em&gt;“Assim como dizemos que um membro faz parte de todo o corpo, assim é o nexo entre todos os que temem a Deus”&lt;/em&gt; (Abros. in Ps 118,63 sermo 8 – n.54: ML 15, 1387). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Muitos são os membros do corpo. Apesar de serem muitos, formam todavia um só corpo, no qual cada um tem sua função própria mas não idêntica para todos. [...] É tão íntima a conexão e adaptação entre eles que, se algum sofre dor, todos os mais a sofrem também, por efeito natural do mesmo sangue e do mesmo sentimento; se pelo contrário sentir bem-estar, todos os outros terão a mesma sensação de alegria. Na Igreja observa-se o mesmo fenômeno. Seus membros são diversos, várias nações, judeus e pagãos, homens livres e escravos, pobres e ricos. No entanto, assim que recebem o batismo, formam com Cristo um só Corpo, do qual Ele próprio é a Cabeça. Nesta Igreja, cada membro recebe um ministério especial. Uns são apóstolos, outros são mestres, todos instituídos para o bem da coletividade; de modo que a uns incumbe dirigir e ensinar, a outros obedecer e viver debaixo de ordens” &lt;/em&gt;(Catecismo Romano, Cap. X, Corol., n.1). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora, sendo tamanha a unidade deste Corpo, sendo tão estreitos os vínculos que unem os membros da Igreja entre si e a Cristo, é mais que natural que uns membros peçam pelos outros a Cristo, que é a Cabeça de todo o Corpo, e ao qual todos – tanto os que pedem quanto os que são objeto de pedido – estão unidos. A prática da oração entre si – a “intercessão” –, a oração de uns pelos outros, era vivamente recomendada pelos Apóstolos, donde não se pode compreender que hoje muitos impugnem a intercessão tal como é defendida pela Igreja Católica, tratando a esta como se fosse um ato pecaminoso! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São Paulo fervorosamente recomendava a intercessão: &lt;em&gt;“Sede perseverantes, sede vigilantes na oração, acompanhada de ações de graças. Orai também por nós! Pedi a Deus que dê livre curso à nossa palavra, para que possamos anunciar o mistério de Cristo”&lt;/em&gt; (Colossenses 4,2-3); “&lt;em&gt;Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas, ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma vida calma e tranqüila, com toda piedade e honestidade. Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador”&lt;/em&gt; (I Timóteo 2,1-3). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pode-se não só rezar por aqueles que são membros do Corpo, como por aqueles que a ele ainda não se incorporaram, conforme recomenda São Paulo (“façam preces [...] por todos os homens”); e esta prática, a oração por aqueles que ainda não são membros do Corpo de Cristo, é também um meio de fazê-los incorporar-se a este Corpo Santo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cristo é o único Mediador entre Deus e os homens: “&lt;em&gt;Porque há um só Deus e há um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo, homem que se entregou como resgate por todos” &lt;/em&gt;(I Timóteo 2,5-6). Logo, toda intercessão que se faça passa por Cristo; é junto a Cristo que intercedemos ou que os santos intercedem por nós, para que Nosso Senhor, que é nosso único Mediador, apresente esta súplica a Seu Pai. Logo, a intercessão tem profundo amparo na Doutrina Católica, tal como nos resulta das Sagradas Escrituras e da Sagrada Tradição. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas não se deve crer que somente os vivos podem rezar uns pelos outros. Havendo a comunhão dos santos, isto é, de todos os membros do Corpo Místico de Cristo, existe também a comunhão entre a Igreja de Cristo que ainda caminha na terra (a “Igreja Militante”), a Igreja de Cristo que se purifica no Purgatório (a “Igreja Padecente”), e a Igreja de Cristo que já conquistou a glória nos Céus (a “Igreja Gloriosa”); estes são os três estados da Igreja, conforme nos indica o Catecismo da Igreja Católica (n. 954). Logo, há perfeita comunhão entre os membros da Igreja que militam na terra (nós), aqueles que, terminados o curso de sua vida terrena, purificam-se para entrar nos Céus (as almas do Purgatório), e aqueles que já estão na glória e já vêem a Deus face a face (as almas dos santos, todos os que já foram salvos e estão no Paraíso). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E não há nenhuma separação entre a Igreja celeste e a Igreja que peregrina na terra. Ao contrário, são o mesmo e único Corpo Místico de Cristo, a mesma e única Igreja Católica. A Doutrina Católica nos proíbe dizer que há separação entre a Igreja que está nos céus e a que está na terra: “&lt;em&gt;A sociedade organizada hierarquicamente e o Corpo místico de Cristo, o agrupamento visível e a comunidade espiritual, a Igreja terrestre e a Igreja ornada com os dons celestes não se deve considerar como duas entidades, mas como uma única realidade complexa, formada pelo duplo elemento humano e divino”&lt;/em&gt; (Conc. Ecum. Vaticano II, Const. Dogm. Lumen Gentium, n.8). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não havendo separação entre a Igreja terrestre e a celeste, é também perfeitamente possível que os santos do Céu intercedam por aqueles que ainda caminham rumo à santidade aqui na terra; aliás, sua oração será tanto mais eficaz que a nossa, visto estarem eles mais próximos de Deus que nós, pois estão em comunhão com Ele. Não só os santos do Céu podem interceder por nós, como também as almas do Purgatório, que também estão mais próximas de Deus que nós, faltando-lhes apenas a purificação para adentrarem nos Céus; e nós também podemos interceder pelas almas do Purgatório, para que Deus as retire logo de seu sofrimento purificador. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“Pelo fato de os habitantes do Céu estarem unidos mais intimamente com Cristo, consolidam com mais firmeza na santidade toda a Igreja. Eles não deixam de interceder por nós ao Pai, apresentando os méritos que alcançaram na terra pelo único mediador de Deus e dos homens, Cristo Jesus. Por conseguinte, pela fraterna solicitude deles, nossa fraqueza recebe o mais valioso auxílio” &lt;/em&gt;(Const. Dogm. Lumen Gentium, n.49). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É nisto, portanto, que a Igreja Católica crê sobre a intercessão dos santos, e também de uns pelos outros. É preciso, ainda, diferenciar “invocação” de “evocação”. A propósito, esclarece Frei Boaventura Kloppeburg, renomado Teólogo brasileiro, em sua obra “O Espiritismo no Brasil, Orientações para os Católicos”: "&lt;em&gt;Várias vezes nos objetaram que também os católicos evocamos os mortos, quando rezamos aos santos. Mas isso não é verdade: não evocamos, mas invocamos os Santos. Dirão que as palavras ‘evocar’ e ‘invocar’ são sinônimas. Etimologicamente pode ser, mas realmente os conceitos são bem diferentes: Quando o espírita ‘evoca’ um espírito ele quer que o espírito desça, baixe e se comunique perceptivelmente com a gente; quando o católico ‘invoca’ um Santo, ele quer que o Santo por assim dizer suba ao trono de Deus para interceder por nós, para tornar-se o nosso intercessor e não que baixe e fale conosco. Não há, na devoção católica aos Santos, nem vestígio de mentalidade espírita"&lt;/em&gt; (Op. cit., 2ª Ed., Petrópolis: Vozes, 1964, p.183). Portanto, invocar não é o mesmo que evocar. A “invocação dos santos” nada mais é que pedir sua intercessão; é a prática católica. A “evocação dos mortos” é a prática dos espíritas, a qual é inteiramente condenável. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora, a evocação dos mortos, ou necromancia, se dá com base na crença espírita de que os espíritos dos falecidos podem perambular pelo mundo atendendo às nossas exigências. Neste sentido, o homem poderia perfeitamente evocar sua presença ou seus conselhos, donde surgem as práticas espíritas de psicografia, psicofonia, vidência, entre outras. A evocação dos mortos sugere que o homem tem o poder de trazer um espírito à terra. Há, portanto, uma pretensão de domesticar os poderes divinos; é a soberba do homem que se acha Deus. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Somente Deus poderia, por iniciativa Sua, permitir a aparição de uma alma ou anjo, como permitiu que a alma de Samuel se manifestasse quando Saul foi à necromante (cf. I Samuel 28,7-25), ou como quando enviou o Arcanjo Gabriel (cf. Lucas 1,26) para anunciar a Maria que Ela seria a Mãe do Filho de Deus, ou quando das aparições da Virgem Santíssima é tantos lugares ao longo das épocas. Somente Deus, por sua própria iniciativa, poderia permitir a manifestação de Samuel, da Virgem Maria ou do Anjo Gabriel. Não é o homem quem tem poder para decidir ou exigir tal coisa, como fazem e pregam os espíritas, que exigem a presença, a manifestação e mesmo a aparição dos espíritos em suas reuniões, como se tivessem algum poder para isso; e se estes espíritos aparecem não se tenha dúvidas de que na verdade são demônios enganadores. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, o espírita evoca os mortos pretendendo deles retirar verdades sobre o além ou com seu auxílio levar à cabo práticas como a adivinhação. Foi isto que fez Saul, recorrendo à necromante da seguinte maneira: “Predize-me o futuro, evocando um morto” (I Samuel 28,8). Veja-se que a intenção de Saul ao evocar os espíritos era claramente a de obter conhecimentos ocultos, de verdades do além ou do futuro. É isto que faz o espírita. Evoca os mortos para deles obter conhecimentos ocultos. Além de querer domesticar os poderes divinos, exigindo a manifestação das almas como se tivesse poder para tanto, ainda deseja ser onisciente como Deus, pela obtenção de conhecimentos ocultos. É a soberba do homem que se acha Deus, e que dá ouvidos às tentações da Serpente maligna, que disse: &lt;em&gt;“Sereis como deuses”&lt;/em&gt; (Gênese 3,5). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O católico, ao contrário, ao pedir a intercessão dos santos, como já vimos, apenas eleva-lhe pedidos; roga-lhe que interceda junto a Cristo em seu favor, para que possa obter a graça ou o bem que lhe for necessário naquele momento, seja um bem material ou um bem espiritual. Não há aí, na oração do católico aos santos, nenhuma intenção de exigir a manifestação das almas – pois o católico sabe que somente Deus tem poder para realizar tal coisa – ou de obter pretensos conhecimentos ocultos – o católico entrega o futuro nas mãos de seu Senhor: &lt;em&gt;“Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado”&lt;/em&gt; (Mateus 6,34); e o católico conhece sua miséria humana e sabe que somente seu Senhor é onisciente, não tendo nenhuma intenção de igualar-se a Ele nisso. Há, portanto, uma cabal diferença entre a perniciosa necromancia praticada pelos espíritas e a intercessão dos santos, à qual recorre a Igreja Católica. São óleo e água. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Igreja o condena: &lt;em&gt;“Todas as práticas de magia ou de feitiçaria com as quais a pessoa pretende domesticar os poderes ocultos, para colocá-los a seu serviço e obter um poder sobrenatural sobre o próximo – mesmo que seja para proporcionar a este a saúde –, são gravemente contrárias à virtude da religião. Essas práticas são ainda mais condenáveis quando acompanhadas de uma intenção de prejudicar outrem, ou quando recorrem ou não à intervenção dos demônios. O uso de amuletos também é repreensível. O espiritismo implica freqüentemente práticas de adivinhação ou de magia. Por isso a Igreja adverte os fiéis a evitá-lo” &lt;/em&gt;(Catecismo da Igreja Católica, n.2117). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E O Senhor Deus ordena: &lt;em&gt;“Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou à evocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, teu Deus, expulsa diante de ti essas nações. Serás inteiramente do Senhor, teu Deus”&lt;/em&gt; (Deuteronômio 18,10-13). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-5276090499972289641?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/5276090499972289641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/07/evocacao-dos-mortos-pelos-espiritas-e-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/5276090499972289641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/5276090499972289641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/07/evocacao-dos-mortos-pelos-espiritas-e-o.html' title='A evocação dos mortos pelos espíritas é o mesmo que a invocação dos santos pelos católicos?'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-112088459900582475</id><published>2010-07-09T16:29:00.014-03:00</published><updated>2010-07-10T15:09:57.739-03:00</updated><title type='text'>“ADORAÇÃO” E MEDIAÇÃO DE MARIA E DOS SANTOS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Resolvi postar sobre este assunto por causa de uma amiga católica, a Michele, que tinha dúvidas sobre os santos. Espero que tenha conseguido responder a esta questão,&amp;nbsp;através da&amp;nbsp;qual somos muito inqueridos e por muitas vezes atacados pelos nossos irmãos protestantes (e/ou evangélicos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Rogério de Paula&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eventualmente&amp;nbsp;evangélicos afirmam que católicos adoram Maria e os santos. Em primeiro lugar é preciso entender o significado da palavra “adoração”. Em sentido estrito, só se pode adorar a Deus, mas em sentido impróprio, a escritura fala de adoração em vários lugares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Adoração em sentido estrito:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; "&lt;em&gt;Ao Senhor teu Deus adorarás e só a Ele prestarás culto”&lt;/em&gt; (MATEUS 4, 10; LUCAS, 4, 8).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; São Lucas em ATOS 10, 25-26 narra que Cornélio, ao receber São Pedro, &lt;em&gt;“saiu-lhe ao encontro e prostrou-se a seus pés, adorando-o. Mas Pedro reergueu-o dizendo: 'Levanta-te, pois eu também sou apenas homem' ”&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O apóstolo São João narra no APOCALIPSE 19, 10 que ele se prostrou aos pés de um Anjo para o adorar, mas este lhe disse: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Não! Não o faças! Sou servo como tu e como teus irmãos que têm o testemunho de Jesus. É a Deus que deves adorar!”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;strong&gt;Adoração em sentido impróprio:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Erguendo os olhos, Jacó viu que chegava Esaú com quatrocentos homens. Dividiu então as crianças entre Lia, Raquel e as duas servas, e colocou à frente as servas e seus filhos, mais atrás Lia e seus filhos e por último Raquel e José. E ele mesmo, passando adiante de todos, por sete vezes PROSTROU-SE por terra antes de abordar seu irmão”&lt;/em&gt; (GÊNESIS 33. 1-3)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Então Iahweh abriu os olhos de Balaão. E ele viu o Anjo de Iahweh parado na estrada, tendo a sua espada desembainhada na mão. Inclinou-se e se prostrou com a face em terra”&lt;/em&gt; (GÊNESIS 33, 1).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Joab caiu com o rosto em terra, prostrou-se e bendisse o rei”&lt;/em&gt; (SAMUEL 14, 22).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Betsabeia se inclinou e se prostrou diante do rei sem que Davi, nosso senhor, o soubesse?”&lt;/em&gt; (1 REIS 1, 16)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “&lt;em&gt;Eliseu chamou Giezi e disse-lhe: ‘Chama a sunamita’. Chamou-a e, quando ela chegou perto de Eliseu, este lhe disse: ‘Toma teu filho’. Ela entrou, lançou-se a seus pés e prostrou-se por terra; depois tomou seu filho e saiu"&lt;/em&gt; (2 REIS 4, 36-37).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Depois Davi disse a toda a assembleia: ‘Bendizei, pois a Iahweh, vosso Deus!’ E toda a assembleia bendisse a Iahweh, Deus de seus pais, e se ajoelhou para se prostrar diante de Deus e diante do rei”&lt;/em&gt; (1 CRÔNICAS 29, 20).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A Adoração de que fala a Escritura nestes textos não é propriamente adoração, e, sim, veneração profunda que se demonstra com a prostração. A Escritura narra estes fatos sem reprová-los, porque o sentido deles é fácil de entender-se, entre os orientais principalmente. É neste sentido que, em português antigo, falavam alguns autores de adoração dos Anjos e Santos. Estavam, pois, muito de acordo com a Sagrada Escritura. (1)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dependendo da tradução, utiliza-se o termo adoração ou veneração. É o caso desta passagem de Atos dos Apóstolos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Pois esta noite apareceu-me um anjo do Deus ao qual pertenço e a quem ADORO” &lt;/em&gt;(Atos 27, 23, tradução da Bíblia de Jerusalém).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Nesta noite apareceu-me um anjo do Deus ao qual pertenço e a quem venero”&lt;/em&gt; (Atos 27, 23, tradução da Bíblia do Peregrino).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Hoje em dia de usa o termo adoração só para Deus. E para a Santíssima Virgem e os Santos se usa o termo veneração. (1)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os católicos distinguem claramente entre adoração, que devemos somente a Deus/criador e Jesus Cristo Salvador, e veneração, que implica respeito, admiração, imitação, amor, etc., como se costuma demonstrar aos pais, a heróis da pátria ou da Igreja, erguendo em honra deles monumentos, e dando seus nomes a cidades, montanhas, praças, ruas, etc. Nada mais humano e também bíblico! (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; ]&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; ADORAR EM ESPÍRITO E VERDADE&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Mas vem a hora – e é agora – em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade, pois tal são os adoradores que o Pai procura. Deus é espírito e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade” &lt;/em&gt;(JOÃO 4, 23-24).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Deste trecho os protestantes deduzem contra a Igreja Católica a abolição de todo culto externo, principalmente o culto das imagens. Mas é dar à palavra de Jesus uma extensão que não tem. Jesus apenas quer dizer à Samaritana que vai ser abolido o culto da lei antiga e que não será necessário ir mais ao templo de Jerusalém para ali adorar a Deus porque, na nova religião cristã não são as formas antigas, prescritas por Moisés, que vão agradar a Deus, e sim a adoração em “espírito e verdade”, isto é: adoração espiritual e sincera, não só externa, mas partindo do íntimo da alma, sobretudo adoração de almas em estado de graça. (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Portanto, somos acusados injustamente de três coisas: 1) adorar imagens; 2) adorar a pessoa de Maria e dos Santos, pois só se deve adorar a Deus; e 3) colocar outros mediadores entre Deus e os homens além de Jesus Cristo. Vamos esclarecer estes três pontos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1 – A “ADORAÇÃO” DE IMAGENS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os protestantes dizem que os católicos praticam a idolatria, fazendo e adorando imagens, o que Deus proibiria na bíblia quando diz:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Não farás para ti escultura alguma do que está em cima nos céus, ou abaixo sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra”&lt;/em&gt; (Êxodo 20, 4).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Porém, o mesmo Deus, no mesmo livro do Êxodo, manda Moisés fazer dois querubins de ouro e colocá-los por cima da Arca da Aliança (Ex. 25, 18-20). Manda, também, fazer uma serpente de bronze e colocá-la por cima duma haste [cruz?], para curar os mordidos pelas serpentes venenosas (Num. 21, 8-9). Manda, ainda, a Salomão enfeitar o templo de Jerusalém com imagens de querubins, palmas, flores, bois e leões (1 Reis 6, 23-35 e 7, 29). (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Seria então uma blasfêmia considerar Deus esclerosado ou contraditório, já que num lugar da Bíblia manda fazer imagens, esquecido que no outro lugar o teria proibido! Ora, os primeiros cristãos martirizados aos milhares porque se recusavam a adorar imagens de deuses falsos, estudaram a Bíblia com mais atenção e respeito. Eles não tiravam esses trechos proibitivos de seu contexto e, comparando-os com outros, ficaram convencidos de que Deus proíbe apenas fazer imagens de deuses falsos e adorá-los, como o faziam pagãos, mas Ele não proíbe fazer outras imagens. (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eis o verdadeiro sentido desta proibição bíblica, no seu contexto: &lt;em&gt;“Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de minha face. Não farás para ti escultura alguma do que&lt;/em&gt; (daqueles falsos deuses, que na errada imaginação dos pagãos) &lt;em&gt;está em cima dos céus, ou abaixo sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles e não lhes prestarás culto”&lt;/em&gt; (à imitação dos pagãos) (Ex. 20, 2-5). Esta proibição, intencionada por Deus, repete-se em vários lugares da Bíblia, como por exemplo, &lt;em&gt;“Não adores nenhum outro deus”&lt;/em&gt; (Ex. 34, 14) ou &lt;em&gt;“Não farás para ti deuses fundidos”&lt;/em&gt; (por causa do bezerro de ouro que os judeus fizeram para adorar) (Ex. 34, 17). (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por isso os primeiros cristãos pintaram nas catacumbas muitas imagens das cenas bíblicas do Antigo e Novo Testamento, e legaram, para a veneração dos séculos posteriores, as imagens de Cristo-Sofredor, na toalha de Verônica e no sudário sepulcral, guardado em Turim na Itália. (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Alguns santos dos primeiros séculos afirmavam que as imagens da Bíblia, da Via Sacra, de Jesus crucificado e dos santos são o único “livro” que também os pobres e analfabetos entendem e aproveitam. Isso vale, ainda hoje, para milhões de pessoas. (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O sentido da veneração das imagens, segundo a tradição dos Apóstolos, está resumido nesta benção de imagens, do Ritual Católico:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; “Deus eterno e Todo-Poderoso, vós aprovais a escultura ou a pintura das imagens dos vossos santos, para que à sua vista possamos meditar os seus exemplos e imitar as suas virtudes. Nós vos pedimos que abençoeis e santifiqueis esta (s) imagens, feita(s) para recordar e honrar o vosso Filho Unigênito e nosso Senhor Jesus Cristo (ou: o(s) Santo(s) NN.), que por seus merecimentos e intercessão, alcancem no presente a vossa graça e, no futuro, a glória eterna. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém”. (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Portanto, a proibição de Deus está em adorar imagens, e não simplesmente confeccioná-las. O pecado está na idolatria, ou seja, fazer da imagem um deus, imaginar que uma escultura possa ter qualquer poder divino. A doutrina católica é bem clara para esclarecer isso, que as imagens devem ser apenas veneradas por aquilo que elas representam, da mesma forma que guardamos uma fotografia de alguém que estimamos muito. Qualquer adoração ou superstição praticada por “católicos” ou pessoas de outras crenças envolvendo imagens está em desacordo com os ensinamentos cristãos. Nenhuma imagem tem qualquer poder em si mesma. Vamos tomar como exemplo uma estatueta ou uma pintura que represente o Cristo. Mesmo que até mesmo represente o rosto humano do Deus verdadeiro, não se pode atribuir a esta imagem qualquer poder extraordinário. Quem tem poder é Jesus e não sua imagem em um retrato ou estátua. A função desta imagem é simplesmente fazer com que, através do sentido da visão, lembremo-nos de nosso amor por Ele. Um crucifixo com a imagem de Jesus crucificado, por exemplo, faz-nos lembrar da forma como Ele morreu para resgatar nossos pecados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Idolatria tem um sentindo muito mais amplo do que apenas adorar uma imagem no lugar de Deus. Existem outros sentidos na Bíblia para a idolatria. Podemos trocar Deus pelo dinheiro, prazer, status, poder, prostituição, etc.. Eis aí a grande idolatria do mundo atual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 – A “ADORAÇÃO” A MARIA E AOS SANTOS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O catolicismo deixa bem claro o papel de Maria e dos Santos apenas como nossos intercessores junto a Deus no céu, pois todo o poder só pode vir Dele e de Seu Cristo. Portanto, Maria não é deusa e tampouco os santos são deuses. Assim, não adoramos Nossa Senhora e nem qualquer santo, apenas os veneramos e admiramos como figuras importantíssimas pertencentes à Igreja Cristã.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nos textos bíblicos o próprio Deus venera os nomes dos santos patriarcas, permitindo ser denominado &lt;em&gt;“o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó”&lt;/em&gt; (Ex. 3, 6). (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Foi Deus que enviou o anjo Gabriel para saudar a Virgem Maria: &lt;em&gt;“Ave Maria, cheia de graça!”&lt;/em&gt; (Lc 1, 28) e colocou na boca de Isabel as palavras inspiradas: “Bendita és tu entre as mulheres” (Lc 1, 42). (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inspirada pelo Espírito Santo, Maria diz: &lt;em&gt;“Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada”&lt;/em&gt; (Lc 1, 48). (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Cumprindo estas profecias bíblicas e repetindo, com respeito e amor na oração da “Ave Maria”, a saudação do anjo Gabriel e de Isabel, os católicos seguem, coerentemente, as indicações da Bíblia. (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Desde os tempos bíblicos, Deus operava milagres pelas mãos dos santos. Um grande exemplo se deu através do Apóstolo Paulo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Entretanto, pelas mãos de Paulo, Deus operava milagres não comuns. Bastava, por exemplo, que sobre os enfermos se aplicassem lenços e aventais que houvessem tocado seu corpo: afastavam-se deles as doenças, e os espíritos maus saíam” &lt;/em&gt;(Atos 19, 11-12).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3 – EXISTEM OUTROS MEDIADORES JUNTO A DEUS?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A própria Bíblia aplica o título e “mediador” também a Moisés (Dt 5, 5):&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Eu fui naquele tempo intérprete e mediador entre o Senhor e vós”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E S.Paulo, na mesma carta em que declara Jesus como único mediador entre Deus e os homens, indica também mediadores “secundários” (1 Tm 2, 1-5): &lt;em&gt;“Recomenda que se façam preces, orações, súplicas e ações de graças por todos os homens...”&lt;/em&gt;. Pois, fazer orações por outros é, de fato, ser intercessor e mediador entre Deus e os outros. (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para aqueles que admitem que os vivos podem interceder em favor dos outros, mas negam esta possibilidade aos falecidos, mesmo a Virgem Maria e aos santos, a Bíblia afirma em 2 Macabeus 15, 12-15: &lt;em&gt;“Parecia-lhe &lt;/em&gt;(a Judas Macabeu) &lt;em&gt;que Onias, sumo sacerdote&lt;/em&gt; (já falecido!) &lt;em&gt;orava de mãos estendidas por todo o povo judaico. Onias apontando para ele disse: ‘Este é amigo de seus irmãos e do povo de Israel; é Jeremias (falecido!), profeta de Deus, que ora muito pelo povo e por toda a cidade santa’ ”&lt;/em&gt;. (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se, pois, de acordo com o texto bíblico, Moisés e Timóteo em vida, e Onias e Jeremias depois da morte, como ainda muitas outras pessoas, rezam a Deus e são mediadores entre Ele e o povo, parece incoerente impedir a quem quer que seja a intercessão a Maria e aos Santos. Por isso, desde os primeiros séculos, os fiéis cristãos rezavam: “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte”. (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Portanto, as palavras de S.Paulo...&lt;em&gt;”Há um só mediador entre Deus e homens, Jesus Cristo, Homem”&lt;/em&gt;, a tradição apostólica as entendia como sendo Jesus Cristo o único Mediador (primeiro) que nos mereceu todas as graças e a salvação eterna, pela sua vida, morte e ressurreição. Só ele pode nos dar dos seus méritos, sem recorrer a nenhum outro mediador. Enquanto sua mãe, Maria, e os Santos intercedem por nós pecadores, como mediadores secundários, por meio de Jesus, recorrendo a seus méritos e sua mediação. Por isso, cada oração litúrgica termina: “Por nosso Senhor Jesus Cristo...” Esta verdade herdamos dos primeiros cristãos. Antes de serem escritos os Evangelhos, eles aprenderam no “Símbolo Apostólico” (ou credo dos Apóstolos) “Creio na Comunhão dos Santos”. (2)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os próprios anjos oferecem nossas preces a Deus como “mediadores” e rogam por nós diante do trono de Deus:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Outro Anjo veio postar-se junto ao altar, com um turíbulo de ouro. Deram-lhe grande quantidade de incenso para que o oferecesse com as orações de todos os santos, sobre o altar de ouro que está diante do trono. E, da mão do Anjo, a fumaça do incenso com as orações dos santos subiu diante de Deus” &lt;/em&gt;(APOCALIPSE 8, 3-4).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;“Então falou o Anjo de Iahweh: ‘Iahweh dos Exércitos, até quando demorarás ainda a ter piedade de Jerusalém e das cidades de Judá, contra as quais estás irado, há setenta anos?”&lt;/em&gt; (ZACARIAS 1, 12).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1 – Pe. Antônio Miranda, SDN. &lt;strong&gt;Súmula Bíblica&lt;/strong&gt;. Textos bíblicos para refutação dos principais erros contra a fé católica. 5ª. Ed., Manhumirim-MG: Editora O Lutador, 1960.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 – Pe. Vicente, SVD. &lt;strong&gt;Respostas da Bíblia&lt;/strong&gt;. A partir do seu sentido original. Porto Alegre: Livraria Editora Padre Reus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - &lt;strong&gt;A Bíblia de Jerusalém&lt;/strong&gt;, Paulus Editora, 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Schökel, L.A. &lt;strong&gt;A Bíblia do Peregrino&lt;/strong&gt;. 2a. ed., São Paulo: Paulus, 2006.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-112088459900582475?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/112088459900582475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/07/adoracao-e-mediacao-de-maria-e-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/112088459900582475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/112088459900582475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/07/adoracao-e-mediacao-de-maria-e-dos.html' title='“ADORAÇÃO” E MEDIAÇÃO DE MARIA E DOS SANTOS'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-3146187738795512056</id><published>2010-06-19T15:06:00.009-03:00</published><updated>2010-07-15T15:11:33.125-03:00</updated><title type='text'>"Onde está Jesus Cristo, aí está a Igreja Católica"</title><content type='html'>&lt;object height="344" style="background-image: url(http://i4.ytimg.com/vi/kkfhX_xhCcw/hqdefault.jpg);" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kkfhX_xhCcw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/kkfhX_xhCcw&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1" width="425" height="344" allowScriptAccess="never" allowFullScreen="true" wmode="transparent" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Igreja Romana desde o primeiro século foi identificada com a palavra “católica”. que vem do adjetivo grego "catholicós", derivado do advérbio "cathólou", que significa: “no conjunto”, “em geral”, “em todo o lugar”, “universalmente”. &lt;em&gt;(Cantalamessa, R. A poderosa unção do Espírito Santo. Campinas: Raboni Editora, 1996). &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Santo Inácio (67 – 110 d.C.), bispo de Antioquia, primeira cidade onde os seguidores de Jesus foram chamados de cristãos, é o mais antigo exemplo do emprego da expressão Igreja Católica. Ele disse em sua Epístola aos Esmirniotas: "Onde aparece o bispo, aí esta a multidão, do mesmo modo que onde está Jesus Cristo, aí está a Igreja Católica" (Patrística. Padres Apostólicos. São Paulo: 1995). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas Catequeses ditas de São Cirilo (315-386), bispo da Igreja de Jerusalém encontra-se a melhor descrição do conteúdo do adjetivo "catholicós" aplicado à Igreja:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Igreja é dita “católica” porque se encontra no mundo inteiro, de uma fronteira à outra do universo; porque ensina todos os dogmas, porque tem como súditos todos os homens...Porque cura em todo lugar todas as espécies de pecados cometidos com a alma e com o corpo. Porque possui em si mesma cada espécie do que se chama virtude, em palavras, em obras e em todo tipo de carisma espiritual &lt;em&gt;(Cantalamessa, R. A poderosa unção do Espírito Santo. Campinas: Raboni Editora, 1996).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-3146187738795512056?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/3146187738795512056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/06/comercial-da-igreja-catolica-nos-eua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/3146187738795512056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/3146187738795512056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/06/comercial-da-igreja-catolica-nos-eua.html' title='&quot;Onde está Jesus Cristo, aí está a Igreja Católica&quot;'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-8497012686930040763</id><published>2010-06-13T22:03:00.010-03:00</published><updated>2010-07-10T15:15:54.310-03:00</updated><title type='text'>O ANO SACERDOTAL E A BATALHA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No último dia 11 de junho de 2010 o Papa Bento XVI encerrou o ano sacerdotal que começou no dia 19 de junho de 2009. Os tristes acontecimentos de escândalos sexuais que envolveram clérigos católicos, justamente nesta época, e o ataque da mídia que visa prejudicar ao máximo a Santa Igreja não foram coincidência. Com certeza essas notícias diminuirão muito agora que o ano sacerdotal acabou. Os motivos destes ataques podem ser entendidos lendo esta interessante matéria do Pe. Paulo Ricardo que saiu na Revista da Comunidade Canção Nova.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Rogério de Paula&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O ANO SACERDOTAL E A BATALHA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Creio na Igreja Católica...&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Jr.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Vigário judicial da Arquidiocese de Cuiabá – MT e membro do COINCAT – Conselho Internacional para a Catequese do Vaticano.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando em 2009 o Papa Bento XVI proclamou o ano sacerdotal, exortando a todos os fiéis que orassem pela santificação dos sacerdotes, estava declarando uma verdadeira guerra ao Inferno. Afinal foi o próprio Senhor Jesus quem recordou ao primeiro Papa que as forças do inferno não podem vencer a Igreja (cf. Mt 16, 18).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se esta certeza da vitória final da Igreja nos enche o coração de esperança, também nos serve de alerta. Enquanto estivermos neste mundo haverá combate. E neste combate é importante compreendermos a estratégia do inimigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Digo isto porque, o Inimigo não é estúpido. Muito pelo contrário, é inteligente e utiliza a sua inteligência e todas as suas forças para seu objetivo principal que é destruir a Igreja. E isto já estava previsto na profecia: "porei inimizade entre ti e a mulher" (Gn 3, 15). Mas é bom lembrar que, quando se trata de uma luta de vida e morte, todo lutador procura atingir o adversário em um de seus pontos vitais. Se existe a possibilidade de se atingir o inimigo com um tiro na cabeça ou no coração, porque desperdiçar munição atirando em seus pés? Ora, Satanás sabe perfeitamente qual é o ponto vital da Igreja: a Eucaristia. A Igreja vive da Eucaristia – Ecclesia de Eucharistia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se é assim, compreende-se imediatamente a importância do sacerdócio. Tentando destruir o sacerdócio católico e declarando guerra aberta aos nossos padres, o demônio está tentando destruir a Igreja, atingindo-lhe o coração. Sem sacerdotes não há Eucaristia, sem Eucaristia não há Igreja.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não nos deixemos enganar. A guerra midiática travada contra a Igreja ao redor dos escândalos sexuais de alguns sacerdotes não é uma batalha pela moralidade, nem uma preocupação com a castidade dos menores envolvidos. Em toda esta crise é o Santo Padre que tem manifestado enfaticamente a sua solidariedade às vítimas de abusos sexuais e tem dado orientações claras de que não devemos encobrir estes pecados vergonhosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É extremamente significativo que as mesmas pessoas que rasgam as vestes diante dos escândalos sexuais de padres, não façam nada para tutelar a pureza dos menores. Mas, ao contrário, apóiam a distribuição gratuita de camisinhas e lubrificantes sexuais aos nossos filhos, nas escolas públicas e em postos de saúde. Trata-se da mesma corja que patrocina programas de deseducação sexual em TVs abertas e alardeia como "direitos sexuais" as depravações da moda. Não posso crer que estes lobos ferozes, que em sua maioria leva uma vida muito distante da castidade cristã, tenham se transformado milagrosa e repentinamente em uma legião de anjos da guarda, que zelam pela pureza de nossos filhos. Diria que mais se parecem com aqueles abutres que rodeiam um animal ferido e que fazem o possível para lhe abreviar a agonia para tirar proveito, o quanto antes de sua carcaça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E a vítima, quem é? Um punhado de padres pedófilos? Não, mas sim o sacerdócio católico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não nos iludamos. Esta reação em massa não se explica apenas como um empreendimento humano. São Paulo nos lembra que não é contra a carne e nem contra o sangue que lutamos, mas contra espíritos malignos espalhados pelo espaço (cf. Ef. 6, 12). A raiz do problema é, portanto espiritual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, se é assim, qual deve ser a nossa reação espiritual? Precisamos crer mais fortemente no sacerdócio católico; rezar e oferecer sacrifícios pela conversão e santificação dos sacerdotes, não somente neste ano sacerdotal, mas sempre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Precisamos nos dar conta da grandeza do sacerdócio e da fragilidade de nossos sacerdotes. A grandeza do sacerdócio nos leva a considerar humildemente o quanto dependemos destes ministros do Senhor. Sem eles não temos as duas coisas mais importantes que podemos fazer em nossa vida espiritual: receber o perdão dos pecados e a eucaristia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta grandeza do sacerdócio me leva a ser ousado e a professar minha fé neste grande dom de Deus. Já disse várias vezes, e algumas pessoas se escandalizaram com isto, que se na hora de minha morte eu tivesse de escolher entre ter ao meu lado a Virgem Imaculada e um sacerdote imundo e criminoso, eu preferiria ter o sacerdote. E a razão é muito simples. Nossa Senhora é maior e mais santa do que aquele padre miserável, mas não sendo sacerdote, ela não pode me dar os últimos sacramentos e o perdão de meus pecados. O sacerdote pode.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Igreja não vive de reuniões, marketing e estratégias. A Igreja vive de Eucaristia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por felicidade nossa, porém, nós católicos não precisamos fazer esta escolha. Podemos ter em nosso leito de morte, ao mesmo tempo, nossa Mãe santíssima e um sacerdote que, esperemos, esteja trilhando o caminho da santidade e da virtude.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como uma arma neste combate, Deus nos presenteou com o Papa certo, na hora certa. Ele não é apenas um grande teólogo, mas também um homem espiritual que sabe com que armas a Igreja pode lutar. A Igreja não vive de reuniões, marketing e estratégias. A Igreja vive da Eucaristia. E os sacerdotes são os instrumentos de Deus que nos fazem entrar nesta vida. Ao convocar um ano sacerdotal para a santificação dos sacerdotes, o Santo Padre o Papa se colocou na linha de frente de uma grande batalha espiritual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isto, recordemo-nos também de rezar e oferecer sacrifícios por este grande homem de Deus, o Papa Bento XVI. Que o Senhor o conforte nesta grande batalha espiritual e lhe dê a certeza de que não está sozinho, mas cercado de uma multidão de irmãos (cf. Rm 8, 29).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-8497012686930040763?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/8497012686930040763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/06/o-ano-sacerdotal-e-batalha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/8497012686930040763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/8497012686930040763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/06/o-ano-sacerdotal-e-batalha.html' title='O ANO SACERDOTAL E A BATALHA'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-1875933692867152633</id><published>2010-04-21T15:00:00.013-03:00</published><updated>2010-07-10T15:18:34.610-03:00</updated><title type='text'>Os inimigos da Santa Igreja - Sonho de São João Bosco</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São João Bosco teve um sonho para os nossos dias. Um sonho que denuncia como o demônio visa destruir a Igreja Católica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns pensadores católicos afirmam que por séculos o inimigo tentou destruir a Igreja por fora, ou seja, através de impérios e governos. Tendo fracassado, nos nossos tempos, o ataque se realiza também por dentro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que estaria acontecendo com a Igreja hoje? "Contaminação" pelo secularismo e relativismo, pedofilia e pecados contra a castidade no clero, falsas teologias, que não se preocupam com a oração e os sacramentos, falta de espiritualidade... Estaria assim se confirmando as proféticas palavras do Papa Paulo VI que dizia que a FUMAÇA DE SATANÁS ENTRA NA IGREJA DE DEUS?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fora da Igreja (aqui se entende como todos aqueles que não possuem fé) vemos uma marcante degradação moral, uma deteriorização da família, um anti-catolicismo alimentado pela mídia, indiferença religiosa, e as tentativas políticas de se aprovarem leis favoráveis ao aborto e contra a doutrina cristã em geral. Porém, nada disso pode nos assustar, porque Jesus Cristo disse a Pedro que as portas do inferno jamais prevaleceriam sobre a Igreja (Mateus 16, 18).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Papa Bento XVI afirmou recentemente que o problema maior da Igreja está dentro dela mesmo e não fora. O Santo Padre ao ser questionado e cobrado por causa dos casos de pedofilia no clero, afirmou que o mal nunca poderá prevalecer sobre o bem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em seu sonho profético do século 19, Dom Bosco fala dos tempos finais, de uma batalha espiritual onde dois papas estão no comando da barca de São Pedro (a Igreja), mas não revela quem os são. O santo profetiza sobre um pontífice na liderança da Igreja, que ferido gravemente, cai, mas se levanta novamente e continua em seu posto, porém quando cai pela segunda vez, ele morre. Contudo, um outro papa é eleito rapidamente, e o substitui em seu posto. É bem provável que o papa caído e morto seja João Paulo II. O Saudoso Papa sofreu um atentado em 1981 mas sobreviveu, vindo a morrer em 2005. Também é possível que o papa que assume o "timão" desta "barca" seja o Papa Bento XVI, pois o seu conclave terminado em 19 de abril de 2005 foi um dos mais rápidos da história, tendo apenas quatro votações e duração de apenas 22 horas. Após apenas 22 dias da morte do Papa João Paulo II, no dia 24 de abril do mesmo ano Joseph Ratzinger tomou posse em cerimônia na Basílica de São Pedro em Roma. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São profecias como esta de São João Bosco que fortalecem nossa fé e nos fazem ter orgulho de pertencer a uma Igreja tão linda e fortalecida pelo Espírito Santo. Vale a pena lê-la integralmente e meditar sobre ela em todos os seus detalhes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Rogério de Paula&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;OS DOIS PILARES QUE SUSTENTAM A IGREJA: MARIA E A EUCARISTIA. &lt;br /&gt;(Um sonho de Dom Bosco para estes tempos finais.) &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;QUEM FOI DOM BOSCO? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Bosco, filho de Francisco Bosco e de Margarida Occhiena, nasceu no dia 16 de agosto de 1815, em Becchi, minúsculo grupo de casas da pequena localidade de Murialdo, pertencente a Vila de Castelnuovo d’Asti (atualmente chamado Castelnuovo Dom Bosco), na região de Alto Monferrato, na Itália Setentrional. Desde criança manifestou o desejo de tornar-se padre. Em 25 de outubro de 1835, João recebe o hábito talal no Seminário de Chieri, e em 5 de junho de 1841, a ordenação sacerdotal. Veio a falecer em 31 de janeiro de 1888, aos 72 anos. A pedido do Papa Pio IX, São João Bosco registrou sua vida, suas obras, e as revelações recebidas, em seis cadernos, com o título de Memórias do Oratório de 1835 a 1885. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;REVELAÇÕES SOBRENATURAIS. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde os nove anos, o santo teve contatos maravilhosos com o mundo sobrenatural. Ele via o que é oculto para o resto dos homens, o mistério dos corações, os segredos das consciências, os pensamentos mais íntimos, e até o futuro das crianças e o fim de suas vidas. Além disso, páginas inteiras de história, o caminho dos acontecimentos futuros, tudo isso ele lia com uma lucidez maravilhosa, com uma clarividência rara. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;UMA VISÃO PROFÉTICA: SONHO DAS DUAS COLUNAS E DO NAVIO. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dom Bosco teve o sonho descrito abaixo em 1862, portanto antes da realização do Concílio Vaticano I, em 1870. Damos aqui a versão do sonho tal qual se acha na famosa obra de Lemoyne: Memórias Autobiográficas de Dom Bosco, vol VII, pp.169 a 171.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Dom Bosco, no dia 26 de maio, havia prometido aos jovens que lhes contaria alguma coisa bonita no último ou no penúltimo dia do mês. No dia 30 de maio, pois, contou, à noite, uma parábola ou semelhança, como ele quis chamá-la. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'Quero contar-lhes um sonho. É verdade que quem sonha não raciocina, todavia, eu, que lhes contaria até mesmo os meus pecados, se não tivesse medo de fazer que vocês todos fugissem e fazer cair a casa, lhes conto isso para utilidade espiritual de vocês. O sonho, eu o tive há alguns dias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imaginem vocês estarem comigo numa praia do mar, ou antes, sobre um escolho isolado, e de não ver outro espaço de terra a não ser aquele que lhes está sob os pés. Em toda aquela vasta superfície das águas se via uma multidão inumerável de navios em ordem de batalha, cujas proas eram terminadas por um agudo esporão de ferro em forma de lança, que, onde era dirigido, feria e traspassava qualquer coisa. Estes navios estavam armados com canhões, carregados com fuzis e armas de todo gênero, com matérias incendiárias, e também com livros, e avançavam contra um navio muito maior e mais alto que todos eles. Por meio do esporão, tentam chocar-se com ele, incendiá-lo, ou ao menos causar-lhe todo o dano possível.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aquela nave majestosa, ricamente adornada, era escoltada por muitas navezinhas que recebiam dela os sinais de comando e executavam manobras para se defender das frotas adversárias. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O vento lhes era desfavorável e o mar agitado parecia favorecer os inimigos. No meio da imensa extensão do mar elevavam-se acima das ondas duas robustas colunas, altíssimas, pouco distantes uma da outra. Sobre uma delas havia a estátua da Virgem Imaculada, em cujos pés pendia um longo cartaz com esta inscrição: Auxilium Christianorum (Auxílio dos Cristãos). Sobre a outra, que era muito mais alta e mais grossa, havia uma Hóstia de grandeza proporcional à coluna, e debaixo um outro cartaz com as palavras: Salus Credentium (Salvação dos que crêem). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Pontífice Romano, comandante supremo da grande nau, vendo o furor dos inimigos e a má situação em que se achavam as suas fiéis navezinha, decide reunir junto de si os pilotos dos navios auxiliares, para acordarem sobre o que se deveria fazer. Todos os pilotos sobem e se reúnem em torno do Papa. Mantêm uma reunião, mas, enfurecendo-se cada vez mais o vento e a tempestade, eles são mandados de volta para dirigir seus próprios navios. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ocorrendo um pouco de calmaria, o Papa reúne pela segunda vez em torno de si todos os pilotos, enquanto a nau capitania segue o seu curso. Mas a borrasca volta espantosa. O Papa permanece no timão, e todos os seus esforços são dirigidos a levar a nau para o meio daquelas duas colunas, de cujo cimo pendem, em toda a volta delas, muitas âncoras e grossos ganchos presos a correntes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os navios inimigos manobram para assaltá-la, e empregam todos os meios possíveis para detê-la e fazê-la afundar, algumas com livros e escritos; outras procurando lançar a bordo as matérias incendiárias de que estão cheias; outras com os canhões, com os fuzis, e com os esporões.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O combate se torna cada vez mais encarniçado. As proas inimigas se chocam violentamente com o navio do Pontífice, mas seus esforços e seu ímpeto se revelam inúteis. Em vão repetem o ataque e esgotam seu poder e munições. A grande nau prossegue segura e ilesa seu caminho. Ocorre por vezes que os golpes formidáveis descarregados em seus flancos abrem largas e profundas brechas, mas em seguida sopra um vento e as brechas se fecham e os furos se obstruem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E explodem os canhões dos assaltantes, despedaçam-se os fuzis, e todas as outras armas e os esporões; são destruídos muitos navios que se afundam no mar. Então, os inimigos, furibundos, começam a combater com armas brancas; e com as mãos, com os punhos, com blasfêmias e com maldições. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis que o Papa, ferido gravemente, cai. Os que estão junto a ele correm a ajudá-lo e o levantam, mas o Papa é ferido pela segunda vez, cai de novo e morre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um grito de alegria e de vitória ressoa entre os inimigos; sobre os seus navios se dá um louco frenesí. Mas tão logo morto o Pontífice, um outro Papa o substitui em seu posto. Os pilotos reunidos o elegeram tão subitamente que a notícia da morte do Papa chegou com a notícia da eleição do sucessor. Os adversários começam a perder o ânimo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O novo Papa dispersa e supera todos os obstáculos e guia o navio até as duas colunas. Chegando junto a elas, o ata com uma corrente que pendia da proa a uma âncora da coluna sobre a qual estava a Hóstia; e com uma outra corrente que pendia da popa o ata a uma outra âncora, que pendia da coluna sobre a qual estava colocada a Virgem Imaculada. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, aconteceu uma grande reviravolta. Todos os navios, que até aquele momento tinham combatido a nau do Papa, fogem, se dispersam, se chocam entre si e se despedaçam. Uns naufragam e arrastam a outros. Muitas navezinhas que tinham combatido valorosamente com o Papa se aproximam das duas colunas atando-se a elas com correntes. Muitas outras naus que por temor tinham se afastado e se encontravam a grande distância ficam prudentemente observando, até que, desaparecidos nos abismos do mar os restos de todos os navios destroçados, com grande vigor vogam em direção daquelas duas colunas, onde, chegando, se prendem aos ganchos pendentes das mesmas colunas, e aí ficam tranqüilas e seguras, junto com a nau principal, sobre a qual está o Papa. No mar se produz uma grande calma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dom Bosco, neste ponto, interrogou Dom Rua: 'Que pensa você deste relato?' Dom Rua respondeu: 'Parece-me que a nau do Papa seja a Igreja, da qual ele é o chefe: os navios, os homens, o mar são este mundo. Aqueles que defendem o grande navio são os bons afeiçoados à Santa Sé, os outros são os seus inimigos que com toda sorte de armas tentam aniquilá-la. As duas colunas de salvação, me parece que sejam a devoção a Maria Santíssima e ao Santíssimo Sacramento da Eucaristia. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dom Rua não disse nada sobre o Papa caído e morto, e Dom Bosco calou-se também sobre isso. Somente acrescentou: 'Disseste bem. É preciso somente corrigir uma expressão: as naus dos inimigos são as perseguições [à Igreja]. Preparam-se gravíssimos sofrimentos para a Igreja. O que até agora aconteceu é quase nada comparado com aquilo que deve acontecer. Os seus inimigos são figurados pelos navios, que tentam afundar, se pudessem, a nau capitania. Só restam dois meios para salvar-se entre tanta confusão: a devoção a Maria Santíssima e a freqüência à Comunhão. Todos devemos nos empenhar em os empregarmos e fazer com que sejam empregados em toda parte, e por todos. Boa noite! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa visão de Dom Bosco, narrada e resumida em poucas palavras, é própria para os nossos tempos. Do muito que se poderia dizer, o que nos cabe salientar aqui é que Deus está mostrando aos homens, através do sonho de Dom Bosco, que existem dois pilares, os quais nós não poderemos nunca deixar que se percam, que sejam suprimidos, que sejam eliminados, que são a EUCARISTIA e a poderosa proteção da VIRGEM MARIA. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A EUCARISTIA é a alma da igreja de Deus, o corpo precisa da alma para viver. Somos o corpo místico da igreja, portanto precisamos de Jesus-Alimento, Jesus-Eucaristia. Sem alimento, não vivemos mas morremos. Sem alimento espiritual, a alma perece; o corpo parece vivo mas a alma já está morta. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A VIRGEM MARIA é a presença maior dada por Deus pai e por Jesus para livrar-nos do demônio. Ela cuida da Igreja de Jesus desde os primeiros tempos de sua formação. As incansáveis súplicas, advertências, lágrimas de sangue vertidas dos olhos de estátuas, as manifestações sobrenaturais ocorridas em aparições, bem como as mensagens deixadas por ela durante aparições, muitas das quais ainda hoje continuam, vêm atestar o cuidado de uma mãe zelosa e preocupada com seus descaminhados e descuidados filhos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Certo dia, o Santo Cardeal Schuster disse a um salesiano: "Vi reproduzida a visão das duas colunas, que apareceram a Dom Bosco. Diga a seus superiores que a façam reproduzir em imagens e postais e as difundam por todo o mundo católico, porque essa visão de Dom Bosco é de grande atualidade: a Igreja e o povo cristão só se salvarão com estas duas devoções: A Eucaristia e Maria, Auxílio dos Cristãos".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-1875933692867152633?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/1875933692867152633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/04/os-inimigos-da-santa-igreja-sonho-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/1875933692867152633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/1875933692867152633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/04/os-inimigos-da-santa-igreja-sonho-de.html' title='Os inimigos da Santa Igreja - Sonho de São João Bosco'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-1414293320023295119</id><published>2010-02-27T16:07:00.004-03:00</published><updated>2010-06-24T09:18:34.061-03:00</updated><title type='text'>Pensando a fé na Quaresma: Só o amor leva à eternidade.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só se salva e ganha a vida eterna quem aceita Jesus? Nesse caso, só os cristãos serão salvos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando a pergunta vem viciada, a resposta já fica comprometida. A vida eterna não é uma realidade independente, que existe como uma coisa que se ganha ou se perde depois da morte em troca de ações que fizemos. Assim como um prêmio da loteria esportiva que se obtém com a cartela preenchida corretamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vida eterna já se inicia aqui na terra e constitui-se fundamentalmente pelas relações que criamos. O teólogo J. Ratzinger, hoje Bento XVI, escreveu: “Todo o amor quer eternidade – o amor de Deus não só a deseja como a realiza e é” (J. Ratzinger, Introdução ao Cristianismo. Preleções sobre o símbolo Apostólico, São Paulo, Herder 1970, p. 302). E, na encíclica Deus Caritas est, ele retoma idéia semelhante: “O primeiro é que entre o amor e o Divino existe qualquer relação: o amor promete infinito, eternidade – uma realidade maior e totalmente diferente do dia-a-dia da nossa existência”. “O amor visa à eternidade”. Traduzindo em linguagem simples, a eternidade não se ganha nem se perde, mas é o amor que vivemos aqui e que ultrapassa o tempo e o espaço para dentro da infinitude de Deus. Então toda pessoa que ama não ganha o céu, é já a eternidade feliz iniciada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E Jesus Cristo? Ele manifestou tal realidade em grau máximo e possibilitou-nos vivê-la, mas não necessariamente em relação explícita a ele. Desconhecendo Jesus, mas amando, alguém participa da fé nele. E, por isso, já vive a eternidade na medida do amor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A fé que salva é aquela que está informada de amor. Aceitar Jesus significa sair de si, cuidar do outro, realizar o que ele nos ensinou no Evangelho, mesmo sem saber que se trata dele. Que Jesus dirá aos que entrarão na sua glória eterna? Que ele teve fome, sede, foi peregrino, esteve nu, enfermo, preso e foi socorrido. Quando? Todo pequeno serviço que se fez a um dos irmãos menores foi a ele que se fez (Mateus 25,31-40). Aí está a melhor definição da fé em Jesus Cristo. O serviço da caridade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nessa perspectiva, a pergunta soa bem diferente. O correto seria perguntar: alguém que foi radicalmente egoísta, que não amou seu irmão, poderá salvar-se, quer seja cristão de Batismo ou não? A resposta soa: não. Não porque Deus o condene, mas porque ele se constitui um ser sem amor. E ser-sem-amor é idêntico a inferno. Vale o contrário. Quem saiu de si, amou os irmãos, foi fundamentalmente para os demais se salva, quer seja cristão ou não? Sim. Mais: ele já é céu aqui na terra e depois da morte se revelará plenamente a verdade de tal vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cristão que não ama não estabelece nenhuma relação de amor e de eternidade com Deus. Portanto, não pode conviver com um Deus que é amor, porque não quer amar. Um não cristão que ama, está em íntima relação com o Deus que é amor e, por conseguinte, já começou a ser céu e o será eternamente. Mais correto é dizer que somos céu e não que vamos ao céu. E só se é céu pelo amor. E o contrário. Não perdemos a vida eterna, não vamos para o inferno, como se fosse um lugar, mas nos tornamos inferno, porque não amamos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Santo Agostinho nos recorda que “somos o que amamos”. Se amamos somente a nós mesmos, somos solidão individual. Se amamos os irmãos, somos comunidade de amor. E a vida eterna não é nada mais do que comunidade de amor entre nós na força do amor de Deus que nos sustenta no ser, para sempre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: http://caminhandocomjesusemensageiros.blogspot.com/2010/02/pensando-fe-na-quaresma-so-o-amor-leva.html&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-1414293320023295119?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/1414293320023295119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/02/pensando-fe-na-quaresma-so-o-amor-leva.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/1414293320023295119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/1414293320023295119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/02/pensando-fe-na-quaresma-so-o-amor-leva.html' title='Pensando a fé na Quaresma: Só o amor leva à eternidade.'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-5059381094791352277</id><published>2010-01-27T17:46:00.008-02:00</published><updated>2010-07-10T15:32:33.139-03:00</updated><title type='text'>NOSSA VOCAÇÃO: SER IGREJA CATÓLICA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Autor: &lt;em&gt;Rinaldo Moreira da Silva&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Coordenador do Ministério de Pregação da RCC – Diocese de Santo Amaro, São Paulo-SP&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1) INTRODUÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste texto vamos verificar alguns pontos que nos levam a ser católicos e entender o porquê estamos na ÚNICA igreja fundada por Jesus. Principalmente nos dias atuais onde, já em 1995, o Papa João Paulo II disse que &lt;i&gt;&lt;b&gt;"as seitas se espalham na América Latina como uma mancha de óleo, ameaçando fazer ruir as estruturas da fé de muitas nações"&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, é necessário fundamentarmos nossa fé para que não nos percamos por falsas doutrinas (1 Timóteo 6,20; 2 Timóteo 4,3s).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2) IGREJA, NECESSÁRIA PARA SALVAÇÃO (Ef 2,19)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos tempos atuais, muito se fala da necessidade de buscarmos a Jesus, a Ele somente. Esse pensamento segue uma linha com um fim certo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;· Jesus sim, Igreja não;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;· Deus sim, Jesus não;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;· Por fim, Deus não;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse fim ocorre por ir na contra mão do grande São Tomás de Aquino que diz: &lt;i&gt;&lt;b&gt;"O bem de Cristo é comunicado a todos os membros, e essa comunicação se faz através dos sacramentos da Igreja"&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. Portanto, estar fora da Igreja Católica é ficar sem os sacramentos é um grande prejuízo espiritual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Podem perguntar: Por que a Igreja? E a resposta é a mesma que para a pergunta: Por que Cristo? Afinal, Deus enviou Jesus e Cristo enviou a Igreja.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"Cristo é a luz dos povos. Por isso, este sagrado concílio, congregados no Espírito Santo, deseja ardentemente que a luz de Cristo, refletida na face da Igreja ilumine a todos os homens, anunciando o Evangelho a toda criatura (Mc 16,15). E, porque a Igreja é em Cristo como que sacramento, isto é, sinal e instrumento, da união íntima com Deus e da unidade de todo o gênero humano, retomando o ensino dos concílios anteriores, propõe-se explicar com maior clareza aos fiéis e ao mundo inteiro, a sua natureza e a missão universal. As presentes condições do mundo tornam ainda mais urgente este dever da Igreja, a fim de que todos os homens, hoje mais intimamente ligados por vínculos sociais, técnicos e culturais, alcancem unidade total em Cristo" (Lúmen Gentium 1).&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Igreja é, portanto, a convocação do povo de Deus para constituir uma assembléia dos que, pela fé e pelo Batismo, se tornam filhos de Deus, membros de Cristo e templo do Espírito Santo. Esta convocação é a reação de Deus ao caos provocado pelo pecado. Tem sua origem e sua consumação no desígnio de amor do Pai, que preparou na Antiga Aliança com o povo de Israel, fundou em Jesus pela efusão do Espírito em Pentecostes e se consumará na pátria celeste.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"Cristo, Mediador único, constituiu e sustenta indefectivelmente sobre a terra, como organismo visível, a sua Igreja Santa, comunidade de fé, de esperança e de caridade, e por meio dela comunica a todos a verdade e a graça. Contudo, sociedade dotada de órgãos hierárquicos e corpo místico de Cristo....uma realidade única e complexa, em que se fundem dois elementos, o humano e o divino." (LG 8)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que o plano de salvação de Deus para nós passa pela vida nova em Jesus, que nos é dada no batismo. "Ao inculcar expressamente a necessidade fé e do batismo (Mc 16,15;Jo 3,5), ao mesmo tempo corroborou a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pela porta do batismo. Apoiado na Sagrada Escritura e na Tradição, esse concílio ensina que esta Igreja, peregrina na terra, é necessária para a salvação" (LG 14)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3) PRIMADO DE PEDRO E SUCESSÃO APOSTÓLICA (Mt 16, 13-19;Jo 20,15-17)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;a) &lt;b&gt;Minha Igreja&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus deixa claro o seu desejo de unidade (Jo 17) e de formar A SUA Igreja. Não "uma", não "a" mas a SUA. Por tudo o que vimos anteriormente, há a necessidade dessa assembléia, e Jesus deixou claro que, sobre a fé firme de Pedro, revelada do alto, ele a edificaria, pois como disse Teilhard de Chardin:&lt;i&gt;&lt;b&gt;"sem a Igreja o Cristo se esfacela".&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;b) &lt;b&gt;A Cabeça Visível&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora divina, a Igreja é formada por homens. E, sendo humana, Cristo, a Cabeça invisível, quis que ela tivesse também uma "cabeça visível", que fosse o seu "fator de unidade". Isso, porque nenhuma instituição humana sobrevive sem um chefe que mantenha a unidade. Podemos observar isso nas cidades (prefeitos), estados (governadores), nações (presidentes), empresas (patrões), comunidades (líderes) e assim por diante. Podemos compreender facilmente que Jesus sabia que, sem essa "cabeça visível" o Corpo se dividiria como as comunidades protestantes até hoje.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;c) &lt;b&gt;A eleição de Pedro&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jesus, já no primeiro encontro com Pedro, muda o seu nome (Jo 1,42), ato este que tem um profundo significado, pois tem a ver com a sua identidade e missão. Temos vários exemplos: O anjo anunciando o nome do menino Jesus, que quer dizer Deus salva (Mt 1,21); Abrão (pai elevado) para Abraão (pai de uma multidão);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além da passagem de Mateus, vemos Jesus chamando Pedro (após a tríplice negação) para apascentar o seu rebanho, chamado esse que não foi feito a nenhum outro. Sendo assim, vemos claramente a eleição dele por parte de Deus. Isso se comprova também pelo fato do nome de Pedro aparecer 171 vezes no novo testamento, seguido de João, que aparece 46, e sempre em destaque (Mt 10,1-4; Lc 6,12-16; At 1,13; Lc 9,32). Além disso, em outras passagens vemos a liderança do apóstolo: Jo 6,67; At 2,14; 2,38;3,6.12;4,8).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os primeiros teólogos, os padres da Igreja, usaram muito a frase &lt;i&gt;&lt;b&gt;"onde está Pedro está a Igreja. Onde está a Igreja está Cristo".&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; Ou seja, não existe a Igreja de Jesus Cristo sem Pedro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"O Romano Pontífice, como sucessor de Pedro, é o princípio e o fundamento perpétuo e visível da unidade, quer dos bispos, quer da multidão de fiéis". (LG 23)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;d) &lt;b&gt;Sucessão Apostólica&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Igreja é apostólica pelo fato de estar edificada sobre o fundamento dos apóstolos (Ef 2,20). Na sucessão apostólica, temos a transmissão, mediante o sacramento da ordem, da missão e poder dos Apóstolos a seus sucessores, os bispos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde os primórdios, havia a preocupação de verificar se a doutrina estava de acordo com o ensinado por Pedro e Paulo. Santo Irineu (202), que elaborou a primeira lista dos 12 primeiros papas, diz: &lt;i&gt;&lt;b&gt;"Porque, é com esta Igreja (de Roma), em razão de sua mais poderosa autoridade de fundação, que deve necessariamente concordar toda a Igreja... na qual sempre se conservou a tradição que vem dos apóstolos".&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; E após citar a lista dos papas, conclui: &lt;i&gt;&lt;b&gt;"É nesta ordem e sucessão que a tradição dada à Igreja desde os apóstolos, e a pregação da verdade, chegaram até nós. E está aí uma prova muita completa de que é única e sempre a mesma, a fé vivificadora que, na Igreja desde os apóstolos, se conservou até o dia de hoje e foi transmitida na verdade".&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Catecismo deixa claro, citando a bíblia: &lt;i&gt;&lt;b&gt;"Como poderiam crer naquele que não ouviram? E como poderiam ouvir sem pregador?E como podem pregar se não forem enviados?" &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;(Rm 10,14-15). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"Ninguém, nenhum indivíduo, nenhuma comunidade pode anunciar a si mesmo o Evangelho.Ninguém pode dar a si mesmo o mandato e a missão de anunciar o Evangelho.Ninguém pode conferir a si mesmo a graça; ela precisa ser dada e oferecida.Isto supõe ministros da graça autorizados e habilitados da parte de Cristo" (CIC 875)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4) INFALIBILIDADE E SUSTENTÁCULO DA VERDADE (1 Tim 3,15; 2 Tim 4,2-4)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"A infalibilidade se exerce quando o Romano Pontífice, em virtude da sua autoridade de supremo Pastor da Igreja, ou o Colégio dos bispos em comunhão com o Papa, sobretudo reunido num concílio ecumênico, proclamam com ato definitivo uma doutrina referente à fé ou à moral, e também quando o papa e os bispos, em seu Magistério ordinário, concordam em propor uma doutrina como definitiva (dogma). A esses ensinamentos todo fiel deve aderir com obediência da fé" (CIC 891).&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De que valeria Cristo deixar a Igreja como guia dos homens neste mundo se não lhe garantisse o domínio da verdade no campo da fé?Nada adiantaria, o seu legado se dissolveria pelo subjetivismo dos homens, como aliás acontece fora da Igreja.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infalibilidade não quer dizer impecabilidade. Porém, o pecados dos seus filhos não a impede de ser infalível na sua tarefa de ensinar. O teólogo Karl Rahner expressa essa verdade, dizendo:&lt;i&gt;&lt;b&gt;"Igreja santa, de homens pecadores".&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As promessas de Jesus comprovam essa graça: &lt;i&gt;&lt;b&gt;"Eis que estou convosco todos os dias" (Mt 28,20); "Tudo o que ligardes na terra será ligado no céu" (Mt 16,18;18,18). &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os santos confirmam essas promessas, exultando de alegria por essa graça de caminharmos na verdade de salvação que nos levará ao céu:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;· São Leão Magno (400-461), Papa e doutor da Igreja: &lt;i&gt;&lt;b&gt;"Quem se aparta da confissão da verdade, muda de caminho e o percurso inteiro se torna afastamento. Tanto mais próximo da morte estará quanto mais distante da Luz católica".&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;· Santa Teresa de Ávila (1515-1582), doutora, na época de Lutero: &lt;i&gt;&lt;b&gt;"Procurai a limpeza de consciência e humildade, desprezo de todas as coisas do mundo e fé inabalável no que ensina a santa Madre Igreja"&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; e ainda &lt;i&gt;&lt;b&gt;"Em tudo me sujeito ao que professa a Santa Igreja Católica Romana, em cuja fé vivo,afirmo viver e prometo viver e morrer".&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;· Santo Agostinho, (354-430), também doutor da Igreja:&lt;i&gt;&lt;b&gt;"Onde está a Igreja aí está o Espírito de Deus .Na medida que alguém ama a Igreja é que possui o Espírito Santo"&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; e ainda &lt;i&gt;&lt;b&gt;" eu não acreditaria nos Evangelhos se não me movesse a isso a autoridade da Igreja Católica".&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi justamente para preservar a sã doutrina que Jesus instituiu o Magistério da infalível Igreja., preocupação já presente nos Apóstolos (1 Tim 1,10;1,3;4,1-2;6,20; 2 Pd 2,1)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"O ofício de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita ou transmitida foi confiado unicamente ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade se exerce em nome de Jesus Cristo" (Dv 10)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5) PLENITUDE DOS MEIOS DE SALVAÇÃO (Mt 28,18-20)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conta a História que certa vez um soldado de Napoleão Bonaparte, empolgado com as conquistas do grande imperador da França, lhe disse: "Imperador, pode fundar a nossa religião e a nossa Igreja. Estamos pronto a seguir Sua majestade".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao que Napoleão lhe terá respondido: "Filho, para alguém inaugurar uma religião e fundar uma igreja, precisa de duas coisas: morrer na cruz e ressuscitar ao terceiro dia. A primeira eu não quero e a segunda eu não posso. Então, esquece isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi o próprio Jesus quem instituiu a Igreja para levar a salvação, que Ele conquistou com o seu sangue, a todos os homens de todos os tempos e lugares, até Ele voltar para entregar tudo a Deus novamente" &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"Esta é a única Igreja de Cristo, que no símbolo professamos uma, santa, católica, e apostólica, e que o nosso Salvador, depois de sua ressurreição, confiou a Pedro para que ele a apascentasse (Jo 21,17), encarregando-o, assim como aos demais apóstolos, de a difundirem de a governarem, levantando-a para sempre como 'coluna e sustentáculo da verdade'(1 Tm 3,15) .Esta Igreja, como sociedade constituída e organizada neste mundo, subsiste na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele, ainda que fora do seu corpo se encontrem realmente vários elementos de santificação de verdade, que, na sua qualidade de dons próprios da Igreja de Cristo, conduzem para a unidade católica" (Lúmen Gentium 8).&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"Pois, somente por meio da Igreja católica de Cristo, a qual é meio geral de salvação, pode ser atingida a plenitude dos meios de salvação" (Unitatis redintegratio 3)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por tudo isso, a igreja ratifica a frase: "Fora da Igreja não há salvação!". Isso significa que a salvação nos vem de Cristo Cabeça da Igreja Católica. Portanto, não podem ser salvos os que, conhecendo a Igreja como fundada por Cristo e necessária à salvação, nela não entram e não perseveram. &lt;b&gt;Ao mesmo tempo, graças a Cristo e à Igreja, podem ser salvos os que sem culpa ignoram a Igreja e o Evangelho de Cristo, mas procuram sinceramente a Deus e , sob a influência da graça, se esforçam por cumprir a vontade dele, conhecida por meio do ditame da consciência.&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6) CRISTÃO É ALMA DO MUNDO (1 Pedro 2,5)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;"A partir de então a Igreja, enriquecida pelos dons do seu fundador e observando fielmente os seus preceitos de caridade, humildade e de abnegação, recebe a missão de anunciar e instaurar em todas as gentes o reino de Cristo e de Deus, e constitui ela própria na terra o germe e o início deste reino" (LG 5)&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Somos chamados a sermos 100% católicos, não nos preocupando com qtos % são católicos. Pedro, nos chama a:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;· Sermos pedras;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;· Precisamos brilhar onde estivermos, mais do que com palavras, com atitudes;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;· Sermos estrangeiros;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos leigos compete, por vocação própria, buscar o reino de Deus, ocupando-se das coisas temporais e ordenando-as segundo Deus. São chamados de modo especial a tornar presente e operante a Igreja naqueles lugares e circunstâncias onde, só por meio deles, pode vir a ser sal da terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por fim, São João Crisóstomo resumo dizendo: &lt;i&gt;&lt;b&gt;"o que a alma é para o corpo, sejam os cristãos para o mundo".&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;7) BIBLIOGRAFIA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;· Por que sou católico – Prof Felipe Aquino (Ed Cleofas);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;· Documentos do Concílio Vaticano II (Ed Paulus) – Coleção com todos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;· Catecismo da Igreja Católica&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-5059381094791352277?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/5059381094791352277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/01/nossa-vocacao-ser-igreja-catolica.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/5059381094791352277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/5059381094791352277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2010/01/nossa-vocacao-ser-igreja-catolica.html' title='NOSSA VOCAÇÃO: SER IGREJA CATÓLICA'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-1331378137699309574</id><published>2009-12-27T11:33:00.005-02:00</published><updated>2010-06-24T09:20:01.666-03:00</updated><title type='text'>POR QUE OS PADRES NÃO SE CASAM?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por Marcos Paulo Teixeira&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: BLOG CATÓLICOS NA ÍNTEGRA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://catoliconews.blogspot.com/2009/12/por-que-os-padres-nao-se-casam.html&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O celibato sacerdotal não é dogma de fé, ou seja, não é lei divina, mas sim disciplina da Igreja para os sacerdotes do rito romano ocidental. Por este motivo muitos protestantes tem aproveitado o analfabetismo bíblico do povo para afirmar que a Bíblia é contra o celibato dos padres. Mas por que dentre os doze apóstolos de Jesus nove eram celibatários? Aliás, o próprio Cristo também era celibatário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, vamos analisar o que as passagens bíblicas dizem a respeito do celibato.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1) Mt 19,12 - "Pois há homens incapazes para o casamento porque assim nasceram do ventre da mãe; há outros que assim foram feitos pelos homens, e há aqueles que assim se fizeram por amor do reino dos céus. Quem puder entender, que entenda".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tradução da Bíblia Ave-Maria Lê-se: “Porque há eunucos que o são desde o ventre de suas mães, há eunucos tornados tias pelas mãos dos homens e há eunucos que a si mesmos se fizeram eunucos por amor do Reino dos Céus. Quem puder compreender, compreenda.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vejam as palavras do próprio Jesus. É um mistério não facilmente entendido pelas mentes desatentas, por isso Jesus afirma que nem todos podem compreender o motivo pelo qual alguns se fizeram eunucos por amor do reino dos Céus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2) Mt 19,29 - "E todo aquele que deixar casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou campos por amor de meu nome, receberá cem vezes mais e possuirá a vida eterna." Aqui Jesus ainda é mais enfático ao dizer que aqueles que deixam a oportunidade de constituir uma família por amor as seu nome receberá cem vezes mais e possuirá a vida eterna, ou seja, o prêmio máximo que a bem-aventurança pode conceber a um ser humano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3) 1 Cor 7, 7-8 - “Quisera que todos os homens fossem como eu; mas cada um tem de Deus a sua própria graça; este uma, aquele outra. Contudo, aos não-casados e às viúvas eu digo: é melhor para eles que permaneçam como eu." Aqui São Paulo endossa o posicionamento de Cristo. Como todos sabem São Paulo era celibatário, e neste passagem Bíblica São Paulo deseja que todos os homens fossem como ele, ou seja, celibatário, mas como a humanidade precisa crescer e multiplicar-se, São Paulo reconhece que é necessário apenas para os ministros de Cristo manter-se celibatário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4) 1 Cor 7,27 - "Estás ligado a mulher? Não procures a separação. Estás livre de mulher? Não procures mulher." Aqui São Paulo dá dois conselhos, uma para que quem estiver casado não se separar (diferentemente dos protestantes que aceitam a separação) e o outro manter-se casto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5) 1 Cor 7, 32-35 - "Eu vos quereria livres de cuidados. O celibatário cuida das coisas do Senhor, de como agradar ao Senhor. O casado deverá cuidar das coisas do mundo, de como agradar à sua mulher, e assim está dividido. A mulher não casada e a virgem só se preocupam com as coisas do Senhor, com ser em corpo e em espírito. Porém a casada se preocupa com as coisas do mundo, como agradar ao marido. Isto vos digo para vossa conveniência, não para vos armar um laço, senão olhando ao que é melhor e ao que vos permite unir-vos mais ao Senhor, livres de impedimentos."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É claro para São Paulo que aquele que é celibatário cuida melhor das coisas de Deus. O texto é auto-explicativo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6) 1 Tim 3,2 - "o epíscopo tem o dever de ser irrepreensível, marido de uma só mulher, sóbrio, prudente, modesto, hospitaleiro, capaz de ensinar".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa passagem em especial, os protestantes se apegam para tentar provar que o bispo (epíscopo) deve casar. Ora, São Paulo era celibatário e não poderia está obrigando Timóteo a se casar. Aqui há uma recomendação para que Timóteo tenha cuidado ao escolher novos Bispos, pois como naquela época a poligamia era comum, S. Paulo aconselha que se o candidato ao episcopado não puder se manter celibatário, como ele aconselhou nas passagens à Coríntios, que ele ao menos seja casado apenas uma vez. Ler versículos isolados tirando-os do seu contexto histórico, faz dos protestantes verdadeiros fundamentalistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7) Lc 18,28-30 – “Vê, nós abandonamos tudo e te seguimos”. Jesus respondeu: “Em verdade vos declaro, ninguém há que tenha abandonado, por amor do reino de Deus, sua casa, sua mulher, seus irmãos, seus pais, ou seus filhos, que não receba muito mais neste mundo, e no mundo vindouro a vida eterna”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vejamos mais uma vez São Paulo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8) 1 Cor 7,1-7 - “Agora, a respeito das coisas que me escrevestes. Penso que seria bom ao homem não tocar mulher alguma. Todavia, considerando o perigo da incontinência, cada um tenha uma mulher, e cada mulher tenha seu marido. O marido cumpra o seu dever para com a sua esposa e da mesma forma também a esposa o cumpra para com o marido. A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence ao seu marido. E da mesma forma o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa. Não vos recuseis um ao outro, a não ser de comum acordo, por algum tempo, para vos aplicardes a oração; e depois retornai novamente um para o outro, para que não vos tente satanás por vossa incontinência. Isto digo como concessão, não como ordem. Pois quereria que todos fossem como eu; mas cada um tem de Deus um dom particular, uns este, outros aquele”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há quem diga que manter-se casto está além das forças humanas. Eis o que diz São Paulo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;9) 1 Cor 10,13 – “Não vos sobreveio tentação alguma que ultrapasse as forças humanas. Deus é fiel: não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas com a tentação ele vos dará os meios de suportá-la e sairdes dela.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O celibato tem uma tríplice dimensão, que poucos podem compreender:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;a) A dimensão Cristológica, onde o vocacionado quer imitar em tudo ao seu seu Senhor, que nunca casou;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;b) A dimensão Esclesiológica, pois há eunucos que se faz assim por amor ao Reino do Céus (cf. Mt 19,12);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;c) A dimensão Escatológica: “Eu vi ainda: o Cordeiro estava de pé no monte Sião, e perto dele cento e quarenta e quatro mil pessoas que traziam escritos na fronte o nome dele e o nome de seu Pai. Ouvia, entretanto, um coro celeste semelhante ao ruído de muitas águas e ao ribombar de potente trovão. Esse coro que eu ouvia era ainda semelhante a músicos tocando as suas cítaras. Cantavam como que um cântico novo diante do trono, diante dos quatro Animais e dos Anciâos. Ninguém aprender este cântico, a não ser aqueles cento e quarenta e quatro mil que foram resgatados da terra. Estes são os que não se contaminaram com mulheres, pois são virgens. São eles que acompanham o Cordeiro por onde quer que vá; foram resgatados dentre os homens, como primícias oferecidas a Deus e ao Cordeiro. Em sua boca não se achou mentira, pois são irrepreensíveis.” (Apoc 14 , 1-8)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muito profunda essa visão de são João. Vejam que os que acompanhavam o cordeiro (Cristo) eram os celibatários. Ora, então como um protestante pode contestar tal doutrina?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há ainda aqueles que tentam argumentar com a passagem 1 Tim 4, 1ss: “O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, de hipocrisia e impostores que, marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia, proíbem o casamento, assim como uso de alimentos que Deus criou...”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Usando essa passagem bíblica, os protestantes dizem que a Igreja católica é apóstata por incentivar o celibato. Ora, o mesmo que São Paulo que escreveu isso a Timóteo exorta o celibato em inúmeras outras passagens bíblicas. Será que São Paulo é o apóstata ou será que há outra interpretação fundamentalista em jogo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Igreja Católica nunca proibiu o casamento, ao contrário dos protestantes, ela é a única instituição na qual o casamento é considerado sacramento e, portanto, sagrado. A livre adesão ao celibato é algo que foi proferido pela própria boca de Jesus (Mt 19,12), logo a Igreja Católica cumpre fielmente os desígnios de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1Timóteo 4,3, longe de impugnar a disciplina católica do celibato sacerdotal, S. Paulo condena aquelas heresias (como as dos maniqueus e albigenses) que afirmavam que o casamento era mal porque o corpo era mal. Assim, Paulo não está advertindo Timóteo contra a disciplina católica, até porque ele mesmo a seguia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São Paulo aconselha a glorificar a Deus nos corpos. “ Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo.” (I Cor 6,20)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o tempo, a Igreja Católica foi percebendo que esta condição mais próxima de Cristo era também a mais eficaz para o trabalho de evangelização. De fato, um pai de família não tem o mesmo tempo para cuidar da messe que um solteiro. Sem falar em outras questões, como a necessidade de se deslocar de uma região para outra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste sentido, é que em 303 d.C. o Concílio de Elvira (Espanha) recomenda o celibato como norma para os religiosos. Na verdade, o Concílio apenas foi de encontro a uma realidade que já se fazia presente na Igreja.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Igreja encontrou na doutrina do celibato muitos valores espirituais, por isso a conserva com tanto amor. Lembro que os padres católicos romanos de outros ritos (maronita, melquita, ucraniano, copta, armeno, etc) podem casar antes da ordenação, como os nossos diáconos o fazem. Mas o interessante que as vocações ocidentais, onde o celibato é pré-requisito para o sacerdócio, são muito mais numerosas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um mundo tão pan-sexualizado e hedonista quanto o nosso não irá nunca compreender o sentido do celibato, da mesma forma que não entendem a indissolubilidade do matrimônio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em muitos sites protestantes dizem que o celibato foi invenção da Igreja do Século IV e que não havia precedentes. Pura ignorância! Será que os apóstolos e os pais da Igreja do século I ao IV não são precedentes? A Bíblia, como foi exposto aqui neste artigo, e os livros históricos da Igreja Primitiva mostram a adesão dos santos apóstolos e dos santos da Igreja Primitiva pelo celibato.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Digamos que o celibato não fosse uma doutrina bíblica e que Jesus e nenhum dos apóstolos tenham falado em tal situação, ainda assim, a Igreja teria o poder de criar tal doutrina, pois o próprio Jesus garantiu a Pedro: “Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” (Mt 16,19).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Termino esse texto com as sábias palavras de D. Henrique Soares (Bispo auxiliar de Aracajú) ao ser questionado se tem algum sentido manter o celibato dos padres diante de alguns padres infiéis: “Mas, podem perguntar alguns: tem sentido manter a disciplina do celibato hoje, quando tantos padres não lhe são fiéis? Poderíamos também perguntar: tem sentido falar-se em fidelidade conjugal, se tantos esposos são infiéis? Tem sentido falar-se em honestidade na política se tantos políticos são desonestos? Como se pode ver, a pergunta é superficial e não tem muita importância para a Igreja...”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Cristo e em Maria Imaculada,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Marcos Paulo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://marcospauloteixeira.wordpress.com&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-1331378137699309574?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/1331378137699309574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/12/por-que-os-padres-nao-se-casam.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/1331378137699309574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/1331378137699309574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/12/por-que-os-padres-nao-se-casam.html' title='POR QUE OS PADRES NÃO SE CASAM?'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-1687461322008418415</id><published>2009-12-23T14:07:00.006-02:00</published><updated>2010-07-10T18:15:30.722-03:00</updated><title type='text'>Natal de Jesus - Os crimes de Herodes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A chegada de um messias salvador em Belém, e que deveria ser rei, segundo as profecias do Velho Testamento, muito preocupava o rei da Judeía na época, chamado Herodes. O que ele nem imaginava, quando mandou matar todas as criancinhas abaixo de 2 anos de idade em Belém, é que o reinado de Jesus, por ser eterno, é de caráter espiritual, não temporal, pois como o próprio Senhor diria mais tarde: "meu reino não é deste mundo" (Jo 19,36).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixo logo abaixo uma narrativa de Eusébio, bispo de Cesaréia do século III, sobre os sofrimentos de Herodes logo após ordenar esse assassinato em massa. Talvez não seja muito agradável de se ler, mas nos faz refletir sobre os mistérios que envolveram o nascimento de Nosso Senhor. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Rogério de Paula&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;ASSASSÍNIO DOS INOCENTES POR HERODES&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Tendo Cristo, segundo as profecias, nascido em Belém da Judéia, no tempo que indicamos, Herodes foi interpelado por uns magos, vindos do Oriente, que lhe perguntaram onde estava o recém-nascido rei dos judeus; pois eles haviam visto uma estrela que lhes ocasionara tão longa viagem e tinham pressa em adorar o menino, como um Deus. Herodes ficou muito abalado com esta questão que, em sua opinião, fazia periclitar seu poder; e tendo perguntado aos doutores da lei dentre o povo, onde se daria o nascimento de Cristo, desde que tomou conhecimento da profecia de Miquéias que designava Belém (Mq 5,2), proclamou um edito de serem mortos, em Belém e cercanias, as criancinhas de peito, de dois anos para baixo, segundo o tempo exato indicado pelos magos. Julgava que certamente Jesus partilharia a sorte infeliz de seus coletâneos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o menino antecipou-se e escapou desse plano, sendo levado para o Egito, pois, através da aparição de um anjo, os pais haviam conhecido de antemão o futuro. Ora, tais informações encontram-se também na sagrada narrativa do Evangelho (Mt 2, 1-7, 13-15).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, convém verificar quais os castigos da ousadia de Herodes contra Cristo e os meninos de sua idade. Imediatamente, sem o menor aviso, a justiça divina o alcançou, preludiando quando ele estava ainda em vida, o que haveria de receber depois da partida dessa terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando tudo parecia correr bem no seu reino, ele empanou a glória de sua casa com sucessivas desgraças, pelo assassinato da mulher, dos filhos e dos consanguíneos mais próximos e dos mais amigos. Não é possível descrever agora esses eventos que deixam na sombra todas as tragédias e foram referidos por Flávio Josefo (importante historiador e apologista judaico-romano, que viveu entre 37 e 100 d.C. É uma importante referência de Eusébio de Cesaréia em suas narrativas) no decurso das Histórias a ele atinentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo após o crime contra o Salvador e as crianças, um flagelo enviado por Deus atacou Herodes e levou-o à morte. Vem a propósito ouvir o historiador desses crimes, que descreve sua morte em termos adequados no décimo sétimo livro das Antiguidades judaicas: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"A doença de Herodes mais o amargurava porque a justiça de Deus o castigava de seus crimes. De fato, uma febre branda não demonstrava ao tato a inflamação tão grave quanto maligna que havia na parte interna do corpo. Sentia uma fome insaciável e não era possível socorrê-lo, devido a uma úlcera intestinal e, sobretudo violentas dores nas entranhas. Os pés, inchados e úmidos, supuravam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ventre achava-se igualmente em mau estado; o órgão viril em podridão e cheio de vermes. A respiração ofegante exalava um cheiro insuportável devido à expiração pesada e às ânsias. Os membros todos convulsionados com insuportável violência. Os adivinhos e os que interpretam acontecimentos tais, afirmavam castigar Deus deste modo as numerosas impiedades do rei". Eis o que diz o mencionado historiador no livro que falamos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No segundo livro das Histórias, ele transmite narrativas semelhantes acerca do mesmo Herodes, escrevendo o seguinte: "Em seguida, a doença se propagou pelo corpo inteiro e multiplicaram-se-lhe os sofrimentos. Tinha, de fato, uma febre lenta, uma irritação insuportável em toda a superfície do corpo, dores intestinais contínuas, edemas nos pés, como um hidrópico; inchação do ventre, putrefação do órgão viril, onde nasciam vermes; além disso, respiração asmática e penosa; contrações de todos os membros, de tal sorte que os adivinhos diziam serem punição todos esses males.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, lutando contra os padecimentos, apegava-se à vida, esperava cura e procurava remédios. Atravessou, pois, o Jordão e usou as águas termais de Callirhoé. Elas desembocam no lago Asfaltite e sua doçura até as transforma em potáveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ali os médicos julgaram conveniente fomentar o corpo enfraquecido em óleo, mergulhando-o numa banheira cheia de óleo aquecido. Mas ele desmaiou e, exausto, virou os olhos. Os enfermeiros lançaram gritos e ele voltou a si. Mas, enfim, reconhecendo ser impossível a cura, mandou distribuir a cada um dos soldados cinquenta dracmas, e grandes somas aos chefes e amigos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, retornou a Jericó, de humor sombrio, pronto a enfrentar a morte, mas planejando uma ação abominável. Então, reuniu os homens mais importantes de cada aldeia da Judéia, e prendeu-os no lugar chamado hipódromo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois, chamou sua irmã Salomé e seu esposo Alexas e disse-lhes: `Sei que os judeus festejarão minha morte; mas posso ser pranteado e ter exéquias brilhantes, se quiserdes obedecer às minhas ordens. A esses homens aprisionados, logo que eu expirar, cercai-os de soldados e executai-os depressa. Assim, toda a Judéia e toda casa, embora a contragosto, chorará por minha causa'."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um pouco mais adiante, diz Josefo: "Logo, porém, foi atormentado pela falta de alimento e pela tosse espasmódica. Sob a pressão das dores, decidiu antecipar a morte a que estava destinado. Tomou uma fruta e pediu uma faca, pois costumava cortar o que ia comer; depois, olhando se não havia quem o impedisse, levantou a direita para se ferir".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mesmo historiador narra ainda que antes do último momento de vida, mandou matar o terceiro de seus filhos, além dos dois que já matara; e de repente terminou a vida em meio a grandes sofrimentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal foi o termo da vida de Herodes, com justo castigo pela morte das crianças que massacrara nas cercanias de Belém, ao planejar a morte de nosso Salvador. Depois disso, um anjo apareceu em sonhos a José, que estava no Egito e mandou-lhe que reconduzisse à Judéia o menino e sua mãe, revelando-lhe que estavam mortos os que procuravam eliminar a vida do menino. A isto, acrescenta o evangelista. "Mas, ouvindo que Arquelau era rei da Judéia em lugar de seu pai Herodes, teve medo de ir para lá. Tendo recebido um aviso em sonho, partiu para o distrito da Galiléia" (Mt 2,22)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eusébio, Bispo de Cesaréia, 265-340. &lt;i&gt;História Eclesiástica/Eusébio de Cesaréia; [tradução Monjas Beneditinas do Mosteiro de Maria Mãe de Cristo]&lt;/i&gt;. – São Paulo: Paulus, 200. – (Patrística; 15). (Livro Primeiro, cáp. 8, p. 56).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-1687461322008418415?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/1687461322008418415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/12/natal-de-jesus-os-crimes-de-herodes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/1687461322008418415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/1687461322008418415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/12/natal-de-jesus-os-crimes-de-herodes.html' title='Natal de Jesus - Os crimes de Herodes'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-7272441958805965879</id><published>2009-07-02T15:38:00.006-03:00</published><updated>2010-07-10T18:31:38.033-03:00</updated><title type='text'>A Renovação Carismática católica como "expressão" da Igreja</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muitos me têm perguntado sobre a origem da RCC (Renovação Carismática Católica) e eu costumo dizer que a espiritualidade carismática existe desde o Inicio da formação da Igreja. Por isso me surpreendi quando uma colega católica me dizia que não era mais pentecostal. Ora, queiramos ou não, todos nós, como católicos, somos pentecostais, pois o cristianismo começou no dia de Pentecostes, no Cenáculo de Jerusalém, quando o Espírito Santo (paráclito) prometido por Jesus se manifestou nos apóstolos e na Virgem Maria (At 2, 1-4). Esta é a verdadeira origem da espiritualidade que encontramos na Renovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente nos dias de hoje&amp;nbsp;a palavra&amp;nbsp;"pentecostal" adquiriu um teor pejorativo, isto em grande parte&amp;nbsp;por causa da apropriação do termo por seitas&amp;nbsp;chamadas de "pentecostais" ou "neo-pentecostais".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas&amp;nbsp;o que significa Pentecostes? De acordo com o Pregador do Vaticano, Raniero Cantalamessa, no Antigo Testamento existiram duas interpretações fundamentais da festa de Pentecostes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;No começo, o Pentecostes era a festa das sete semanas (Tb 2,1), a festa da colheita (Nm 28,26), quando se oferecia a Deus a primeira colheita do grão (Ex 23, 16; Dt 16, 9). Mas a seguir, no tempo de Jesus, a festa tinha-se enriquecido de um novo significado. Era a festa da entrega da lei no Sinai e da aliança; a festa que comemorava em suma, os eventos narrados no Êxodo 19-20. Parece que Lucas, nos Atos, tenha intencionalmente descrito a vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos com os traços que marcaram a teofania do Sinai&lt;/i&gt;. (CANTALAMESSA, 1996).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como a cultura de PENTECOSTES foi de certa forma deixada de lado na Igreja, no fim do século XIX, a Beata Elena Guerra, pediu insistentemente ao Papa Leão XIII para reconduzir a Igreja à espiritualidade de Pentecostes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Oh, se de todos os lugares da cristandade, se pudesse elevar ao Céu uma oração tão unânime e fervorosa como a do Cenáculo de Jerusalém, para reacender o fogo do Espírito Divino!” (Elena Guerra). &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Quando olhamos para os inícios da Renovação Carismática Católica em 1967, dois anos após o final do Concílio Vaticano II e setenta anos após a Encíclica de Leão XIII sobre o Espírito Santo, recordamo-nos muitas vezes das palavras de João XXIII que, na preparação do Concílio Vaticano II, pediu a todos os fiéis que rezassem por ‘um novo Pentecostes’. A primeira pessoa beatificada por João XXIII foi a Irmã Elena Guerra a quem ele chamou ‘uma Apóstola do Espírito Santo’. Eis a oração do Papa João XXIII: ‘Renova os teus milagres nestes nossos dias, como em um novo Pentecostes. Permita que tua Igreja, unida em pensamento e firme em oração com Maria, a Mãe de Jesus, possa prosseguir na construção do Reino do nosso Divino Salvador, reino de verdade e de justiça, reino do amor e da paz. Amém’. Nenhum outro santo deu tanto, orou tanto e sofreu tanto pela causa do Espírito Santo como Elena Guerra. Precisamos conhecê-la mais!&lt;/i&gt; (Retirado da comunidade do Orkut: ELENA GUERRA - PENTECOSTES!).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A RCC nasceu nos EUA, pós Concílio Vaticano II no ano de 1967 (no chamado FIM DE SEMANA DE DA UNIVERSIDADE DE DUQUESNE NOS EUA) e chegou ao Brasil em 1970, na cidade de Campinas-SP, com os Padres Haroldo Joseph e Eduardo Dougherty. Este último é fundador da TV SÉCULO XXI (fonte: &lt;a href="http://www.comshalom.org/"&gt;http://www.comshalom.org/&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Papa Paulo VI afirmou que a RCC é uma oportunidade para a Igreja e disse: "Renovação Carismática Católica, sorte para a Igreja e para o mundo" .O papa João Paulo II aconselhou a todos os clérigos e fiéis a não terem medo das manifestações da Renovação, pois é algo necessário e importante para o catolicismo. Ele, juntamente com Bento XVI, disseram que a Renovação Carismática se trata de uma "primavera na Igreja", de um "novo Pentecostes" (Fonte: &lt;a href="http://www.rccbrasil.org.br/"&gt;http://www.rccbrasil.org.br/&lt;/a&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O pregador do Papa Bento XVI, Raniero Cantalamessa, questiona-se em seu livro, que escreveu na época que era o pregador do Papa João Paulo II: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Perguntei-me algumas vezes o que é que agrada tanto a Jesus, em certos grupos nossos de oração e em certos germes de comunidade que vão surgindo aqui e acolá na Renovação, para que se manifestem neles tanto poder e tantos prestígios. E me pareceu que o segredo que os torna tão queridos a Deus seja sua pobreza absoluta; o fato de que não têm um passado nem ao menos um futuro. Eles são quase um “nada”, como certas formas de vida que se formam pela manhã e à noite já desapareceram reabsorvidas no grande seio da vida, como uma nuvenzinha que desaparece serenamente no céu depois de ter derramado na terra toda a sua água &lt;/i&gt;(CANTALAMESSA, 1996).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando me perguntaram o que é a RCC, eu fiquei em dúvida. Movimento? Ordem? Congregação? Talvez a melhor palavra que se encaixe para a Renovação seja “expressão”, pois uma ordem, congregação têm fundadores. É como bem explica o pregador do Vaticano: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;As ordens religiosas tradicionais têm um passado, frequentemente glorioso; as recentes (institutos seculares, movimentos eclesiais) têm um futuro, e às vezes sabem que o têm. Deus procura, entre tantas coisas grandes e sólidas (que, nada obstante, Lhe agradam e Lhe são úteis), uma coisa pequena, sem ter que se preocupar nem com o seu passado, nem com o seu futuro. Procura uma coisa que Lhe sirva por um instante, uma coisa gratuita, que não quer ser nada e nada pede em troca do seu fazer feliz a Deus e fazer resplandecer no mundo o poder e a fantasia dEle. Quer a Renovação no Espírito ser essa coisa pequenina, mas querida por Deus? Esse instrumento “de nada” na Sua mão onipotente? Então, não nos preocupemos com ‘montar casa’; não nos preocupemos em assegurar para a Renovação um futuro entre as realidades eclesiais de hoje; não nos preocupemos tanto com as cifras. Baste-nos o futuro da Igreja que já está assegurado e basta para todos. Tentemos ser aquela nuvenzinha pronta a desaparecer, depois de ter derramado sobre a Igreja toda a sua água. Eu vejo o que acontece nos institutos e ordens religiosas que têm um passado para levar adiante; muitas de suas energias (às vezes, quase todas) devem ser empenhadas para sua própria manutenção e substituição (casas e obras a serem dirigidas, novos recrutas a serem formados...), sem que sobre muito para despejar no tesouro comum da Igreja. A nós não se pede para ‘capitalizar’, temos que gastar tudo e logo para a Igreja. Assim que tive contato com a Renovação, um dia, em oração, fui atingido por alguns pensamentos; parecia-me pressentir o que o Senhor estava fazendo novamente na Igreja com a Renovação; peguei uma folha de papel e uma caneta e escrevi alguns pensamentos, que me deixaram perplexo por serem tão pouco meditados. Diziam: ‘O Pai quer glorificar Seu Filho Jesus Cristo sobre a terra de forma nova, com uma invenção nova. O Espírito Santo está designado para essa glorificação, porque está escrito: ‘Ele Me glorificará e receberá do que é Meu.’ Uma vida cristã inteiramente consagrada a Deus, sem fundador, nem regra, nem congregações novas. Fundador: Jesus! Regra: o Evangelho interpretado pelo Espírito Santo! Congregação: a Igreja! Não se preocupar com o amanhã, não querer fazer coisas que ficam, não querer pôr em pé organismos reconhecidos que se perpetuam com sucessores. Jesus é um Fundador que não morre nunca, por isso não tem necessidade de sucessores. É necessário deixá-lO fazer sempre coisas novas, também amanhã. O Espírito Santo existirá também amanhã na Igreja! &lt;/i&gt;(Idem).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E o que seria esta “água” a ser derramada sobre toda a Igreja? Qual é a missão da RCC? Raniero Cantalamessa explica:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A Renovação Carismática, temos que dizer e repetir, não é um movimento eclesial. É uma corrente de graça que está destinada a transformar toda a Igreja: a pregação, a liturgia, a oração pessoal, a vida cristã. Assim que não é uma espiritualidade própria. Os movimentos têm uma espiritualidade e acentuam um aspecto, por exemplo, a caridade. Antes de tudo, a Renovação Carismática não tem fundador; nenhum pensa em atribuir à Renovação Carismática um fundador porque é algo que começou em muitos lugares de diferentes maneiras. E não tem uma espiritualidade; é a vida cristã vivida no Espírito. Mas pode-se dizer que como a gente que viveu esta experiência constitui socialmente uma realidade - são pessoas que fazem determinados gestos, oram de certa maneira - então se pode identificar uma realidade social cujo papel é simplesmente o de colocar-se à disposição para que outros possam ter a mesma experiência. O cardeal Leo Jozef Suenens, que foi o grande protetor e partidário da Renovação Carismática no início, dizia que o destino final da Renovação Carismática poderá ser o de desaparecer quando esta corrente de graça tenha contagiado toda a Igreja. Não há que ter medo. Há Conferências Episcopais, por exemplo, na América Latina - é o caso do Brasil -, onde a hierarquia descobriu que a Renovação Carismática não é um problema: é parte da solução ao problema dos católicos que se afastam da Igreja porque não encontram nela uma palavra viva, a Bíblia vivida, uma possibilidade de expressar a fé de maneira gozosa, de forma livre, e a Renovação Carismática é um meio formidável que o Senhor pôs na Igreja para que se possa viver uma experiência do Espírito, pentecostal, na Igreja católica, sem necessidade de sair dela!”&lt;/i&gt; (Idem).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para o Monsenhor Jonas Abib, fundador da Comunidade Carismática Canção Nova. A RCC, atualmente é João Batista em sua missão. Ele disse:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Hoje o Senhor está investindo tudo. Ele está investindo Seu Espírito Santo para trazer de volta os Seus filhos. O que estamos presenciando é o que nos diz a profecia de Joel: “Publicai o jejum, convocai a assembleia, reuni os anciãos e toda a população no templo do Senhor, vosso Deus, e clamai ao Senhor: 'Ai, que dia! ' O dia do Senhor está próximo. Tocai a trombeta em Sião, daí alarme no meu monte santo! Estremeceram todos os habitantes da terra, eis que se aproxima o dia do Senhor. Por isso, agora ainda – oráculo do Senhor –, voltai a mim de todo o vosso coração, com jejuns, lágrimas e gemidos de luto” (Joel 1, 14-15; 2, 1-12). Essa profecia é um grande apelo à conversão! O Senhor sabe que somos assim: ouvimos, nos emocionamos, ficamos até abalados, e depois tudo passa. Mas agora o apelo é urgente! O Senhor quer salvar os Seus filhos, quer trazê-los de volta! “Pois o dia do Senhor está próximo!” Antes que Ele venha, antes que Ele seja obrigado a separar as águas, antes que venha para separar o joio do trigo, Ele quer trazer os Seus filhos de volta. Por essa razão Ele está derramando Seu Espírito Santo, Ele está fazendo com que os dons do Paráclito se realizem de maneira concreta! Palpável! Visível! Ele nos está levando à coragem apostólica. À ousadia na evangelização, conduzindo-nos ao dom da “parresia”. João veio e pregou a conversão: "Convertei-vos, porque está próximo o Reino dos Céus" (Mateus 3, 2). Essa foi a profecia de João Batista, que preparou o povo para a primeira vinda de Jesus Cristo. A Renovação Carismática Católica, hoje, é João Batista em sua missão, preparando novamente o povo, trazendo-o de volta para Deus por causa da segunda vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo! Repito: Porque o Senhor está próximo, muito próximo! Eis o que diz a profecia de Joel: Vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos anciãos terão sonhos, e vossos jovens terão visões” (Joel 3, 1-2). Tudo isso está acontecendo! É um derramamento do Espírito Santo com prodígios, sinais e milagres.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cantalamessa, R. &lt;strong&gt;A poderosa unção do Espírito Santo&lt;/strong&gt;. Campinas: Raboni Editora, 1996&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-7272441958805965879?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/7272441958805965879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/07/renovacao-carismatica-catolica-como.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/7272441958805965879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/7272441958805965879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/07/renovacao-carismatica-catolica-como.html' title='A Renovação Carismática católica como &quot;expressão&quot; da Igreja'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-4662819014829175835</id><published>2009-06-21T21:48:00.013-03:00</published><updated>2010-07-10T18:39:04.688-03:00</updated><title type='text'>O TESTEMUNHO DE GLORIA POLO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Gloria Polo tem um testemunho de conversão bastante incomum. Dificilmente quem o conhece fica indiferente. Algumas pessoas duvidam, outras se espantam, mas muitas sentem um profundo desejo de mudar de vida, se dão conta das próprias falhas e da importância da busca pela santidade. A colombiana, que se considerava uma atéia, hoje, percorre o mundo alertando as pessoas sobre a importância da conversão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É um testemunho de uma pessoa que voltou da morte para testemunhar tudo o que viu: o TÚNEL BRANCO, AS LUZES, O LIVRO DA VIDA. Ela esteve às portas do paraíso a ponto de descrever um lindo lago, mas teve que voltar...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É uma mensagem que me impressionou. É longa, mas mesmo assim insisto a você, que está lendo esta mensagem, que perca apenas 10 minutinhos do seu tempo para ler e refletir sobre ela, pois valerá a pena verificar muitas coisas fantásticas. Por exemplo, a constatação que poderemos ver no Céu todos os nossos parentes e as pessoas que amamos!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porém ao mesmo tempo é preocupante, pois nós como cristãos, que conhecemos a palavra de Deus, após a nossa morte, poderemos ser muito mais cobrados por Jesus&amp;nbsp;se Ele nos perguntar: &lt;em&gt;"Quais são os tesouros espirituais que tem a me oferecer"?&lt;/em&gt; Ou ainda: &lt;em&gt;"O que fez de proveitoso com os talentos que lhe dei?" &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Rogério de Paula&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O raio &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso aconteceu em 8 de maio de 1995 na Universidade Nacional de Bogotá. Eu e um sobrinho estávamos nos especializando em odontologia e tínhamos que buscar uns livros na Faculdade de Odontologia numa sexta-feira à tarde. Meu esposo estava conosco. Estava chovendo muito forte, eu e meu sobrinho estávamos debaixo de um pequeno guarda-chuva e meu esposo tinha sua jaqueta impermeável e se aproximou da parede da Biblioteca Geral, e nós, enquanto saltávamos as poças d'água, sem perceber nos aproximamos de umas árvores. Quando fomos saltar uma grande poça, caiu um raio sobre nós. Nos deixou carbonizados e meu sobrinho faleceu ali. Ele era um rapaz, apesar da pouca idade, muito entregue ao Senhor e era muito devoto do Menino Jesus. Ele usava uma medalhinha do Menino Jesus no peito, dentro de uma moldura de cristal. Segundo o laudo, o raio entrou através da medalha e atingiu-lhe o coração, queimando-o por dentro e saindo pelo pé, mas por fora ele não se carbonizou, nem se queimou. Por outro lado, o raio entrou em mim pelo braço, me queimou de forma espantosa todo o meu corpo, por fora e por dentro. Isso que estão vendo aqui, este corpo reconstituído, é misericórdia de Nosso Senhor. Fui carbonizada, fiquei sem seios, praticamente me desapareceu toda minha carne e minhas costelas, o ventre, as pernas... o raio saiu pelo meu pé direito, me carbonizou o fígado, se queimaram os rins, os pulmões... Eu usava DIU, de maneira que o T de cobre, bom condutor elétrico, me carbonizou, me pulverizou os ovários, tive uma parada cardíaca, fiquei ali, sem vida, meu corpo pulava por causa da eletricidade que ficou por todo este local.Mas vejam, esta é só a parte física. Túnel branco A parte mais bonita, a parte mais linda, é que enquanto meu corpo estava ali carbonizado, eu, neste instante, me encontrava dentro de um lindo túnel branco, era uma delícia, uma paz, uma felicidade que não há palavras humanas para descrever a grandeza deste momento, era um êxtase imenso, eu ia muito feliz, nada me pesava dentro deste túnel, olhei ao fundo desse túnel e havia como um sol, uma luz lindíssima. Eu digo que é branco para colocar uma cor, mas nenhuma das cores é comparável humanamente a essa luz maravilhosa. Eu sentia a fonte de todo esse Amor, dessa paz... Quando eu vou subindo, digo... "Quarta-feira! Eu morri!" E nesse instante penso nos meus filhos e digo: "Ai meu Deus, meus filhos! O que vai ser deles? Essa mãe tão ocupada, nunca teve tempo para eles." Aí me dou conta da minha realidade de vida e me sinto triste. Saí de minha casa para transformar o mundo e meu lar, meus filhos, pareciam demais para mim. Neste instante de vazio pelos meus filhos, dou uma olhada e vejo algo belo... Meu corpo já não estava nas medidas de tempo nem de espaço daqui da Terra, e vi todas as pessoas num mesmo instante, num mesmo momento, todas as pessoas, as vivas e as mortas e abracei os meus bisavós. Abracei meus pais que já haviam falecido, abracei a todos e foi um momento pleno e maravilhoso. Aí me dei conta de que havia caído por terra a teoria da reencarnação e eu via meu avô, meu bisavô, eles me abraçaram por um momento e encontrei com todas as pessoas que tiveram a ver comigo em minha vida, em todo lugar, ao mesmo instante. Só minha filha de 9 anos (que estava viva) que se assustou quando a abracei, ela sim sentiu meu abraço. Não havia passado nada de tempo nesse momento tão lindo, e que maravilha estar sem o corpo! Já não via as coisas como antes, quando só olhava se alguém era gordo, ou magro, ou feio, ou negro, sempre olhando com critérios. Não era assim quando não tinha meu corpo humano. Eu podia ver o interior das pessoas, como é lindo poder ver o interior das pessoas! Ver nelas seus pensamentos, seus sentimentos. Abracei a todos em um instante e, no entanto, eu continuava subindo e subindo, cheia de alegria. Quando senti que ia desfrutar de uma vista fantástica onde havia no fundo um lago belíssimo, neste mesmo instante, ouço a voz do meu esposo, ele chora e com um grito profundo e cheio de sentimento me grita: "O que aconteceu? Gloria! Por favor, não se vá! Volte, Gloria! As crianças, Gloria! Não seja covarde!" Neste instante, dou uma olhada como que global e o vejo chorando, com muita dor e então o Senhor me concede regressar. Eu não queria vir, de tanta alegria, paz e felicidade. Então, comecei a descer devagar, buscando meu corpo e me encontrei sem vida. Meu corpo estava na maca da enfermaria da Universidade Nacional de Enfermagem, via como os médicos davam choques elétricos em meu coração para me salvar da parada cardíaca. Durante duas horas e meia fiquei ali jogada, porque não podiam nos levar dali porque "lhes passávamos corrente" a todo mundo, até que finalmente deixamos de "passar corrente" e puderam nos atender. Começaram a me reanimar. Eu cheguei e pus os meus pés aqui no topo de minha cabeça e com violência uma faísca entrou em mim. Eu entrei no meu corpo, me doeu muito entrar e senti que saíam faíscas por todos os lados. Eu sentia encapsular-me nisto "tão pequenininho". E a dor que sentia, minha carne queimava, como me doía! Saía fumaça e vapor. E a dor mais terrível, a dor de minha vaidade. Eu tinha critérios para tudo, era uma mulher executiva, era a intelectual, a estudante, a escravizada pelo corpo, escrava da beleza e da moda: 4 horas diárias de exercícios aeróbicos. Escravizada para ter um corpo bonito. Massagens, dietas, bem... de tudo o que possam imaginar, essa era minha vida. Uma rotina de escravidão por um belo corpo. E eu dizia: Bem...se tenho seios bonitos é para mostrar, assim como minhas pernas, porque sentia que tinha pernas esculturais, assim como os seios, e num instante via tudo com horror. Toda uma vida cuidando do corpo. Isso era o centro da minha vida, o amor ao meu corpo. E já não havia corpo. Nem seios. Havia uns buracos impressionantes em todo o seio esquerdo, estava praticamente desaparecido, e minhas pernas, era o mais terrível, havia pedaços vazios e sem carne, tudo preto, carbonizado... Sua vida em flashes Dali me levaram ao Seguro Social, rapidamente me operaram e começaram a raspar todos os meus tecidos queimados. Quando estou anestesiada, volto a sair do meu corpo. Estava olhando o que faziam os médicos com o meu corpo. Estava preocupada com minhas pernas. De repente aconteceu algo terrivelmente horroroso. Porque conto a vocês, irmãos, eu fui uma "Católica Dietética" durante toda a minha vida. Minha relação com o Senhor era uma eucaristia aos domingos, em missas de 25 minutos, onde o padre falasse menos, porque que desespero e que angústia! Essa era minha relação com Deus. E como essa era a relação que eu tinha com Deus, todas as correntes do mundo me arrastavam como um cata-vento, a ponto de que quando já estava me especializando nos estudos, o mundo me dizia que o inferno não existia, que os diabos não existiam. Medo? Quem disse? Mas vergonhosamente confesso que a única coisa que me mantinha na igreja era o medo do diabo. Quando me diziam que não existe, que luta! E eu dizia: "Bem...Todos vamos para o Céu, não importa como somos." Então, isso terminou afastando-me de uma vez do Senhor. O pecado não ficou só em mim e começo a piorar ainda mais minha relação com o Senhor. Começo a dizer a todo mundo que os demônios não existem, que são invenção dos padres, que são manipulações. Com meus companheiros da Nacional, comecei a acreditar no conto de que Deus não existia e que éramos produto da evolução. Vejam, quando me vejo neste instante, que susto terrível! Vejo uns demônios que vêm buscar seu pagamento: Eu! Nesse instante, começo a ver como da parede do centro cirúrgico começam a brotar muitíssimas pessoas. Aparentemente pessoas comuns, mas com um olhar de ódio tão grande, um olhar espantoso, e me dou conta que neste instante que em meu corpo há uma sabedoria especial e percebo que devo algo a todos eles, que o pecado não foi grátis e que a principal infâmia e mentira do demônio foi dizer que não existia, e vejo que vêm ao meu encontro e começam a me rodear e querem me levar. Vocês façam idéia do susto, do terror que senti. Essa mente científica e intelectual já não me servia de nada. Eu caía ao chão, tentava voltar para dentro do meu corpo, mas minha carne não me recebia. Neste susto tão terrível, saí correndo e não sei em que instante atravessei a parede do centro cirúrgico. Eu pretendia me esconder pelos corredores do hospital, mas quando passei pela parede do centro cirúrgico... "zas", dei um salto no vazio... Entrei por uma quantidade de túneis que vão para baixo. No princípio tinham luz e eram luzes como colméias de abelhas, onde havia muitíssima gente. Mas eu vou descendo e a luz vai se perdendo e começo a andar nos túneis de trevas espantosas e quando chego a umas trevas, essas não se coparam com as trevas que conhecemos. Imagine que o mais escuro do escuro que conhecemos se parece à luz de meio-dia comparado a essas trevas que vi. Não se pode comparar. Elas mesmas ocasionam dor, horror, vergonha e cheiram mal. E eu termino essa descida por entre todos os túneis e chego desesperada a uma parte plana... Essa vontade de ferro que eu dizia que tinha, onde me sentia capaz de tudo, já não me servia de nada. Eu queria subir, mas não podia, e estava ali. Vejo como nesse piso se abre uma boca enorme e sinto um vazio impressionante em meu corpo, um abismo ao fundo inenarrável, porque o mais espantoso desse oco era que não se sentia nem um pouco o Amor de Deus, nem uma gota de esperança e esse oco tem algo que me suga para dentro e eu grito aterrorizada. Eu sabia que se entrasse aí, minha alma estaria morta. Esse horror era tão grande e quando estou entrando, algo me sustenta pelos pés. Meu corpo entrou neste oco, mas meus pés estavam sustentados para cima. Foi um momento muito doloroso e terrível. Vejam só... Meu ateísmo ficou pelo caminho e comecei a gritar: "Almas do purgatório! Por favor, me tirem daqui!" Quando eu estava gritando, foi um momento de uma dor imensa, porque me dou conta de que aí se encontram milhares e milhares de pessoas neste oco, sobretudo jovens, e com dor me dou conta que começo a escutar ranger de dentes, com uns gritos e lamentações que me estremeciam. Muitos anos me custaram para assimilar isso, porque eu me punha a chorar cada vez que me lembrava do sofrimento destas pessoas, e percebo que ali estavam todas as pessoas que em um segundo de desespero se haviam suicidado e estavam nestes tormentos com todas as coisas que ai se encontravam, mas o mais terrível destes tormentos é a ausência de Deus. Não se sentia o Senhor. Nessa dor, começo a gritar: "Quem se equivocou? Olhem como sou santa! Jamais roubei, eu nunca matei, eu fazia compras para os pobres, eu extraía dentes de graça ajudando os que necessitavam. O que faço aqui? Eu ia à Missa aos domingos, apesar de que me considerasse atéia, nunca faltei, se faltei cinco vezes à Missa em toda a minha vida foi muito. Eu era alma que sempre ia à Missa. E o que faço aqui? Eu sou católica, por favor, eu sou católica, tirem-me daqui!" Quando estou gritando que sou católica, vejo uma pequena luz. Entendam que uma luz nestas trevas é o maior presente que alguém poderia receber. Vejo umas escadas por cima deste oco, vejo meu pai, que havia falecido cinco anos atrás, ele estava quase atrás do oco, tinha um pouquinho de luz e quatro degraus mais acima vejo minha mãe, com muito mais luz e numa posição de oração. Quando os vi me deu uma alegria tão grande e comecei a gritar: "Paizinho, mãezinha, por favor, me tirem daqui, eu suplico, me tirem daqui!" Quando eles baixaram a vista e meu pai me viu ali... se houvessem visto que dor tão grande eles sentiram; neste lugar podemos sentir os sentimentos dos outros, podemos `ver' essa parte e `vi' essa dor tão grande. Meu pai começou a chorar e colocava as mãos na cabeça e tremia: "Minha filha, minha filha!" E minha mãe orava, então percebo que eles não podem me tirar dali e a dor que me inundava era sentir a dor que eles sentiam e estavam compartilhando essa dor comigo. Começo a gritar de novo: "Por favor, vejam, me tirem daqui, eu sou católica! Quem se enganou? Por favor, me tirem daqui!" E quando estou gritando pela segunda vez, se escuta uma voz, é uma voz doce, é uma voz que quando a escuto, se estremece toda a minha alma, e tudo se inundou de amor e de paz, e todas estas criaturas saíram apavoradas, porque elas não resistem ao Amor, nem à paz e eu sinto essa paz, e essa voz me diz: "Muito bem, se você é católica, diga-me os dez mandamentos da lei de Deus." E que golpe tão horrível! Ouviram? Eu sabia que eram dez, mas daí em diante, nada! "Quarta-feira! O que vou fazer aqui?" Minha mãe sempre me falava do primeiro mandamento de Amor. Finalmente me serviu para alguma coisa. Vamos ver como me sairei dessa, pensava... Tomara que não se lembrem dos demais mandamentos. Pensava em manipular a situação, como sempre costumava fazer por aqui, eu sempre tinha resposta para tudo, tinha a desculpa perfeita, e sempre me justificava e me defendia de tal maneira que ninguém perceberia o que eu não sabia. Então começo a dizer: "O primeiro: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo"... "Muito bem" – e me dizem: "Você O tem amado?" E eu digo: "Sim, eu sim, eu sim!" E é quando me dizem: "Não!" Vejam, quando me disseram "não!", aí sim senti a corrente elétrica daquele raio, porque eu não percebi em que parte me havia caído o raio, não sentia nada, e me dizem: "Não! Você não tem amado ao seu Senhor sobre todas as coisas, e muitíssimo menos ao seu próximo como a você mesma. Você fez um deus e o acomodou à sua vida só nos momentos de necessidade! Você se prostrava diante Dele quando era pobre, quando sua família era humilde, quando queria se tornar uma profissional! Aí sim todos os dias você rezava, e se prostrava tempos inteiros, horas inteiras suplicando ao seu Senhor! Orando e pedindo para que Ele a tirasse dessa pobreza e permitisse que fosse uma profissional , que fosse alguém! Quando tinha necessidade, ou queria dinheiro, então rezava um Rosário ao Senhor. Essa era a relação que você tinha com o Senhor!" Eu via ao meu Senhor de verdade com tristeza. Comento que minha relação com Deus era de `caixa automático'. Rezava um Rosário e tinha que aparecer dinheiro, essa era minha relação com Ele. E me mostram, tão logo o Senhor me permitiu que tivesse uma profissão, que começo a ter um nome e começava a ganhar dinheiro, então o Senhor já me parecia "pequenininho", e já comecei a ficar orgulhosa, nem sequer expressava uma mínima relação de amor com o Senhor. Ser agradecida? Jamais! Nem sequer abria os olhos dizendo... `Senhor, obrigada por este dia, obrigada por minha saúde, pela vida dos meus filhos, pela minha casa, coitadinhos dos que não tem casa, nem comida, Senhor!' Nada. Era muito mal agradecida. E a voz seguia dizendo... "Fora isso, você pos o Senhor num nível tão baixo, que acreditava mais em Mercúrio e Vênus para ter sorte, andava cegada pela astrologia, dizendo que os astros conduziam a sua vida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Os 10 mandamentos &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Começou a andar em todas as doutrinas que o mundo oferecia. Começou a acreditar que simplesmente você morria e voltava para recomeçar. Você se esqueceu da `Graça!', que havia custado um preço de sangue ao seu Senhor." Me fazem um exame dos Dez Mandamentos. Mostram-me que eu dizia que adorava, que amava a Deus com minhas palavras, mas na verdade eu adorava a Satanás. Porque em meu consultório chegava uma senhora que fazia `mandingas', e eu dizia... `Eu não acredito nisso, mas pode fazer, porque se não fizer bem, mal tampouco fará.' E ela começava a fazer suas `mandingas' para dar boa sorte. Ela havia posto num canto onde não se podia ver uma penca de aloés com uma ferradura para afastar as más energias. Olhem tudo isso, que vergonhoso! Fazem uma análise da minha vida sobre os dez mandamentos, me mostram como atuei com o próximo, como dizia a Deus que o amava quando ainda não havia me afastado Dele, quando ainda não havia começado a andar no ateísmo eu dizia: "Meu Deus, eu te amo!" Mas com essa mesma língua que eu louvava o Senhor, com essa mesma língua eu falava mal de todo mundo, criticava, apontava com o dedo, sempre a `santa Gloria', e me mostravam que eu dizia que amava a Deus, mas era uma invejosa, mal agradecida, jamais reconheci todo o esforço e o amor, a entrega de meus pais para me dar uma profissão, para me levantar. "Tão rápido você alcançou uma profissão, mas até seus pais já não tinham importância, a ponto de chegar a se envergonhar de sua mãe, pela humildade e pela pobreza dela." E me mostram como esposa...Quem era? Passava todo o dia renegando, desde que me levantava. Meu esposo me dizia: "Bom dia!" E eu respondia: "Que bom dia? Não vê que está chovendo?" Eu o renegava o tempo todo. E com meus filhos? Mostram-me que nunca, jamais tive compaixão para com o próximo, por meus irmãos de fora. E o Senhor me dizia: "Você nunca pensou: coitadinhos dos doentes, Senhor! Dá-me a graça de poder acompanhá-los em sua solidão. As crianças que não tem mãe, os órfãos, quantas crianças sofrendo, Senhor!" ...Meu coração era de pedra...no exame dos dez mandamentos não passei nem meio. Terrível! Espantoso! Vivia um verdadeiro caos. Como que eu não havia matado e assassinado tanta gente? Por exemplo, eu fiz muitas compras de supermercado para as pessoas que necessitavam, mas não dava por amor, dava pela imagem, porque como eu era muito rica eu queria `fazer bonito' diante dos outros e assim eu manipulava as pessoas. E então eu dizia: "Toma, lhe dou essa compra, mas você me faz o favor e vá à reunião do colégio dos meus filhos, porque eu não tenho tempo de ir a essas reuniões." E assim eu dava coisas a todo mundo, mas eu os manipulava, além disso eu adorava que houvesse um montão de gente atrás me mim me dizendo que eu era bondosa, que eu era uma santa. Eu me criei uma imagem! E me dizem: "É que você tinha um deus e esse deus era o dinheiro! Por ele você se condenou! Por ele você afundou no abismo e se afastou do Senhor." Nós havíamos tido muito dinheiro, mas estávamos quebrados, endividadíssimos, havia acabado nosso dinheiro, então, quando me dizem do `deus dinheiro' eu gritei: "Mas que dinheiro se deixei muitas dívidas lá na terra?" Quando me falaram, por exemplo, do segundo mandamento, via que eu, pequenina, infelizmente aprendi que para evitar os castigos da minha mãe que eram bastante severos, aprendi que as mentiras eram excelentes e comecei a caminhar com o pai da mentira (Satanás), e comecei a ficar mentirosa e à medida que meus pecados iam crescendo, as mentiras iam aumentando. Percebia que minha mãe respeitava muito o Senhor e para ela o nome do Senhor era santíssimo, então eu pensei e disse: "Aqui tenho a arma perfeita." E comecei a jurar em vão, e lhe dizia: "Mãe, eu juro por Deus!" e assim evitava os castigos. Imaginem, quando metia eu colocava o Santíssimo nome do Senhor nas minhas porcarias, na minha imundície, porque eu estava tão cheia de sujeira e de tanto pecado... E vejam, irmãos, aprendi que as palavras não se perdem ao vento. Quando minha mãe ficava irredutível eu lhe dizia: "Mãe, que me parta um raio se estou mentindo!", e a palavra vagou pelo tempo e vejam que por misericórdia de Deus eu estou aqui, porque na realidade o raio entrou em mim e me partiu praticamente ao meio e me queimou. Mostravam-me como eu, que me dizia católica, era uma pessoa que não tinha palavra e sempre me antepunha ao Santo nome do Senhor. Fiquei impressionada ao ver como o Senhor mostrava a todas as criaturas estas coisas espantosas e se prostravam ao chão, numa adoração impressionante. Vi a Santíssima Virgem prostrada aos pés do Senhor, orando por mim, numa extrema adoração, e eu, pecadora, desde minha imundície, cara a cara com o Senhor. Como fui `tão boa', renegando e maldizendo o Senhor... Sobre o santificar as festas, foi espantoso. Senti uma imensa dor. A voz me dizia que eu dedicava de quatro a cinco horas ao meu corpo e nem sequer dez minutos diários de profundo amor ao Senhor, de agradecimento ou de uma oração. Começava a rezar o Rosário com tamanha velocidade e eu dizia: "Nos comerciais da novela consigo terminar o Rosário". Mostravam como nunca fui agradecida ao Senhor, e também me mostravam o que eu dizia quando me dava preguiça de ir à Missa: "Mas mãe, se Deus está em todo lugar, que necessidade tenho de ir à Missa?" Claro que era muito cômodo dizer isso; e a voz me repetia que eu tinha ao Senhor por vinte e quatro horas ao dia disponível para mim, e eu não rezava nem um pouquinho, nem agradecia no domingo. Dediquei-me a cuidar do meu corpo, me tornei escrava, e me esqueci de um detalhe, que tinha uma alma e que jamais cuidei dela, nunca a alimentei com a Palavra de Deus porque eu, muito comodamente, dizia que quem lia a Palavra de Deus ficava louco. Quanto aos sacramentos, nada! Como que eu poderia me confessar com `esse velhos que eram piores que eu'? Para mim era muito cômodo não ir confessar, o maligno me tirou da confissão e assim foi como me afastou da cura e limpeza da minha alma, porque cada vez que eu cometia um pecado, não era grátis, Satanás punha dentro da brancura de minha alma a sua marca, uma marca de trevas. Jamais, só em minha primeira comunhão fiz uma boa confissão, daí por diante, nunca mais, e recebia o Senhor indignamente. Chegou a tal ponto a blasfêmia, a incoerência da minha vida, que cheguei a dizer: "Que Santíssimo? Deus está vivo num pedaço de pão? Estes sacerdotes deveriam comê-lo com um pouco de doce de leite, quem sabe ficaria mais saboroso"...até este ponto chegou a degradação da minha relação com Deus. Jamais alimentei minha alma, e para completar, só sabia criticar os sacerdotes. Se tivessem visto como foi terrível isso, na minha família, desde muito pequenos, criticávamos os sacerdotes, começando pelo meu pai...diziam que são mulherengos e que têm mais dinheiro do que nós e repetíamos estas coisas. E nosso Senhor me dizia: "Quem você pensava que era para se fazer passar por Deus e julgar meus ungidos?", me dizia: "Eles são de carne, e é a comunidade que faz a santidade de um sacerdote, rezando, amando e apoiando quando um sacerdote cai em pecado." O Senhor me mostrava que cada vez que eu criticava um sacerdote, me tomavam uns demônios. Fora isso, quanto mal eu fiz quando acusei um sacerdote de homossexual e toda a comunidade se inteirou, não imaginam quanto dano causei. Do quarto mandamento: honrar pai e mãe. O Senhor me mostrava como já lhes comentei, como fui mal agradecida com meus pais, como os amaldiçoava e os renegava porque não podiam me dar tudo o que minhas amigas tinham. Como fui uma filha que não valorizava o que tinha, cheguei a ponto de dizer que aquela não era a minha mãe, porque parecia muito pouco para mim. Foi espantoso ver o resumo de uma mulher sem Deus e como uma mulher sem Deus destrói tudo o que lhe rodeia, e ainda por cima, o pior de tudo é que eu achava que era boa e santa! O Senhor também me mostrou como eu achava que me sairia bem neste mandamento, só pelo fato de haver pago as consultas médicas e os remédios dos meus pais quando ficaram doentes, também como eu analisava tudo através do dinheiro e como eu os manipulei quando tinha dinheiro. Até me aproveitei deles, o dinheiro me endeusou e eu os pisoteei. Sabem o que me doeu? Ver meu pai chorando com tristeza, apesar de tudo ele havia sido um bom pai, que me havia ensinado a ser trabalhadora, empreendedora, e que devia ser honesta, porque só aquele que trabalha pode progredir. Mas ele se esqueceu de um detalhe, que eu tinha uma alma e que ele era um evangelizador com seu testemunho e como toda a minha vida começou a afundar por causa de tudo isso. Via o meu pai com dor quando era mulherengo, ele era feliz dizendo à minha mãe e a todo mundo que ele era `muito macho' porque tinha muitas mulheres e que podia com todas, e que ademais fumava e bebia. Estes vícios o faziam sentir-se orgulhoso, pois ele não pensava que eram vícios, mas sim virtudes. Comecei a ver como minha mãe se cobria de lágrimas quando meu pai começava a falar das outras mulheres. Comecei a me encher de raiva, de ressentimento e começo a ver como o ressentimento leva à morte espiritual, sentia uma raiva espantosa de ver como meu pai humilhava minha mãe diante de todo mundo. Fiquei rebelde e disse á minha mãe: "Eu nunca serei como você, por isso nós mulheres não valemos nada, por culpa de mulheres como você, sem dignidade, sem orgulho, que se deixam pisotear pelos homens." Quando já estava maior eu dizia ao meu pai: "Preste atenção pai, jamais vou permitir que um homem me humilhe como você humilha a minha mãe, se um homem chegar a ser infiel comigo, eu me separo." Meu pai me bateu e me disse: "Como se atreve?" Meu pai era muito machista e eu lhe disse: "Então me bata e me mate se eu chegar a me casar e tiver um marido infiel. Eu me separo, para que os homens entendam como sofre uma mulher quando um homem a pisoteia." Esse ressentimento e essa raiva tomaram conta de mim, e quando já tinha algum dinheiro, comecei a dizer à minha mãe: "Sabe de uma coisa? Separe-se do meu pai. Eu gosto muito dele, mas é impossível que você agüente um homem assim, seja digna, você tem que se dar valor, mãe." Imaginem! Eu queria divorciar meus pais. Minha mãe me dizia: "Não filha, não é que não me doa, sim me dói muito, mas eu me sacrifico porque vocês são sete filhos e eu sou só uma. Eu me sacrifico porque afinal seu pai é um bom pai, e eu seria incapaz de ir e deixá-los sem pai, ademais, se eu me separo, quem vai orar para que seu pai se salve? Sou eu quem pode orar para que seu pai encontre a salvação, porque a dor e o sofrimento que ele me ocasiona eu uno às dores da cruz, e todos os dias digo ao Senhor; `esta dor não é nada unida à tua cruz, me permita que meu esposo se salve, assim como meus filhos.' Eu não entendia isso. E sabem do que mais? Me deu tanta raiva... e isso fez com que minha vida mudasse e fiquei muito rebelde e comecei a me empenhar para defender os direitos da mulher. Comecei a defender o aborto, a eutanásia, o divórcio e a defender a lei de Talião, aquela que diz `olho por olho, dente por dente'. Nunca fui infiel fisicamente, mas prejudiquei muita gente com meus conselhos. Quando chegamos ao quinto mandamento, o Senhor me mostrava que eu era uma assassina espantosa e que cometi o que é pior e mais abominável diante dos olhos de Deus, o aborto. O poder que me deu o dinheiro me serviu para financiar vários abortos, porque eu dizia: "A mulher tem direito a escolher quando quer ficar grávida ou não." Olhei o Livro da Vida e me doeu tanto quando vi uma menina de catorze anos abortando. Eu a havia ensinado, porque sabem que quando uma pessoa está envenenada, nada fica bom e tudo o que está ao redor dela se envenena. Umas meninas, três sobrinhas minhas e a namorada do meu sobrinho abortaram. Deixavam-nas ir à minha casa porque eu tinha dinheiro. Eu as convidava, falava de moda, de glamour, de como exibir o corpo. Minha irmã as mandava aí. Olhem como eu as prostituí, prostituí menores, que foi outro pecado espantoso depois do aborto, porque eu lhes dizia: "Não sejam bobinhas minhas filhas, suas mães lhes falam de virgindade e de castidade, mas estão fora de moda, elas falam de uma Bíblia que foi escrita há mais de dois mil anos, e os sacerdotes não quiseram se modernizar, elas falam o que dizia o Papa, mas esse Papa está fora de moda." Imaginem meu veneno e eu ensinei a estas meninas que tinham que aproveitar, desfrutar do corpo, mas que tinham que se prevenir. Ensinei-lhes os métodos de planificação. "Mulher perfeita", e essa menina de catorze anos, namorada do meu sobrinho chega um dia ao meu consultório chorando (eu vi no Livro da Vida) e me diz: "Gloria! Ainda sou criança e estou grávida!", e eu lhe disse: "Tonta! Eu não lhe ensinei a se prevenir?" E então ela me disse: "Sim, mas não funcionou". Então olhei, e o Senhor me colocava essa menina diante de mim para que não se afundasse no abismo, para que não fosse abortar, porque o aborto é uma corrente que pesa tanto, que arrasta e pisoteia, é uma dor que nunca se acaba, é o vazio de haver sido um assassino. E o que foi pior para essa menina, foi que em vez de falar-lhe do Senhor, lhe dei dinheiro para que fosse abortar num lugar muito bom para que não a prejudicassem. Assim como este aborto financiei vários outros. Cada vez que o sangue de um bebê se derrama, é como um holocausto a Satanás, é um holocausto, ao Senhor lhe dói muito e se estremece cada vez que se mata um bebê, porque no Livro da Vida, vi como nossa alma se apodera de nosso corpo tão somente quando se tocam o óvulo e o espermatozóide, surgindo como uma faísca linda de luz colhida do Sol de Deus Pai. O ventre de uma mãe, tão somente é fecundado e já se ilumina com o brilho dessa alma e quando se aborta, essa alma grita e geme de dor, ainda que não tenha olhos, nem um corpo formado, se escuta este grito quando lhe estão assassinando e o Céu se estremece e no inferno se escuta outro grito, mas de júbilo, e imediatamente do inferno, se abrem uns tipos de selos de onde saem umas larvas para seguir assediando a humanidade, e seguir fazendo-a escrava da carne e de todas estas coisas que existem e que estarão cada dia pior. Quantos bebês são mortos por dia? Isso é um triunfo para Satanás. Esse preço de sangue forma mais um demônio, então me lavam neste sangue e minha alma branca começou a ficar absolutamente escura. Depois dos abortos, perdi a convicção do pecado, para mim estava tudo bem. Foi triste ver como que neste compromisso com o maligno, pude ver todos os bebês que eu havia matado também, e sabem por que? Eu planificava com o uso do DIU (T de cobre) e foi doloroso ver quantos bebês haviam sido fecundados, e se haviam brilhado essas faíscas do Sol de Deus Pai, mas estes bebês, gritando, se desgarraram das mãos de Deus Pai. Era a razão que explicava meu constante mau humor, caras feias, vivia frustrada com todos e com muita depressão. Claro! Eu havia me tornado uma máquina de matar bebês. E isso me afundou mais no abismo... e pensava: "Como que não havia matado?" E o que dizer de cada pessoa que eu odiava, que eu detestava? Continuava sendo uma assassina, porque não é só com um disparo que se mata uma pessoa, basta odiá-la, fazer-lhe o mal, ter inveja dela, como isso já se pode matá-la. Quanto ao sexto mandamento, de não pecar contra a castidade, eu disse: "Aqui não vão me falar de nenhum amante, porque por toda a vida só tive um homem que é meu esposo". Quando me mostram que cada vez que eu estava com meus seios a mostra e meu corpo com minhas roupas insinuantes, estava incitando os homens a que me olhassem e tivessem maus pensamentos, e eu os fazia pecar e assim foi como entrei no adultério. Eu aconselhava as mulheres a serem infiéis com seus esposos e lhes dizia: "Não sejam bobas, divorciem-se, não os perdoem." Já com isso estava cometendo um abominável adultério. E me dei conta que os pecados da carne são espantosos e são condenatórios, mas o mundo nos incita a atuarmos como animais. Infelizmente me soltei da mão do Senhor, porque os pecados estão nos pensamentos, na alma e na ação de cada pessoa. Foi tão doloroso ver todo esse pecado, por exemplo, esse pecado do adultério do meu pai, que causou dano e desgarrou seus filhos. A mim me causou ressentimento contra os homens, e meus irmãos se transformaram em três fiéis fotocópias do meu pai, felizes por serem `muito machos', mulherengos e alcoólatras... Eles não percebiam como prejudicavam seus filhos. Por isso meu pai chorava, com tanta dor, vendo como seu pecado havia sido herdado por eles, por mim, prejudicando assim toda a obra de Deus. O sétimo mandamento, o de não roubar, eu me considerava honesta, e o Senhor me mostrava como desperdiçávamos comida em minha casa. O mundo padecia de tanta fome, e Ele me dizia: "Eu tinha fome, e veja o que você fazia com o que eu te dava, desperdiçava tudo, eu tinha frio e olhe o que você fazia, escravizada pela moda, vivendo de aparências, gastando muito dinheiro em injeções para estar mais magra, escravizada pelo corpo. Em poucas palavras, você fez do seu corpo um deus." O Senhor me mostrava que eu era culpada pela miséria do meu país e que sim, eu tinha a ver com isso. Também me mostrava que cada vez que eu falava mal de alguém, eu lhe roubava a honra e era difícil devolvê-la. Que era mais fácil reparar o roubo de um dinheiro, porque poderia devolver o valor roubado, do que restaurar o bom nome de uma pessoa. Eu me arrependia por não ter sido uma mãe carinhosa com meus filhos, por não haver ficado mais com eles em casa, por tê-los deixado tanto com a `mamãe televisão', `o papai computador', ou com os videogames e para acalmar minha consciência, lhes comprava roupas de marca. Mas me horrorizou ver minha mãe que se questionava, - e minha mãe foi uma santa mãe, que nos corrigia e nos amava, assim como meu pai -, e pude ver quando ela disse: "O que será de mim que nunca consegui dar nada para os meus filhos?" Que espanto, que dor tão grande... Senti muita vergonha, porque no Livro da Vida a pessoa vê tudo como num filme, e meus filhos diziam: "Tomara que a mamãe demore, que tenham muito trânsito, porque ela é muito chata e só vive reclamando." Que tristeza um menino de três anos e uma menina um pouco maior dizendo estas coisas...eu lhes roubei a sua mãe, lhes roubei a paz que eu daria à minha casa e não lhes deixei conhecer a Deus através de mim, e não lhes ensinei a amar o próximo. Se eu não amo ao meu próximo, eu não tenho nada a ver com o Senhor, se não tenho misericórdia, não tenho laços com o Senhor. Porque Deus é Amor... Vou lhes falar sobre levantar falsos testemunhos. Eu sabia mentir muito bem e Satanás se tornou meu pai. Se Deus é Amor e eu odeio, então, quem é meu pai? Não era difícil de adivinhar e se Deus me fala do perdão e de amar meus inimigos eu dizia, "quem me prejudica, me paga!" Então, quem era meu pai? Se Deus é a verdade e Satanás é a mentira, quem era meu pai? Não há mentira rosa, nem amarela, nem verde, todas as mentiras são mentiras, e Satanás é o pai de todas elas. Tão terríveis foram os pecados da minha língua. Eu vi quanto dano causei com a minha língua. Eu fofocava, quando falava mal dos outros, causava complexos de inferioridade às pessoas gordinhas pondo-lhes apelidos pejorativos. Uma palavra mal dirigida sempre termina numa ação e causa dano.Quando me fazem o exame dos dez mandamentos, pude ver a cobiça que tomava conta de mim. Eu pensava que seria feliz tendo muito dinheiro e passei a ter uma obsessão por ficar rica. Que tristeza. Quando tive muito dinheiro, foi o pior momento que viveu minha alma, a ponto de querer me suicidar. Tinha tanto dinheiro e me sentia sozinha, vazia, amargurada e frustrada. A cobiça de desejar ter muito dinheiro foi o caminho que me levou pela mão e me extraviei, me soltei da mão do Senhor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O Livro da Vida &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois desse exame dos dez mandamentos, me mostram o Livro da Vida, lindo, eu queria ter palavras para descrever "O Livro da Vida". Começou desde a concepção, assim que se uniram o par de células dos meus pais. De imediato houve um `zas', uma faísca, uma linda explosão e se formou minha alma, colhida da mão de Deus Pai, encontrei um Deus Pai tão lindo, que me cuidava 24 horas por dia e o que eu via como um castigo, nada mais era que Amor, porque Ele consegue ver minha alma e percebia como eu ia me afastando da Salvação. Para terminar, vou lhes dar um exemplo de como é maravilhoso o "Livro da Vida". Eu era muito hipócrita e eu dizia a alguém: "Nossa! Como você está linda, que vestido lindo!" Mas por dentro, em meus pensamentos eu dizia: "Que mulher mais asquerosa, e ainda se acha uma rainha!" Nesse livro se podia ver exatamente como eu pensava, se podia ver o interior de minha alma. Todas as minhas mentiras ficaram à vista, vivas, todo mundo se deu conta. Quantas vezes eu menti para minha mãe porque ela não me deixava sair a lugar nenhum, então dizia que tinha que fazer um trabalho em grupo na biblioteca, mas saía para ver algum filme pornográfico ou ia a algum bar tomar cerveja com minhas amigas. E lá estava minha mãe, vendo minha vida, nada escapou. Meus pais me davam banana para levar de lanche na escola. Meus pais eram pobres e só podiam me dar banana, leite e algum petisco para colocar na lancheira. Eu comia a banana e jogava a casca pelo caminho. Nunca tive a consciência de que alguém poderia se ferir ou escorregar na casca de banana que eu costumava jogar no chão, e o Senhor me mostrou as pessoas que poderiam ter se matado por causa dessas quedas causadas por minha imprudência e falta de misericórdia. Também pude ver como só uma vez fiz uma boa confissão, bem feita. Foi quando uma senhora me deu 4.500 pesos a mais de troco num supermercado em Bogotá. E meu pai nos havia ensinado a sermos honestos e nunca tocar em nenhum centavo de ninguém. Então me dei conta quando já estava no carro. Estava a caminho do meu consultório e pensei... "Ai, essa velha distraída, essa tonta me deu 4.500 pesos a mais e agora tenho que voltar para devolver" e logo vi um engarrafamento gigante e disse: "Quer saber? Não vou devolver nada, quem mandou ela ser tão distraída?" Mas fiquei com a dor de ter feito isso, porque me pai me ensinou a ser honesta, então me confessei no domingo e disse: "Padre, eu roubei 4.500 pesos porque não os devolvi a uma senhora que se equivocou no troco." Nem prestei atenção no que o padre me disse. O maligno não pode me acusar de ladra, mas sabem o que me disse o Senhor? Ele me disse: "Essa falta de caridade sua, quando não devolveu o dinheiro para aquela senhora não reparando o pecado cometido, 4.500 pesos para você não eram nada, mas para aquela mulher que ganhava um salário mínimo, significava a alimentação de três dias." O mais triste foi quando me mostrou como sofreu, agüentando a fome um par de dias. Por minha culpa, passou fome com seus dois filhos pequenos, porque assim me mostra o Senhor, me mostra quando eu faço algo, quem sofreu, quem atua e como atua. O Senhor me perguntou: "Que tesouros espirituais você me trouxe?" Minhas mãos iam vazias, não levava nada, minhas mãos iam absolutamente desocupadas. Foi então que me disse: "De que te servem os dois apartamentos que você tinha, as casas e consultórios? Você não se considerava uma profissional de muitíssimo êxito? Acaso pode trazer o pó de um tijolo até aqui? O que fez com os talentos que Eu te dei?" Talentos? Eu tinha uma missão. A missão de defender o reino de Amor. O reino de Deus. Eu me havia esquecido que tinha uma alma, e muito menos que tinha talentos, muito menos que o bem que deixei de fazer doeu muito ao Senhor. Sabem o que sempre me perguntava o Senhor? Sempre me perguntava sobre o Amor. Citava a falta de caridade pelo próximo. Ele me dizia que eu estava morta espiritualmente. Estava viva, porém morta. Se pudessem ver o que é a `morte espiritual', como é uma alma que odeia...Como é uma alma espantosamente terrível de amargurada e fastidiosa, que faz mal a todo mundo... Quando uma pessoa está cheia de pecados, por fora tudo parece ser bonito e cheirar bem, com boas roupas, mas minha alma cheirava muito mal e vivia nos abismos. Isso justifica tanta depressão e amargura. Então o Senhor me disse: "É que sua morte espiritual começou quando você deixou de sentir dor pelos seus irmãos. Quando você via o sofrimento dos seus irmãos, era um alerta. Quando via nos meios de comunicação, dizendo que os mataram, que os seqüestraram, que os desalojaram, você dizia `da boca para fora': `Coitadinhos! Que pecado!' Mas isso não te doía por dentro. Você não sentia nada no coração, era uma pedra, o pecado te petrificou. Quando se fecha o meu Livro, imaginem como era grande a minha tristeza. Quanta dor! Fora isso, por ter me comportado assim com Deus Pai, porque apesar de todos os meus pecados, apesar de toda a minha imundície e de toda a minha indiferença e de todos os sentimentos horríveis, o Senhor, sempre, até o último instante me buscou, sempre me enviava instrumentos, pessoas, me falava, me gritava, me tirava coisas para me buscar, ele me buscou até o último instante. Eu costumava dizer: "O Senhor me condenou". Claro que não! No meu livre arbítrio eu escolhi quem seria o meu pai, e não foi Deus Pai. Escolhi Satanás, esse foi o meu pai, e quando esse Livro se fechou, vi em minha mente que estava de ponta-cabeça, porque começava a cair naquele buraco e depois deste oco ia se abrir uma porta. Então começo a ir, e começo a gritar a todos os santos, para que me salvassem. Vocês não têm idéia da quantidade de santos que eu vi, eu não tinha idéia de que havia tantos santos, eu era tão má católica. Pensava que dava na mesma que me salvasse São Isidro ou São Francisco de Assis, e quando acabaram todos os santos, veio o silêncio. Sentia um vazio, uma dor tão grande. E eu pensava: "Todos estão lá na terra dizendo: `como era santa!'", esperando que eu morresse para me pedir um milagre. E olhem para onde vou! Levanto os olhos e vejo os olhos de minha mãe. Com muita dor eu lhe grito: "Mãezinha! Que vergonha! Me condenei, mãe, aonde vou? Nunca mais vou te ver..." E nesse momento lhe concederam a ela uma graça muito grande. Estava imóvel e lhe permitem mover seus dois dedos para cima e ela dá um sinal e saltam dos meus dois olhos duas crostas espantosamente dolorosas, era minha cegueira espiritual. Então, vejo um momento lindo, quando uma paciente me havia dito: "Olhe doutora, a senhora é muito materialista e um dia vai precisar Dele. Quando estiver em ambiente de perigo, qualquer que seja, peça a Jesus Cristo que a cubra com o Seu sangue, Ele nunca irá abandoná-la, porque Ele pagou um preço se sangue pela senhora." E com essa vergonha tão grande e essa dor, comecei a gritar: "Jesus Cristo! Senhor, tenha compaixão de mim! Perdoe-me! Por favor, me dê uma segunda oportunidade!" E este foi o momento mais belo, não tenho palavras para descrever este momento. Ele baixa e me tira daquele oco. Quando Ele me recolhe, todas estas coisas caíram ao chão. Ele me levanta e me leva a uma parte plana, e me diz com todo esse Amor: "Vamos voltar, você vai ter uma segunda oportunidade" (...), e me diz que não é pela oração da minha família. Porque "é normal que eles orem e clamem por você, mas foi pela intercessão de todas as pessoas alheias ao seu sangue, que não te conhecem e choraram, oraram e elevaram seu coração com muitíssimo amor por você." E começo a ver como se acendem uma porção de luzinhas que são como chaminhas brancas cheias de amor. Eu vejo as pessoas que estão rezando por mim! Mas havia uma chama grande, era a luz que mais brilhava. A que mais amor dava. Eu olhava quem era essa pessoa que me amava tanto. E o Senhor me diz: "Essa pessoa que você vê ali, é uma pessoa que te ama tanto, tanto, e nem sequer te conhece." E me mostrava que essa pessoa havia visto a folha de jornal do dia anterior. Era um camponês de um povoado, bem pobre, que vivia ao pé da Serra Nevada de Santa Marta. O pobre homem comprou uma panela e a embrulharam numa folha do jornal "Espectador" do dia anterior. Minha fotografia onde eu aparecia toda queimada estava aí, ilustrando a matéria que falava sobre o acidente. Quando este homem viu a notícia, se pôs a chorar com um amor tão grande, e disse: "Pai, Senhor, tem compaixão desta minha irmãzinha. Senhor, salve-a! Se o Senhor salvá-la, prometo que irei ao `Santuário de Buga' e cumpro a promessa, mas salve-a!" Imaginem um homem pobrezinho, não estava revoltado nem amaldiçoando porque passava fome, com essa capacidade de amor para se oferecer a atravessar todo o país por alguém que não conhecia. E o Senhor me disse: "Isso é Amor ao Próximo" (...) e logo me disse: "Você vai voltar, mas não vai contar o que viu 1000 vezes, mas sim 1000 vezes 1000. E ai daqueles que ouvindo, não decidam mudar de vida. Porque eles serão julgados com mais severidade. Assim como você será em seu segundo regresso. Que prestem atenção os ungidos, que são seus sacerdotes, ou qualquer um deles, porque não há pior surdo que aquele que não quer ouvir, nem pior cego que aquele que não quer ver." E isto, meus queridos irmãos, não é uma ameaça, O Senhor não necessita nos ameaçar, esta é a segunda oportunidade que vocês têm, e graças a Deus que vivi o que vivi! Porque quando lhes abram o Livro da Vida a cada um de vocês, quando cada um de vocês morra, vamos ver este momento, de igual maneira, e vamos nos ver tal como estamos, vamos ver nossos pensamentos e nossos sentimentos na presença de Deus, e o mais bonito é que cada pessoa verá o Senhor em frente de cada um de nós, outra vez perguntando o que lhe temos a oferecer. Que o Senhor abençoe a todos grandemente. Glória a Deus! Glória a Nosso Senhor Jesus Cristo!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: http://portuguese.gloriapolo.net/&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-4662819014829175835?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/4662819014829175835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/06/testemunho-de-gloria-polo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/4662819014829175835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/4662819014829175835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/06/testemunho-de-gloria-polo.html' title='O TESTEMUNHO DE GLORIA POLO'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-7810118110084520852</id><published>2009-03-11T09:48:00.004-03:00</published><updated>2010-07-10T18:53:21.383-03:00</updated><title type='text'>Por que o Maligno quer fazer pactos com a Igreja de Deus?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No dia 8 de março de 2.009 estive em uma formação do Ministério de Pregação da Renovação Carismática Católica (RCC) na diocese de Santo Amaro e assisti a uma pregação feita, que foi feita&amp;nbsp;por um homem muito simples. É impressioante observar como um homem, com tão pouco estudo, pode ser tão tocado pelo Espírito Santo! Eu, em poucas oportunidades, pude observar uma pregação tão inspirada. Esta é uma grande prova de que Deus revela seus segredos principalmente aos humildes. Muitos padres e pregadores com muitos anos de estudo, mestrados, doutorados não fazem uma pregação tão inspirada e tão cheia de sabedoria. O Espírito Santo “sopra”&amp;nbsp;em quem bem entender, e Ele não seleciona as pessoas de acordo com seus diplomas. É verdade que Deus também escolhe os “letrados”, a palavra também é anunciada para eles, porém, os humildes são mais abertos para ouvir. A fé não se mistura com a “sabedoria” humana, como bem nos ensina a palavra de Deus:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"O homem psíquico não aceita o que vem do Espírito de Deus. É loucura para ele; não pode compreender, pois isso deve ser julgado espiritualmente. O homem espiritual, ao contrário, julga a respeito de tudo e por ninguém é julgado (1 Cor 2, 14-15). Pois quem conheceu o pensamento do Senhor para poder instruí-lo?&lt;/em&gt; "(1 Cor 2, 16, Is 40,13).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando deixarmos este mundo e estivermos perante o tribunal de Cristo, não importará nossa titulação acadêmica, nossa inteligência e nem nossa cultura, mas será levado em conta o que fizemos de bom neste mundo, e o quanto de amor colocamos em nossas ações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O pregador neste dia falou da ação do maligno na Igreja, citando uma passagem de Atos dos Apóstolos. Deus revelou a ele que o inimigo sabe que não pode prevalecer contra a Igreja, pois tem consciência da promessa feita por Nosso Senhor Jesus Cristo que AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA (Mt 16, 18-19). Por isso, o demônio tenta fazer pactos com os fiéis. A partir da seguinte passagem de Atos 16, 16-18, citada pelo pregador, podemos entender as intenções diabólicas:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Certo dia quando íamos (Paulo e Barnabé) para o lugar de oração, veio ao nosso encontro uma jovem escrava que tinha um ESPÍRITO de adivinhação; ela obtinha para seus amos muito lucro, por seus oráculos. Começou a seguir-nos, a Paulo e a nós, clamando: 'Estes homens são servos do Deus Altíssimo, que vos anunciam o caminho da salvação'. Isto ela o fez por vários dias. Fatigado com aquilo, Paulo voltou-se para o ESPÍRITO, dizendo: "Em nome de Jesus Cristo, eu te ordeno que te retires dela!" E na mesma hora o espírito saiu".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Grande é a sabedoria desta passagem! Vale para aqueles dias e para os momentos atuais! O maligno sabe que não pode prevalecer sobre a Igreja, então ele busca fazer pactos, ou seja, busca se infiltrar dentro da Barca de Pedro para dividir; criar competições, ciúmes, e invejas; esfriar a fé; fomentar falsas interpretações da bíblia; desanimar os crentes, etc. Porém, sem ser incomodado. Por isso a bajulação da escrava que fazia adivinhações. Não que ela fosse o demônio, mas ele a inspirava, dominando sua mente e suas ações! Ela quis agradar a Paulo e Barnabé para não ser importunada, e assim estar no interior da Igreja. Todavia, eles sabiam que a pregação não é para se vangloriar, porque toda glória e toda honra devem ser dirigidas a Nosso Senhor Jesus Cristo. Nestes versículos, a adivinha quis elogiar Paulo e Barnabé, mas Paulo com todo o seu discernimento espiritual, sabendo das intenções do demônio, expulsou-o. Esta foi a revelação do Espírito Santo para o irmão pregador. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Podemos muito bem transferir esta passagem para os dias atuais. Sempre ouvimos falar que espíritas ou maçons&amp;nbsp;gostam de frequentar a Igreja de vez em quando. Eles até são instruídos a frequentar missas e outras atividades do catolicismo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sempre tomamos cuidado ao falar do Maligno. Não gostamos de ficar falando dele, porém, em certas ocasiões, isto se torna necessário. Um dos carismas da RCC é identificar onde está o inimigo e como ele está agindo, para assim poder combatê-lo. Muitas pessoas dizem que o demônio não existe. Até mesmo de alguns membros da Igreja ouvimos este discurso. Porém, é preciso ter muito cuidado com isso, pois um dos grandes objetivos dele é fazer acreditar justamente isto, que ELE NÃO EXISTE, porque assim tudo seria bom e válido, não existiria pecado, e todos caminhos levariam o homem a Deus! Não podemos nos esquecer que o inimigo está atuando até mesmo nos homens da Igreja, porque eles não tiveram o discernimento espiritual de expulsá-los, assim como o fizeram Paulo e Barnabé. As palavras do Papa Paulo VI são muito verdadeiras para os dias de hoje: ATRAVÉS DE ALGUMAS FISSURAS, A FUMAÇA DE SATANÁS ENTROU NA IGREJA. O Maligno tentou por séculos destruir a Igreja por FORA, haja vista as ações dos imperadores romanos (com as terríveis perseguições aos cristãos), através do comunismo ateu, e outros inúmeros regimes totalitários no decorrer dos últimos 20 séculos. Visto que fracassou, agora ele está tentando DENTRO da própria Igreja.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um dos erros da Igreja atual está até mesmo na doutrina ensinada por alguns “teólogos” modernos, talvez mais modernos que teólogos, os quais se julgam com mais entendimento que o Espírito Santo e com mais sabedoria que os exegetas, os padres da Igreja, os santos, e até mesmo os Papas. Infelizmente existem “teólogos” muito mais para sociólogos do que para teólogos. Eles querem nos fazer crer que tudo na bíblia é simbólico e sem sentido real. No ano passado pude ler o testemunho de muitos estudantes que estavam frequentando um determinada faculdade de teologia, onde os professores ensinavam coisas contrárias à fé católica. Assim vários alunos veteranos deste curso faziam uma advertência aos novatos, dizendo: &lt;em&gt;“Estão prontos para perder sua fé por aqui?”&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando fui ao ALEGRAI-VOS (evento da RCC) no carnaval de 2009, o pregador disse que um teólogo afirmou que Jesus não caminhou sobre as águas, que isto é algo metafórico. Meu Deus, onde vamos parar? Um teólogo que não tem fé! Eu já li reclamações de alunos em faculdades de teologia. Pessoas que querem crescer na espiritualidade, e encontram professores que combatem a fé, por causa de um pensamento racional radical. É querer colocar a inteligência acima da fé. Mas sobre isso Deus já nos advertia:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Confia no Senhor com todo o teu coração, NÃO TE FIES EM TUA PRÓPRIA INTELIGÊNCIA; e em todos os teus caminhos, reconhece-O, e Ele endireitará as tuas veredas. NÃO SEJAS SÁBIO AOS TEUS OLHOS&lt;/em&gt;. (Pr 3, 5-7).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eu pude presenciar um coordenador de curso de&amp;nbsp;filosofia, em 2009,&amp;nbsp;ao chamar a atenção de alguns alunos (seminaristas por incrível que pareça) por causa da indisciplina, falou sobre um dos motivos da crise atual que passamos: É A TENTATIVA DE SE TRANSFORMAR A IGREJA EM UMA INSTITUIÇÃO PURAMENTE SOCIOLÓGICA. Isto se justifica, pois observamos “teólogos” que&amp;nbsp;pouco falam sobre espiritualidade, e muito maisa sobre literatura, sociologia, antropologia, psicologis, etc. Além disso, sempre que podem criticam duramente as leis da Igreja e as autoridades eclesiásticas. Uma amiga minha (também da RCC) que conversou pessoalmente com um desses “teólogos” ficou abismada com aquilo que ouviu de sua própria voz. Ele disse que a adoração ao Santíssimo Sacramento é dispensável na Igreja. Eu pergunto: “Que teólogo é este?” Está seguindo a vontade de Deus ou do inimigo? Devemos orar muito pela Igreja, e pedir a ação do Espírito Santo sobre aqueles que querem combater a fé dentro da própria Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RCC tem uma missão divina de “incendiar” a Igreja, reacendendo a fé cristã, pregando a palavra de Deus e divulgando a cultura universal e pessoal de um novo pentecostes. Se não seguirmos esses objetivos, não estamos seguindo nosso carisma.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nossa luta não é contra nenhuma pessoa, mas contra o poder do mal que está nas pessoas, e isto é muito diferente. Devemos amar e acolher a todos, porém nunca compactuar com o pecado. Sobre isto bem nos ensina a palavra de Deus:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Pois o nosso combate não é contra o sangue nem contra a carne, mas contra os Principados, contra as Autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra os Espíritos do Mal, que povoam as regiões celestiais"&lt;/em&gt; (Efésios 6,12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-7810118110084520852?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/7810118110084520852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/03/por-que-o-maligno-quer-fazer-pactos-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/7810118110084520852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/7810118110084520852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/03/por-que-o-maligno-quer-fazer-pactos-com.html' title='Por que o Maligno quer fazer pactos com a Igreja de Deus?'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-4300753117900486677</id><published>2009-02-25T09:16:00.006-03:00</published><updated>2010-07-10T19:06:29.253-03:00</updated><title type='text'>A importância do sacramento do Batismo no recém-nascido</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todos nós sabemos a diferença existente entre os sacramentos do Batismo e da Confirmação (crisma) e o chamado “Batismo” no Espírito Santo ou Efusão do Espírito Santo (Veja neste mesmo blog A EFUSÃO DO ESPÍRITO SANTO É UM SACRAMENTO?). Para que exista a efusão de “dentro” para “fora” é preciso antes que o Espírito Santo desça do céu, pelos sacramentos do batismo e crisma, e encontre morada dentro de nós (nos evangelhos a descida do Espírito Santo é mostrada na forma de uma pomba).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Porém, muitos meditam e perguntam: Se já somos batizados recém-nascidos, recebendo o Espírito de Deus, por que ainda necessitamos do sacramento do crisma? O crisma é importante porque manifestamos conscientemente e livremente o nosso desejo de confirmarmos o nosso batismo. O Catecismo da Igreja Católica ensina:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A confirmação produz crescimento e aprofundamento da graça batismal, unindo-nos mais solidamente a Cristo; aumentando em nós os dons do Espírito Santo; tornando mais perfeita nossa vinculação com a Igreja; dando-nos uma força especial do Espírito Santo para difundir e defender a fé pela palavra e pela ação, como verdadeiras testemunhas de Cristo, para confessar com valentia o nome de Cristo e para nunca sentir vergonha em relação à cruz.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;“Aquele que nos fortalece conosco em Cristo e nos dá a unção é Deus, o qual nos marcou com um SELO e pôs em nossos corações o penhor do Espírito" (2 Cor 1, 21-22). &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;E o batismo? Para que precisamos dele? O Senhor mesmo afirma que o Batismo é necessário para a salvação (Jo 3, 5). Também ordenou a seus discípulos que anunciassem o Evangelho e batizassem todas as nações (Mt 28, 19-20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O Catecismo ensina que o Batismo é o primeiro e o principal sacramento para o perdão dos pecados: une-nos a Cristo morto e ressuscitado e nos dá o Espírito Santo. Os que morrem por causa da fé, os catecúmenos e todos os homens que, sob o impulso da graça, sem conhecerem a Igreja, procuram com sinceridade a Deus e se esforçam por cumprir a vontade Dele podem ser salvos, mesmo que não tenham recebido o Batismo. O fruto do Batismo ou graça batismal é uma realidade rica que comporta: a remissão do pecado original e de todos os pecados pessoais; o nascimento para a vida nova, pelo qual, o homem se torna filho adotivo do Pai, membro de Cristo, templo do Espírito Santo. Com isso mesmo, o batizado, é incorporado à Igreja, corpo de Cristo, e se torna participante do sacerdócio de Cristo. (1)&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muitos perguntam a razão pela qual as crianças recém-nascidas são batizadas. Os protestantes não aceitam isso, dizendo que não existe embasamento bíblico para se batizar as criancinhas. Várias pessoas argumentam dizendo que os pequeninos não tem pecado algum, por isso não precisariam ser batizados com poucos dias de vida, mas somente quando tiverem conhecimento do batismo e consciência do que estão fazendo. Todavia, sabemos que todas as pessoas que vem ao mundo estão "manchadas" pelo pecado original praticado por nossos primeiros pais. Através das sagradas escrituras aprendemos que temos responsabilidade no pecado de nossos ancestrais, que tem origem na primeira desobediência a Deus cometida pela humanidade. O pecado original passa de pai para filho atravessando as gerações. É por isso que existe o Batismo. Para nos "lavar" desta "mancha". A palavra de Deus é clara para nos esclarecer sobre isto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Com efeito, visto que a morte veio por um homem, também por um homem vem a ressurreição dos mortos. Pois, assim como todos morrem em Adão, em Cristo todos receberão a vida." (1 Cor 15, 21-22).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"De modo que, como pela desobediência de um só homem, todos se tornaram pecadores, assim, pela obediência de um só, todos se tornarão justos." (Rm 5, 19).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Por isso, por nascerem com uma natureza humana decaída e manchada pelo pecado original, também as crianças precisam do novo nascimento no Batismo, a fim de serem libertadas do poder das trevas e serem transferidas para o domínio da liberdade dos filhos de Deus , para a qual todos os homens são chamados. A gratuidade pura da graça e salvação é particularmente manifesta no Batismo das crianças. A Igreja e os pais privariam então a criança da graça inestimável de tornar-se filho de Deus se não lhe conferissem o Batismo pouco depois do nascimento". (1)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Desde os tempos mais antigos o Batismo é administrado às crianças, pois é uma graça e dom de Deus que não supõe méritos humanos. A prática de batizar as crianças é uma tradição imemorial da Igreja. O falecido monge beneditino Dom Estevão Bittencourt escreve sobre este assunto" (retirado do blog: www.servosdemariaamordedeus.blogspot.com):&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“A Bíblia não se refere explicitamente ao Batismo de crianças, mas narra que vários personagens se fizeram batizar "com toda sua casa". A expressão "casa" designava o pai de famíia com todos os seus, inclusive as crianças. No século II, aparecem os primeiros testemunhos diretos do Batismo de crianças. Nenhum deles o apresenta como inovação. Santo Ireneu de Lião (+ 202) considera óbvia, entre os batizados, a presença de "crianças e pequeninos" ao lado dos jovens e adultos. São Cipriano de Cartago (+ 258) dispôs que se podiam batizar as crianças "já a partir do segundo ou terceiro dia após o nascimento". Esta prática foi reafirmada nos concílios de Cartago (418) e de Trento (1547). O Catecismo da Igreja, parágrafo 1250, afirma que "a gratuidade pura da graça da salvação é particularmente manifesta no Batismo das crianças.” A razão teológica da prática do Batismo de crianças é a seguinte: o sacramento não é mera matrícula em uma associação, mas é um renascer, um receber a vida nova dos filhos de Deus, que tem pleno sentido mesmo que a criança ignore o que lhe acontece; esse renascer para a vida eterna é que dá pleno sentido ao primeiro nascimento (a partir dos pais), pois torna a criança herdeira do Sumo Bem. O fato de que as crianças ainda não podem professar a fé pessoalmente não é obstáculo, pois a Igreja batiza os pequeninos na fé da própria Igreja, isto é, professando a fé em nome dos pequeninos. Esta doutrina se acha expressa no Ritual do Batismo, quando o celebrante pede aos pais e padrinhos que professem "a fé da Igreja, na qual as crianças são batizadas".A Igreja só não batiza as crianças, quando os pais não o querem ou quando não há garantia alguma de que o batizado será educado na fé católica. Mesmo quando os pais não vivem como bons católìcos, a Igreja julga que a criança tem o direito de ser batizada, desde que os próprios pais ou padrinhos ou a comunidade paroquial lhe ministrem a instrução religiosa. Assim, os pais católicos que não vivem o matrimônio sacramental tem o dever de mandar batizar os filhos e providenciar a sua educação religiosa. É comum levantar-se a seguinte questão: o Batismo das crianças constitui um atentado à liberdade das mesmas; impõe-lhes obrigações religiosas que talvez não queiram aceitar em idade juvenil. Respondemos: No plano natural, os pais fazem, em lugar de seus filhos, opções indispensáveis ao futuro destes: o regime de alimentação, a higiene, a educação, a escola. Os pais que se omitissem a tal propósito sob o pretexto de salvaguardar a liberdade da criança, prejudicariam seriamente a prole. Ora, a regeneração batismal vem a ser o bem por excelência que os pais católicos devem proporcionar aos filhos. Mesmo que a criança, chegando à adolescência, rejeite os deveres do Batismo, o mal é então menor do que a omissão do sacramento. Com efeito, o fato de alguém rejeitar a boa educação que recebeu, é dano menos grave do que a omissão de educação por parte dos pais. Além do mais, os gérmens da fé depositados na alma da criança poderão um dia reviver. Caso não seja possível batizar, a Igreja confia a criança falecida ao amor de Deus, que é Pai e fonte de misericórdia. A doutrina do limbo não constitui artigo de fé, de modo que se pode crer que Deus tem recursos invisíveis para salvar todas as crianças, mesmo as que morrem sem Batismo. &lt;strong&gt;(obs do autor: A figura do limbo foi criada por São Gregório no século IV e depois aperfeiçoada por são Tomás de Aquino no século XIII com o fim de resolver o problema teológico das crianças que morriam sem ter sido batizadas e que, segundo a doutrina anteriormente vigente, eram enviadas ao Inferno).&lt;/strong&gt; Isto, porém, não exime os pais do grave dever de levar, quanto antes, os seus filhos à pia batismal, pois, se os sacramentos não obrigam a Deus, obrigam a nós, criaturas.”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Desde sempre, a Igreja mantém a firme convicção de que as pessoas que morrem em razão da fé, sem terem recebido o Batismo, são batizadas por sua morte por e com Cristo. Este Batismo de sangue, como o desejo do Batismo, acarreta os frutos do Batismo, sem ser sacramento. Para os catecúmenos (aqueles que estão se preparando para o Batismo) que morrem antes do seu Batismo, seu desejo explícito de recebê-lo, juntamente com o arrependimento dos seus pecados e com a caridade, garante-lhes a salvação que não puderam receber pelo sacramento. Todo homem que, desconhecendo o Evangelho de Cristo e a Sua Igreja, procura a verdade e pratica a vontade de Deus segundo o seu conhecimento dela, pode ser salvo. Pode-se supor que tais pessoas teriam desejado explicitamente o batismo se tivessem tido conhecimento da necessidade dele. São ministros ordinários do Batismo o Bispo e o presbítero (padre) e, na Igreja Latina também o diácono. Em caso de necessidade, qualquer pessoa, mesmo que não batizada, pode batizar, desde que tenha a intenção de fazer o que a Igreja faz, e que derrame água sobre a cabeça do candidato dizendo: “Eu te batizo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.” (1)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No crisma recebemos a unção de Deus e somos fortalecidos em Cristo, e somos marcados com um SELO do Espírito Santo, que marca o comprometimento total a Cristo, o colocar-se a seu serviço, para sempre, com a promessa da Sua proteção para em todas as provações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Aquino. F. &lt;strong&gt;O Catecismo da Igreja responde de A a Z&lt;/strong&gt;. São Paulo: Loyola, 2008).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - &lt;strong&gt;Catecismo da Igreja Católica&lt;/strong&gt;. Edição típica vaticana. São Paulo: Loyola. 2000.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-4300753117900486677?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/4300753117900486677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/02/importancia-do-sacramento-do-batismo-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/4300753117900486677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/4300753117900486677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/02/importancia-do-sacramento-do-batismo-no.html' title='A importância do sacramento do Batismo no recém-nascido'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-3627842527998917769</id><published>2009-02-22T08:45:00.004-03:00</published><updated>2010-07-10T19:11:18.010-03:00</updated><title type='text'>A Efusão do Espírito Santo é um sacramento?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando passei a frequentar a Renovação Carismática Católica (RCC) comecei a reparar que se falava muito em Batismo no Espírito Santo ou efusão do Espírito Santo. Então começava a me questionar sobre o que seria esta tal de efusão no Espírito Santo. Iniciei pesquisas sobre o assunto e vi que existia certa polêmica relacionada a isto, pois a efusão do Espírito Santo é muito confundida com os sacramentos do batismo e do crisma. Somente quando participei de formações na RCC pude entender a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente recebemos o Espírito Santo nestes sacramentos, porém no Batismo a manifestação ocorre de “fora” para “dentro”, ou seja, do alto, de Deus. É por isso que ele é simbolizado na figura da pomba que desce do céu e pousa sobre nós. Já o “Batismo” no Espírito Santo (coloco entre aspas porque não é um sacramento) vem de “dentro” para “fora”. Ele já está no nosso interior por ocasião do sacramento batismal. Eu pude entender bem o que isto significa quando no dia 25 de janeiro de 2.009 fui participar de uma missa na Catedral da Sé, em comemoração a São Paulo Apóstolo. Naquela ocasião um pregador da RCC definiu bem o que significa a efusão do Espírito Santo. Efusão quer dizer EXPANSÃO, EXTRAVASAMENTO, isto é, algo que está pequeno e cresce. Portanto, não vem de fora para dentro como muitos pensam, mas ao contrário, é um “fogo” que já existe dentro de nós (por ocasião do Batismo) e se desejarmos, mantendo uma vida de oração, ele pode se expandir grandemente, para “fora”, gerando grandes “chamas”. O “batismo” no Espírito Santo pode se manifestar sempre que com fé assim o desejarmos. É por isso que pedimos frequentemente nas orações: “&lt;em&gt;Vinde Espírito Santo”&lt;/em&gt; ou ainda: &lt;em&gt;“Batiza-nos Senhor com Vosso Espírito Santo”&lt;/em&gt;. Precisamos orar todos os dias, pedindo o batismo no Espírito Santo, para que nossa fé não “esfrie”, diminuindo seu ardor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sacramentos do Batismo e do Crisma são muito importantes, mas se não vivermos uma vida cristã de oração, caridade e fidelidade aos ensinamentos de Jesus, pouco ou nada valerá sermos batizados ou crismados. Se não tivermos uma experiência constante de fé, um encontro pessoal e diário com Jesus, os sacramentos de nada nos servirão. Serão apenas rituais religiosos sem valor algum!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela minha própria experiência posso dizer que senti a manifestação (efusão) do Espírito de Deus antes mesmo de ser crismado (veja MEU TESTEMUNHO NA RCC neste mesmo blog). Eu fui batizado no Espírito Santo dia 2 de outubro de 2008, antes do meu crisma, que só se realizou posteriormente, dia 23 de novembro de 2008. Eu já tinha sido batizado recém-nascido, por isso a efusão espiritual foi possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pregador da palavra, que compareceu naquele dia na Catedral da Sé, foi muito feliz ao comparar o Espírito Santo dentro de nós com uma brasa que está debaixo de cinzas em uma fogueira sem chamas, mas que ainda não apagou. Quem é batizado e crismado recebe o Espírito Santo, e Ele sempre estará presente dentro de nós. O que ocorre é os homens “abafam” este “fogo” porque preferem levar uma vida de pecado e assim naturalmente vão se afastando de Deus, ou seja, não levam uma vida de caridade e de oração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se “esfria” na fé, na oração, o “fogo” do Espírito Santo vai diminuindo dentro de nós, mas nunca some. É como uma fogueira que vai apagando e só sobram as cinzas. Comparando com uma fogueira, pensamos que o fogo se extinguiu e colocamos a mão através das cinzas. E o que acontece é que queimamos a nossa mão, porque o fogo ainda está lá, não acabou. Da mesma forma ocorre como Espírito Santo dentro de nós. Ele sempre está presente em todo batizado porque Deus nunca nos abandona, pelo contrário, somos nós que nos afastamos Dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Batista, considerado como o último dos profetas do Antigo Testamento, que preparava os caminhos para a vinda do Messias, que é o Senhor Jesus, disse: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Eu vos batizo com água, mas aquele que é mais forte do que eu, do qual não sou digno de desatar a correia das sandálias; Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.” &lt;/em&gt;(Lc 3, 16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jesus disse aos apóstolos: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“... e rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Paráclito, para que convosco permaneça para sempre, o Espírito da Verdade” &lt;/em&gt;(Jo 14, 16-17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor após a ressurreição ordenou aos apóstolos que não se afastassem de Jerusalém, mas que aguardassem a promessa do Pai, a qual disse ele, ouvistes de minha boca: &lt;em&gt;“pois João batizou com água, mas vós sereis batizados como Espírito Santo dentro de poucos dias.”&lt;/em&gt; (At 1, 4-5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A efusão do Espírito Santo também foi profetizada em Ezequiel 11, 19 e 36, 25-27: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Eu lhes darei um só coração, porei no seu íntimo um espírito novo: removerei do seu corpo o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne, a fim de que andem de acordo com os meus estatutos e guardem as minhas normas e as cumpram. Então serão meu povo e eu serei seu Deus.” &lt;/em&gt;(Ez 11,19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Borrifarei água sobre vós e ficareis puros; sim, purificar-vos-ei de todas as vossas imundícies e de todos os vossos ídolos imundos. Dar-vos-ei coração novo, porei no vosso íntimo espírito novo, tirarei do vosso peito o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei no vosso íntimo o meu espírito e farei com que andeis de acordo com os meus estatutos e guardeis as minhas normas e pratiquei.” &lt;/em&gt;(Ez 36, 25-27).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ler esta profecia pude perceber que isto aconteceu comigo depois que fui batizado no Espírito Santo em um grupo de oração da RCC. Minha vida mudou e comecei a andar de acordo com o estatuto de Deus, guardando Suas normas. Isto aconteceu naturalmente comigo. Eu não fui ler qualquer manual da RCC sobre a ação do Espírito Santo ou alguma norma de como ser um bom católico. Foi algo automático, passei a amar as sagradas escrituras, e comecei a orar mais (inclusive o terço), a participar da missa e dos sacramentos. Tudo o que eu fazia de errado, não tive mais vontade de praticar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus disse que o Paráclito (Espírito Santo) sempre estará conosco até o fim do mundo (Mt 28,20). Portanto, ainda nos dias de hoje, podemos experimentar a mesma e primeria efusão espiritual vivenciada pelos apóstolos e a Virgem Maria no dia de Pentecostes (At 1, 13-14; 2, 1-4) que chamamos de batismo do Espírito Santo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por isso, a família carismática divulga a cultura de Pentecostes, pois deseja que todos possam vivenciar esta experiência de fé!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-3627842527998917769?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/3627842527998917769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/02/efusao-do-espirito-santo-e-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/3627842527998917769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/3627842527998917769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/02/efusao-do-espirito-santo-e-um.html' title='A Efusão do Espírito Santo é um sacramento?'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-6641294783443601107</id><published>2009-01-29T13:36:00.021-02:00</published><updated>2010-07-10T19:14:43.466-03:00</updated><title type='text'>Pode o homem entender as razões de Deus?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Sempre é muito enriquecedor conversar com pessoas que discutem sofre a fé, pois elas ao saberem que estudo filosofia e pratico minha religião, fazem-me perguntas, as quais me levam a refletir bastante sobre as respostas. Nem sempre elas são amistosas, em muitas ocasiões sou contestado e desafiado. Um dia o saudoso Papa João Paulo II disse que a função da bíblia não é responder a todas as perguntas, mas sim mostrar o caminho do céu. Não nos cabe saber todas as respostas e nem entender todos os mistérios. Porém, muitas questões podemos responder sim, através do estudo das sagradas escrituras, da tradição e do magistério da Igreja. O que mais tenho ouvido ultimamente é sobre a razão pela qual tantas coisas ruins acontecem no mundo. Alguns perguntam: "Por que Deus permite tudo isso?" Outros questionam: "Por que Deus não impede que as guerras e os homicídios aconteçam?" Já ouvi até mesmo dizerem que Jesus fracassou em sua missão. Inclusive irmãos de fé já me questionaram sobre o assunto. Um dia, teclando no computador (MSN) com um amigo, ele chegou a duvidar se existe algum desígnio divino nas coisas ruins que acontecem no mundo. E citou como exemplo a guerra de Gaza do início de 2.009, onde crianças palestinas são mortas pelos bombardeios israelenses. Meu pai, em certa ocasião, perguntou-me: "Se Jesus é realmente tudo aquilo que você diz, por que o mundo está cada vez pior?" Eu apenas respondi dizendo que se no mundo predominam as guerras e todo tipo de perdição, isto é por culpa do próprio homem e dos espíritos inimigos, não se originam de Deus, que abomina guerras, ódios, divisões, homicídios, prostituição... Lembrando-me de uma passagem evangélica, eu disse a meu pai: "Jesus não veio ao mundo para trazer a paz, mas a espada". Eis a mensagem completa:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Não penseis que vim trazer paz à terra. Não vim trazer paz, mas espada. Com efeito vim contrapor o homem ao seu pai, a filha à sua mãe e a nora à sua sogra. Em suma: os inimigos do homem serão seus próprios familiares&lt;/i&gt;(Mt 10, 34-36).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Profundas essas palavras não? Será que Jesus não desejava a paz? Sim, ele a queria muito, mas Nosso Senhor quis dizer nestes versículos que os homens não aceitariam sua mensagem, fariam guerras e se matariam por causa do nome Dele (príncipe da paz), porque grande parte da humanidade ainda não está pronta para aceitar sua palavra e para conviver como irmãos, em completa harmonia. Somente haverá paz plena no nosso mundo quando a humanidade for transformada e purificada. E isto só acontecerá quando Jesus voltar à terra (Zc 13, 8-9).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns também não entendem o fato de que tudo o que acontece no mundo está sobre o controle de Deus tem a permissão Dele para acontecer. Alguns até ficam admirados, achando que eu estou responsabilizando a Deus pelas desgraças do mundo. Então eu ouço a seguinte afirmação: "Deus é amor, Deus não castiga!" &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São muitos os questionamentos sobre Deus e não sei se vou conseguir responder satisfatoriamene a todos eles nesta mensagem. Logicamente entendo que "Deus é amor", mas todo aquele que ama é justo. Se nós, sendo homens imperfeitos, pensamos assim, quanto mais Deus não amaria a justiça? Então "Deus é justiça" também! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Porque eu sou o Senhor que pratica o AMOR, o DIREITO e a JUSTIÇA na terra&lt;/i&gt; (Jr 9, 23).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre devemos justificar o que afirmamos pelas Sagradas Escrituras, e pelo ensinamento dos sucessores dos apóstolos e dos santos da Igreja. Então vejamos o que diz o Apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;A ninguém pagueis o mal com o mal; seja vossa preocupação fazer o que é bom para todos os homens, procurando, se possível, viver em paz com todos, por quanto de vós depende. Não façais justiça por vossa conta, caríssimos, mas dai lugar à ira, pois está escrito: "A mim pertence a vingança, eu é que retribuirei, diz o Senhor. Ante, se teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer, se tiver sede, dá-lhe de beber. Agindo desta forma estarás acumulando brasas sobre a cabeça dele. Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem."&lt;/i&gt; (Rm 12, 17-21).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O cristão "se vinga" de seus inimigos fazendo-lhes o bem. A imagem das brasas, símbolo da dor pungente, designa o remorso que levará o pecador ao arrependimento. (A Bíblia de Jerusalém, Paulus Editora, 2002).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro tipo de "vingança" pertence somente a Deus. Só Ele tem o direito de tirar a vida, só Ele pode retribuir o bem ou o mal que fizermos durante nossa passagem na terra. É nosso dever fazer somente o bem, cabendo a Deus fazer a justiça a todos, neste mundo, e após a nossa morte. Porém, e os pequenos inocentes mortos na guerra? Que justiça divina é essa perguntariam alguns? Quais as razões de Deus para isso? Aqueles que defendem a crença na reencarnação, reforçariam com outra pergunta: "Qual é a razão para uma criança nascer cega" ou "Por qual motivo uma criança morre com poucos dias de vida se não teria pecado algum?" Bem, a questão da crença espírita da reencarnação é um assunto muito complexo, que poderia ser explicada, e rejeitada, em outra mensagem. O que posso dizer no momento é que a fé cristã propaga o ensinamento da ressurreição, e que aos homens está destinado morrerem uma só vez, e depois disso virá o julgamento(Hb 9,27)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As razões, os desígnios de Deus, muitas vezes não nos são compreensíveis. Deus sabe exatamente a hora da partida de cada pessoa. E não cabe a nós sabermos porque alguns morrem violentamente e outros tranquilamente, no sono. Porém, existe uma certeza: "Ninguém deixa este mundo por vontade própria. O livre-arbítrio humano não tem poder sobre a vida e a morte. Esta é uma decisão somente de Deus. Jesus sabia e desejava que seu apóstolo amado João deveria padecer de causas naturais, mas em contrapartida vários de seus outros apóstolos morreriam martirizados: Paulo foi decapitado, Pedro crucificado de cabeça para baixo, Tiago foi apedrejado e jogado para baixo, e tantos outros, sem contar os sucessores dos apóstolos e inúmeros santos. Alguém teria coragem de dizer que Deus é injusto por causa do tipo de morte desses seguidores de Nosso Senhor? Quantos não são martirizados nos dias de hoje? As crianças citadas anteriormente, que morrem nas guerras, podem ser um grande exemplo disso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra de Deus nos ensina que a inteligência e o conhecimento humano são limitados e não podem alcançar a mente de Deus:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Confia no Senhor com todo o teu coração, NÃO TE FIES EM TUA PRÓPRIA INTELIGÊNCIA; e em todos os teus caminhos, reconhece-O, e Ele endireitará as tuas veredas. NÃO SEJAS SÁBIO AOS TEUS OLHOS.&lt;/i&gt; (Pr 3, 5-7).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dia 28 de janeiro de 2009, estando eu em uma pregação da Renovação Carismática Católica, na sede diocesana de Santo Amaro,&amp;nbsp;um Padre, com muita propriedade nos ensinou que a "sabedoria" humana não pode se misturar com a fé, e citou uma passagem da Carta de São Paulo aos Coríntios:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;O que está em Deus, ninguém o conhece senão o Espírito de Deus. Quanto a nós, não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que vem de Deus, a fim de que conheçamos os dons da graça de Deus. Desses dons não falamos segundo a linguagem ensinada pela sabedoria humana, mas segundo aquela que o Espírito ensina, exprimindo realidades espirituais em termos espirituais. O homem psíquico não aceita o que vem do Espírito de Deus. É loucura para ele; não pode compreender, pois isso deve ser julgado espiritualmente. O homem espiritual, ao contrário, julga a respeito de tudo e por ninguém é julgado. POIS QUEM CONHECEU O PENSAMENTO DO SENHOR PARA PODER INSTRUI-LO?&lt;/i&gt; (1 Cor 2, 11-16).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ninguém pode ensinar ou julgar a Deus, dizendo que isto ou aquilo está errado ou é uma injustiça. Deus é a própria justiça, e tudo o que ocorre no mundo está sob Seu controle, pois Ele tem um plano para todos nós. Se as coisas parecem confusas e inaceitáveis, tenhamos confiança no Senhor, pois Ele saberá retribuir. Todavia, não é porque temos nossas limitações de compreensão, que não podemos avaliar e crer em muitas coisas conforme nossa inteligência. O catecismo da Igreja Católica ensina que a razão e fé devem se complementar em seus antagonismos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Por isso os milagres de Cristo e dos santos, as profecias, a propagação e a santidade da Igreja, sua fecundidade e estabilidade constituem sinais certíssimos da Revelação, adaptados à inteligência de todos, motivos de credibilidade que mostram que o assentimento da fé não é de modo algum um movimento cego do espírito &lt;/i&gt;(Catecismo da Igreja Católica. Edição Típica Vaticana. Edições Loyola, parágrafo 156).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Sem dúvida, as verdades reveladas podem parecer obscuras à razão e à experiência humana, mas a certeza dada pela luz divina é maior que a que é dada pela luz da razão natural &lt;/i&gt;(Catecismo da Igreja Católica. Edição Típica Vaticana. Edições Loyola, parágrafo 157).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;A fé procura compreender &lt;/i&gt;(Catecismo da Igreja Católica. Edição Típica Vaticana. Edições Loyola, parágrafo 158).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Eu creio para compreender, e compreendo para melhor crer &lt;/i&gt;(Santo Agostinho).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Porém, ainda que a fé esteja acima da razão, não poderá jamais haver desarmonia entre uma e outra, porquanto o mesmo Deus que revela os mistérios e infunde a fé dotou o espírito humano da luz da razão; e Deus não poderia negar-se a si mesmo, nem a verdade jamais contradizer a verdade &lt;/i&gt;(Catecismo da Igreja Católica. Edição Típica Vaticana. Edições Loyola, parágrafo 159).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então à luz da razão, vamos tentar entender um pouco a questão do sofrimento. Primeiramente a questão da criança cega de nascença. Os ensinamentos de Jesus narrados pelo evangelho de São João podem responder:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Ao passar, ele viu um homem, cego de nascença. Seus discípulos lhe perguntaram. "Rabi, quem pecou, ele ou seus pais, para que nascesse cego?" Jesus respondeu: "Nem Ele, nem seus pais pecaram, mas é para que nele sejam manifestadas as obras de Deus." Tendo dito isso, cuspiu na terra, fez lama com a saliva, aplicou-a sobre os olhos do cego e lhe disse: "Vai lavar-te na piscina de Saloé." O cego foi, lavou-se e voltou vendo claro&lt;/i&gt; (Jo 9, 1-7).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto Jesus deixa claro que existem três razões para o sofrimento humano: o pecado dos próprios homens, o pecado de seus pais, ou existe a dor entre os homens para que se manifeste nela as obras de Deus, ou seja, a cura de Jesus. E esta cura não existia somente naquela época. Muitas pessoas hoje em dia se voltam para Deus após serem curadas de alguma doença. Esta é muitas outras passagens da bíblia negam a teoria da reencarnação, pois os espíritas dizem que sofremos neste mundo para pagarmos "faltas" anteriores, provenientes de vidas passadas. Todavia, Deus nos ensina através de Seus profetas e de Seu Filho Unigênito, que nós podemos pagar o preço do pecado de nossos pais, ou ancestrais, que tem origem na primeira desobediência a Deus cometida pela humanidade: o pecado original. É como se fosse uma doença genética que passa de pai para filho. Na verdade, não deixa de ser uma doença, mas é uma doença da mente e do espírito que atravessa as gerações. É por isso que existe o batismo. Para nos "lavar" da "mancha" do pecado original:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Com efeito, visto que a morte veio por um homem, também por um homem vem a ressurreição dos mortos. Pois, assim como todos morrem em Adão, em Cristo todos receberão a vida &lt;/i&gt;(1 Cor 15, 21-22).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;De modo que, como pela desobediência de um só homem, todos se tornaram pecadores, assim, pela obediência de um só, todos se tornarão justos &lt;/i&gt;(Rm 5, 19).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é a justiça de Deus. Alguns poderiam achar que não é certo, pagarmos pelo pecado de um só homem. Se pensarmos assim, da mesma forma não seria justo que um só homem fosse flagelado, sacrificado e morresse na cruz por nossa causa, para fazer o resgate de nossos pecados, não é mesmo? Não podemos avaliar a justiça divina. Todos nós somos responsáveis pelo pecado da humanidade, e Deus não tem nada a ver com isso. A morte e o pecado só entraram no mundo por culpa do próprio homem. Este não era o plano de Deus para nós. Porém, a humanidade por vontade própria, decidiu seguir um caminho sem Deus, e assim se deixou "seduzir" por Satanás.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem poderia afirmar que Deus foi injusto com Jesus? O homem mais correto e ético que passou pela terra foi perseguido, torturado e crucificado. Poderíamos responsabilizar a Deus por isso? Claro que não. Tudo isso aconteceu para que seu desígnio fosse concretizado. A dor, a morte e o sofrimento não tem origem em Deus, mas sim provém dos espíritos inimigos de Deus. Por isso Satanás seduziu a Judas, colocando-lhe um pensamento de entregar Jesus. Por mais terríveis que possam parecer os acontecimentos do mundo, para tudo existe uma razão, pois Deus reina e está no comando através de sua providência. As sagradas escrituras nos ensinam que Satanás está preso e só pode agir na terra na intensidade e tempo que lhe for permitido, de acordo com as obras da humanidade. Se existisse somente amor no mundo, Satanás não teria qualquer espaço entre nós. Por isso Deus não pode impedir que o inimigo aja, porque este foi um caminho escolhido pelo próprio homem. Na palavra de Deus citada anteriormente é dito que é Deus quem retribuirá. Quer dizer, nós seremos recompensados ou punidos de acordo com nossas próprias ações. Satanás só tem poder sobre nós, porque nós mesmos, por causa de nossos pecados, permitimos que ele entrasse no mundo! Aí sim entra nosso livre arbítrio. Deus não nos impõe nada. Ele nos dá plena liberdade de segui-Lo ou não. A escolha foi nossa, portanto a culpa é nossa, Deus não tem nada a ver com isso!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A guerra e o ódio não provém de Deus, mas sim de Seu inimigo. Se não conseguimos entender a razão pela qual uma criança inocente morre em uma guerra, devemos pelo menos confiar em Deus e em seus desígnios. Com toda a certeza Ele se preocupa com cada uma delas, e lhes dará uma grande recompensa (com a vida eterna no paraíso), redimindo-as de qualquer responsabilidade no pecado original e universal. O sofrimento é sempre algo difícil de entender e de aceitar, principalmente quando acontecem com os eleitos de Deus. Assim se passa com os homens e mulheres inocentes, que são mortas nas guerrras, nos homicídios e nas catástrofes. A mesma aparente "injustiça" a nossos olhos ocorreu com os apóstolos e os santos martirizados, que foram crucificados, queimados, decapitados, esquartejados e devorados por leões por causa do amor à Jesus. Nunca me esqueço de uma passagem bíblica do Livro do Apocalipse, escrito por São João, mas cujo verdadeiro autor é Jesus:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Sê fiel até a morte, e Eu (Jesus) te darei a coroa da vida &lt;/i&gt;(Ap 2,10).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta coroa é dada à todos aqueles que suportam os sofrimentos com perseverança e fé em Deus, na esperança de que um dia, a recompensa virá no Céu. Hoje, dia 29 de janeiro de 2.009, lendo o livro HISTÓRIA ECLESIÁSTICA, de Eusébio (263-340 d.C.), bispo de Cesaréia, verifiquei que ele fala justamente sobre isto, ao narrar sobre o martírio de Potamiena, uma jovem mártir de Alexandria, que viveu por volta de 200 d.C. Ela foi condenada à morte pelo Imperador Romano simplesmente por declarar seu amor a Jesus. Potamiena se defendia de homens corruptos para preservar a pureza do corpo e a virgindade pela qual ela se distinguia. Eusébio dizia que ela não era somente bela de alma, mas a beleza de seu corpo era nela como a flor que desabrocha. Segundo ele, Potamiena e sua mãe Marcela foram submetidas a tormentos e torturas terríveis, cuja narrativa é de arrepiar, e foram condenadas à morte. Enquanto Potamiena era preparada para o suplício conseguiu converter o soldado Basílides que a escoltava e que tinha sido ouvinte das lições de Orígenes (um teólogo cristão, que viveu entre 185-253 d.C). Ele tinha muita simpatia e piedade para com ela. Com sua mãe, Potamiena é besuntada de pixe fervente e queimada viva. Poucos dias depois, Basílides se proclama cristão. É preso por sua vez. Em sonho vê Potamiena colocar sobre sua cabeça a COROA do martírio. Então, faz-se batizar na prisão e no dia seguinte é decapitado. Antes de morrer, Potamiena disse a Basílides que quando se encontrasse com o Senhor, pediria uma graça a Ele para este soldado em retribuição. E neste sonho, Ela informa a Basílides que Deus lhe concedera o objeto deste pedido e que ele receberia dentro de pequeno prazo (o seu martírio).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Às vezes ficamos pensando, porque pessoas tão justas têm que receber tamanho castigo na terra? A dificuldade de entender as razões de Deus, muitas vezes nos faz perguntar: "Como é que pode alguém pedir a Deus o martírio?" A palavra de Deus é sábia para nos ensinar. Está no Livro da bíblia chamado Provérbios de Salomão:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Se o justo aqui na terra recebe seu salário, quanto mais o ímpio e o pecador &lt;/i&gt;(Pr 11, 31).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se isso acontece com os justos, o que estaria reservado àqueles que perseguiram e perseguem a Cristo e seus seguidores? Aos justos está reservada a COROA DA VIDA, a vida eterna junto de Deus, após a morte. Porém, o homem ímpio não pode escapar da justiça divina, e receberá um duplo "salário": a punição na Terra, e após a morte, a separação espiritual de Deus. Não porque Deus assim deseja, pois a vontade Dele é que todos sejam salvos, mas por escolha do próprio homem. O mesmo Eusébio de Cesaréia narra em seu livro os terríveis tormentos sofridos por Herodes, aquele mesmo governador da Judeia que tinha como objetivo matar Jesus, e por isso, mandou assassinar todas criancinhas até 2 anos de idade em Belém. Segundo o autor de HISTÓRIA ECLESIÁSTICA, sem o menor aviso, a justiça divina alcançou Herodes com a morte de sua mulher, filhos e consanguíneos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Logo após o crime contra o Salvador e as crianças, um flagelo enviado por Deus atacou Herodes e levou-o à morte. A doença de Herodes mais o amargurava porque a justiça de Deus o castigava por seus crimes. De fato, uma febre branda não demonstrava ao tato a inflamação tão grave quanto maligna que havia na parte interna do corpo. Sentia fome insaciável e não era possível socorrê-lo, devido a uma úlcera intestinal e sobretudo violentas dores nas entranhas. Os pés, inchados e úmidos, supuravam. O ventre achava-se igualmente em mau estado; o órgão viril em podridão e cheio de vermes. A respiração ofegante exalava um cheiro insuportável devido à expiração pesada e às ânsias. Os membros todos convulsionados com insuportável violência &lt;/i&gt;(Eusébio de Cesaréia. História Eclesiástica. 2ª. Ed., São Paulo: Paulus, 2008).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outros sofrimentos terríveis foram narrados a respeito de Herodes até que ele lentamente morresse, e tudo isso foi para que se cumprisse a justiça divina. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deus ama tanto a humanidade que mandou seus profetas para ensinar o caminho do bem. Ele enviou o próprio filho para nos orientar. Mas grande parte dos homens os rejeitaram a ainda o fazem. Desta forma, atraem a justiça, colhendo os frutos de sua semeadura. É como costumo dizer: "Não se pode colher laranjas se plantarmos limão."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A bíblia está repleta de histórias de punição ao povo hebreu por desobediência e crimes contra a lei de Deus. Apenas lembrando dois exemplos, poderíamos citar o exílio dos judeus na Babilônia (primeira diáspora em 586 a.C.), e o cerco de Jerusalém pelo Imperador Romano Vespasiano, no ano 70 d.C. Mas em compensação os perseguidores dos judeus sempre sofreram duras consequências por causa de seus pecados, e também não puderam escapar da justiça divina. Todos as nações que perseguiram os judeus foram aniquiladas: Império Babilônico, Romano e a Alemanha nazista de Hitler são grandes exemplos históricos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O terrível cerco a Jerusalém pelo general Tito também foi relatado por Eusébio de Cesaréia e Flávio Josefo, historiador judeu. É impressionante ler a sua narrativa, de como os judeus, cercados pelo Império Romano, morriam de fome, tinham suas casas saqueadas, foram mortos pela espada e tiveram seu templo destruído. Segundo a história, cerca de 600.00 judeus foram mortos. Este fato foi profetizado por Jesus, narrada no Evangelho de São Mateus:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Quando, portanto, virdes a abominação da desolação, de que fala o profeta Daniel, instalada no lugar Santo - que o leitor entenda! - então, os que estiverem na Judéia fujam para as montanhas, aquele que estiver no terraço, não desça para apanhar as coisas de sua casa, e aquele que estiver no campo não volte atrás para apanhar sua veste! Ai daquelas que estiverem grávidas e estiverem amamentando naqueles dias! Pedi que a vossa fuga não aconteça no inverno ou num sábado. Pois naquele dia haverá grande tribulação, tal como não houve desde o princípio do mundo até agora, nem tornará a haver jamais. E se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma vida de salvaria. Mas, por causa dos eleitos (aqueles judeus, que são chamados para entrar no Reino de Deus, o "Pequeno Resto"), aqueles dias serão abreviados&lt;/i&gt; (Mt 24, 15-22).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De fato os judeus sobreviventes formaram a segunda diáspora, deixaram suas terras e se dispersaram para outros países na Ásia Menor e sul da Europa. Eusébio de Cesaréia relaciona este fato como castigo aos judeus por sua perseguição aos cristãos. Nesta época, os apóstolos (e seus sucessores) de Nosso Senhor Jesus Cristo eram terrivelmente perseguidos e assassinados. Então a Igreja da época revelou que Deus fez chegar uma mensagem aos cristãos para que deixassem Jerusalém, pois esta cidade brevemente seria julgada por seus crimes. E assim se sucedeu, os cristãos abandonaram Jerusalém antes do cerco e ataque romano à cidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltando um pouco no tempo, antes do cerco à Jerusalém, quando Jesus foi condenado à crucificação, muitos judeus no meio do povo disseram: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;O sangue dele caia sobre nós e sobre nossos filhos &lt;/i&gt;(Mt 27,25).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sobre o que aconteceria ao povo judeu, J.J. Benitez comenta em seu livro:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;E a multidão como um só homem, coroou aquela trágica sentença, ignorante das gravíssimas horas que viveria a cidade santa quarenta anos mais tarde, e nas quais, precisamente, o sangue de muitos daqueles hebreus e o de seus filhos seria derramado pelas legiões de Tito. Conquanto, à primeira vista, a autojustificação do saduceu e do populacho pudesse parecer uma simples manifestação emocional, próprio daqueles momentos de ódio e cegueira, a verdade é que a citada afirmação encerrava um significado muito mais profundo e transcedental. Os juízes conheciam muito bem o que dizia a lei mosaica a esse respeito. A misná, em sua ordem quarta, especifica textualmente que nos processos de pena capital, o sangue do réu e o sangue de toda a sua descendência penderá sobre a testemunha falsa até o fim do mundo. Outras das tradições judaicas afirmam também que todo aquele que destruir uma só vida em Israel, a Escritura o computa como se deixara subsistir um mundo inteiro. Os sinedristas, portanto, estavam plenamente conscientes do alcance e gravidade de sua sentença, admitindo que o sangue de Jesus caísse sobre si e toda a sua descendência&lt;/i&gt; (Benítez, J.J. Operação Cavalo de Tróia)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;O Senhor dirige os passos do homem: como, pois, poderá o homem comprender o seu caminho? &lt;/i&gt;(Pr 20,24).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-6641294783443601107?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/6641294783443601107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/01/pode-o-homem-entender-razao-de-deus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/6641294783443601107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/6641294783443601107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/01/pode-o-homem-entender-razao-de-deus.html' title='Pode o homem entender as razões de Deus?'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-610901819112204520</id><published>2009-01-20T18:09:00.019-02:00</published><updated>2010-07-15T15:00:36.302-03:00</updated><title type='text'>Por que a Eucaristia?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Antes de começar a participar do movimento eclesial chamado Renovação Carismática Católica, eu tinha dificuldades de acreditar naquilo que a Santa Igreja falava sobre a Eucaristia, ou seja, Cristo presente no PÃO e no VINHO da Santa Missa, sendo o Jesus Eucarístico, o Santíssimo Sacramento. Eu pensava: “como isso pode ser possível?” Eu tinha dúvidas, e às vezes acreditava que isso era apenas uma simbologia para nos lembramos de Jesus e realizarmos aquilo que ele pediu: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E tomou um pão, deu graças, partiu e deu-o a eles, dizendo: “Isto é o meu corpo que é dado por vós. FAZEI ISTO EM MINHA MEMÓRIA”. E, depois de comer, fez o mesmo com a taça, dizendo: “Essa taça é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado por vós”. (Lucas 22, 19-20)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;No santíssimo sacramento da Eucaristia estão contidos verdadeiramente, realmente e substancialmente o Corpo e Sangue juntamente com a alma e a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo e, por conseguinte, o Cristo todo. (Catecismo da Igreja Católica, Edição Típica Vaticana. São Paulo: Loyola, 2000).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Concílio de Trento (realizado entre 1545 e 1563) confirma a presença de Cristo na eucaristia: pela consagração do pão e do vinho opera-se a mudança de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo Nosso Senhor e de toda substância do vinho na substância do seu Sangue; esta mudança, a Igreja Católica denominou-a com acerto e exatidão transubstanciação. (idem).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Na missa, o sacerdote pronuncia as palavras ditas por Cristo: ISTO É MEU CORPO, mas a eficácia da transformação do pão e do vinho no Corpo e Sangue de Cristo é graça de Deus.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Santo Ambrósio (340-397), bispo da Arquidiocese de Milão, considerado como um dos Padres e Doutores da Igreja, afirma acerca desta conversão (retirado do catecismo):&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Estejamos bem persuadidos de que isto não é o que a natureza formou, mas o que a benção consagrou, e que a força da benção supera a da natureza, pois pela benção a própria natureza é mudada. Por acaso a palavra de Cristo, que conseguiu fazer do nada o que não existia, não poderia mudar as coisas existentes naquilo que ainda não eram? Pois não é menos dar às coisas a sua natureza primeira do que mudar a natureza delas".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso eu já sabia, mas não conseguia entender. O grande problema é que queremos colocar a lógica da razão, a inteligência, acima da fé. Sem ser tocado por Deus, não se pode aceitar este mistério, justamente pelo fato de não se poder entendê-lo. Uma palavra muito interessante, da qual me falou um dia minha irmã Márcia, me fez pensar sobre isso, pois, em certa ocasião, estando conversando, refletíamos sobre a questão da fé e da razão. Esta palavra está no livro bíblico do Velho Testamento chamado PROVÉRBIOS (de Salomão):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Confia no Senhor com todo o teu coração, não te fies em tua própria inteligência; em todos os teus caminhos, reconhece-o, e Ele endireitará tuas veredas. Não seja sábio aos teus olhos" (Provérbios 3, 5-7).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nossa "sabedoria" e inteligência não conseguem atingir a “mente” de Deus. Mas quando buscamos ao Senhor, ele nos esclarece tudo, fazendo-nos aceitar seus mistérios, aumentando nossa fé. Esta verdade se confirma quando O buscamos em oração. A forma que Ele age é muito interessante, Ele “usa” as pessoas como instrumentos, para nos falar o que precisamos ouvir, ou para através de Sua palavra nos dar a resposta que precisamos. Eu pedia a Deus para que se eu não pudesse entender o mistério da transubstanciação, pelo menos que eu o aceitasse como verdade de fé. Então aconteceu a resposta que eu precisava. Fui participar pela segunda vez de um grupo de oração da Renovação Carismática Católica, dia 9 de outubro de 2.008. Por “coincidência”, na verdade providência, naquele dia aconteceu algo incrível: o pregador Rinaldo falou justamente sobre a Eucaristia, e logo foi dizendo exatamente sobre aquilo que eu, sem proferir palavra alguma, apenas pensava em meu coração: &lt;em&gt;“Será que a eucarisita não é apenas um ritual simbólico sem valor real, somente para fazermos lembrança&amp;nbsp;de Cristo?”&lt;/em&gt; Então logo me veio a resposta. O Rinaldo, sem saber nada a respeito da minha dúvida, mas apenas movido pelo Espírito Santo, pediu ao grupo para abrir a bíblia na Epístola do apóstolo Paulo aos Coríntios, capítulo 11, que fala sobre a Ceia do Senhor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Todas as vezes, pois, que comeis desse pão e bebeis desse cálice, anunciais a morte do Senhor até que Ele venha. Eis por que todo aquele que comer do pão ou beber do cálice do senhor INDIGNAMENTE, será réu do corpo e do sangue do Senhor" (1 Coríntios 11, 27).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu coloquei INDIGNAMENTE em maiúsculo de propósito, pois o Rinaldo refletiu justamente sobre isso. Se&amp;nbsp;o ato de partir o pão&amp;nbsp;fosse algo simplesmente para se fazer lembrança de Cristo, por que a palavra de Deus não permite que nos aproximemos do altar e participemos da comunhão em pecado (indignamente)? É justamente pelo fato do próprio Jesus estar presente na Eucaristia. E não podemos nos apresentar a Ele, em frente ao altar, se estivermos em pecado grave. É preciso “limpar” o espírito antes, pois Ele estará dentro de nós na hóstia consagrada! Portanto não é simplesmente um alimento e uma bebida que estão no altar. Se assim fosse, poderíamos comer deste pão e tomar deste vinho sem problema algum, indignamente, com qualquer tipo de contaminação espiritual, que não faria a mínima diferença. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por este motivo que a Igreja solicita àqueles que desejam participar da Ceia do Senhor que conversem com um sacerdote antes, para saber se é necessária uma confissão ou não. Mesmo assim, nós falamos na hora da comunhão : SENHOR, EU NÃO SOU DIGNO QUE ENTREIS EM MINHA MORADA (no meu corpo), MAS DIZEI UMA SÓ PALAVRA E SEREI SALVO. Dizemos isto por causa daquele centurião romano, relatado no evangelho, que clamava a Jesus para curar seu criado, que estava em casa muito doente:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;"Ao entrar em Cafarnaum, chegou-se a Ele um centurião que o implorava e dizia: “Senhor, meu criado está deitado em casa paralítico, sofrendo dores atrozes”. Jesus lhe disse: “Eu irei curá-lo”. Mas o centurião respondeu-lhe: “Senhor, eu não sou digno de receber-te sob o meu teto; basta que digas uma só palavra e meu criado ficará são” (Mateus 8, 5-8).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Quando Jesus instituiu a Eucaristia, ele&amp;nbsp;disse: &lt;em&gt;"fazei isto em minha memória" &lt;/em&gt;(Lucas 22, 15), para que assim se cumprisse o&amp;nbsp;Seu desejo de se perpetuar&amp;nbsp;através dos séculos&amp;nbsp;esta&amp;nbsp;Santa Ceia&amp;nbsp;&lt;em&gt;"até aquele dia em que beberemos o vinho novo no Reino de Deus"&lt;/em&gt; (Marcos 14, 25). Portanto, fazer memória não significa apenas relembrar&amp;nbsp;este&amp;nbsp;dia, mas sim realizar um ritual que possibilite a presença real de Jesus entre nós a cada missa. E Jesus vem, "desce" para a hóstia quando o sacerdote faz a consagração do pão e do vinho, que assim se torna&amp;nbsp;o corpo e o sangue do Senhor, pois Ele é &lt;em&gt;"o pão vivo descido do céu"&lt;/em&gt; (João 6, 51).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se deixar batizar pelo Espírito Santo, tudo vai ficando mais claro, é como disse uma amiga de fé: &lt;em&gt;"enxergamos e ouvimos de acordo com os olhos e ouvidos de Jesus!"&lt;/em&gt; Assim pude entender muita coisa das sagradas escrituras, e pude enxergar com mais clareza a relação do Velho Testamento com o Novo, inclusive no que se refere à Eucaristia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No dia 19 de janeiro de 2009, indo à missa na Igreja Maronita Nossa Senhora do Líbano, em São Paulo, o padre falou de Melquisedec, rei de Salém (segundo a tradução judaica e também para muitos Padres, Salém é a abreviatura de Jerusalém), a quem Abraão deu o dízimo (Gênesis 14, 20). Uns dias antes, coincidentemente (ou providencialmente) eu lia sobre ele, em um livro que tinha comprado uns dias antes - HISTÓRIA ECLESIÁSTICA, de Eusébio (265-339), bispo de Cesaréia - mas nem sequer imaginava a relação de Melquisedec com a Eucaristia. Então, tudo começou a ficar claro para mim a partir desta missa. Melquisedec, além de rei, foi considerado como sacerdote do Deus Altíssimo, e ao abençoar Abraão, trouxe-lhe PÃO E VINHO. (Esta passagem está no Velho Testamento, no livro do Gênesis&amp;nbsp;14, 17-18). O Rei Davi, no Livro dos Salmos (110,4), identifica profeticamente o Messias (Jesus), como rei e sacerdote eterno, da ordem de Melquisedec:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;"O Senhor jurou e jamais desmentirá: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec" (Salmos 110,4).&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;Apesar de Jesus não gostar do título Rei, para não ser confundido com os chefes do nosso mundo terreno, Ele o aceita, mas deixa bem claro que Seu Reino não é deste mundo. A oferta do PÃO E DO VINHO de Melquisedec foi feita em sacrifício relacionado à Antiga Aliança (O Velho Testamento de Deus com os homens através de Abraão). Jesus, o sacerdote eterno, da mesma forma, também ofereceu PÃO E VINHO, mas para que se tornassem o seu Corpo e o seu Sangue, oferecidos em sacrifício para a Nova e Eterna Aliança de Deus para com a humanidade! Deste modo, Ele tornou-se para todos os que lhe seguem fonte de salvação eterna, tendo sido proclamado por Deus Sumo Sacerdote, segundo a ordem de Melquisedec. Sobre isso fala o Apóstolo Paulo, confirmado a profecia de Davi no Livro dos Salmos em sua carta aos Hebreus (5, 5-6):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele (Jesus), porém, a recebeu (a glória de tornar-se sumo sacerdote) daquele que lhe disse:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Tu és meu filho, hoje te gerei "(Salmos 2,7). &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme diz ainda, em outra passagem&lt;em&gt;: &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec" (Salmos110,4).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, voltando a missa na Igreja Nossa Senhora do Líbano, na hora da Eucaristia, os três padres celebrantes, inclinaram seu corpo perante o altar, onde se encontrava Jesus Sacramentado, e se mantiveram nesta posição por muitos segundos. Esta imagem ficou retida em minha memória. Naquela hora eu pensava e me perguntava: "onde está Jesus para partir o pão distribuir o vinho?" Hoje eu tenho a certeza da resposta: Ele não está mais FISICAMENTE entre nós, mas está presente na Eucaristia, e cumpriu sua promessa de nos enviar o Paráclito para guiar Sua Igreja. E sua promessa foi cumprida no dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo se manifestou entre os apóstolos e a Virgem Maria, que estavam reunidos na Igreja de Jerusalém (Atos 1, 12-14; 2, 1-4). E é este Espírito Santo quem escolheu, e ainda elege nos dias de hoje, os sucessores dos apóstolos e dos discípulos de Jesus, para darem continuidade à partilha do PÃO E DO VINHO, celebrando a Santa Missa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco. É o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece, mas vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós" (João, 14, 16-17).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-610901819112204520?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/610901819112204520/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/01/por-que-eucaristia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/610901819112204520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/610901819112204520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/01/por-que-eucaristia.html' title='Por que a Eucaristia?'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-6605381609618309780</id><published>2009-01-14T10:22:00.063-02:00</published><updated>2010-07-10T19:33:21.081-03:00</updated><title type='text'>Como Jesus me resgatou através da RCC</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Renovação Carismática Cátólica, sorte para a Igreja e para o mundo" &lt;/em&gt;(Papa Paulo VI)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gostaria de contar um pouquinho de minha história na RCC (Renovação Carismática Católica). Espero que este testemunho possa levar outras pessoas a terem a mesma experiência!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Rogério de Paula&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dia, levando minha irmã Márcia à missa dos enfermos, na Paróquia que eu frequentava no Campo Belo, em São Paulo (Nossa Senhora de Guadalupe), uma senhora se aproximou de nós e disse para ela mais ou menos assim: "Deus me curou de uma úlcera gástrica, e pode acreditar, pois não sou louca e nem fanática!"&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu sou professor universitário, e por ser considerado um intelectual, eu teria tudo para analisar as coisas mais pela razão do que pela fé. O que acontece muitas vezes é que a inteligência e a cultura podem tornar algumas pessoas orgulhosas demais para abraçar integralmente a fé, em todos os seus aspectos, inclusive naqueles em que a razão não pode explicar. Se cairmos nesta armadilha, passamos a questionar tudo! Simplesmente não podemos ter acesso à inteligência divina, por isso muitas vezes as razões de Deus nos são incompreensíveis. Não podemos questionar nem julgar a Deus, pois nossa sabedoria é vã. Mas o Senhor nos adverte sobre isso em Provérbios, capítulo 3: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Confia no Senhor com todo o seu coração, não te fies em tua própria inteligência. Não sejas sábio aos teus olhos".&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que vou descrever a seguir eu senti no coração, e agradeço muito a Deus por ter me dado esse entendimento espiritual. Por isso também não me considero louco, e nem fanático. Pelo contrário, minha razão serve para discernir o que é verdadeiro do falso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu estudei no Colégio de Santa Inês, das irmãs salesianas de São João Bosco, mas sempre fui aquele católico frio, de ir à missa muito raramente e rezar muito pouco. A prática da religião para mim era algo penoso. Tinha conhecimento bíblico, porque gostava de estudar as Sagradas Escrituras, mas mesmo assim não era um católico praticante. Este conhecimento me fazia defender com firmeza a Santa Igreja contra as investidas de evangélicos que insistiam em não respeitar a minha fé. Eu citava passagens bíblicas para argumentar que católicos não são idólatras e que a veneração a Nossa Senhora e a intercessão dos santos é algo louvável e agradável perante Deus. Sempre tive um grande amor pela mãe de Jesus, por causa disso nunca quis frequentar igrejas protestantes, apesar da insistência de alguns amigos que passaram pela minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todavia eu me sentia hipócrita, pois odiava ofensas ao catolicismo, defendia tanto a fé, mas eu mesmo não dava o exemplo. Então eu me perguntava: "o que falta? Por que não tenho ânimo para participar da Igreja ? Faz mais ou menos 19 anos que procuro a resposta em membros (leigos e religiosos) e movimentos da Igreja, tanto da “esquerda” quanto da “direita”. Tive contato com a Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo, em 1989, época onde dava aulas gratuitas de educação física para os seminaristas de lá, a pedido de uma irmã salesiana, do colégio onde eu trabalhava, o mesmo que eu estudei. Os padres e seminaristas desta faculdade eram muito próximos de um movimento da Igreja, com o qual eu não nutria simpatia, chamado Teologia da Libertação. Também fiz contato com um sacerdote lituano salesiano, e também conversei com participantes de outros movimentos como OPUS DEI e TFP, mas não me senti atraído por nenhum destes grupos, porque com eles não obtive o acolhimento e a resposta que eu queria e precisava. Esta não é uma crítica a estes movimentos, pois todos fazem parte do corpo da Igreja Universal, e a pluralidade e diversidade são muito saudáveis, desejáveis e foram muito ressaltadas pelo Papa João Paulo II. O que aconteceu, é que de acordo com os meus propósitos, eles não me serviram, pois cada um tem necessidades diferentes. Estes grupos não puderam me ajudar, pois possuem dons e carismas diferentes dos meus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Somente no final do ano de 2007, dando um curso em São José dos Campos-SP, pude conhecer um aluno, o Adonias, que vivia e era pregador da RCC – Renovação Carismática Católica em São Bento do Sapucaí-SP (hoje ele mora e exerce sua missão em Paraisópolis-MG). Ele me disse uma coisa importante, que nunca mais esqueci: "Nem a catequese da Igreja pode render frutos, se não tiver a EXPERIÊNCIA, a VIVÊNCIA DA FÉ" Então dia 23 de agosto de 2008 fui visitar o Adonias e sua família na sua cidade e comecei a ter contato com as atividades dele e de sua esposa Karina na RCC. Participei de dois grupos de oração, ambos no sul de Minas (Sapucaí Mirim e Paraisópolis), já que São Bento do Sapucaí fica bem na divisa São Paulo-Minas Gerais. Então, quando voltei a São Paulo, comecei a me sentir diferente (mas foi apenas uma pequena sensação, a experiência mais forte ainda estaria por vir), sentindo-me mais forte para vencer os obstáculos do meu dia a dia. Eu percebi que não sofria mais pelo recente e triste acontecimento da minha vida: o término de um noivado. Após esta experiência de fé, fui percebendo, entendendo e sentindo no coração, por qual motivo Deus permitiu que meu relacionamento terminasse. O que era uma grande dor, que fez-me afastar de Deus ainda mais, em uma vida sem oração, de repente, ao ser tocado pelo Espírito Santo, aqueles sentimentos de inconformismo e dor se transformaram em aceitação e paz no coração. O resultado disso foi uma vida de prática religiosa e oração.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também tive vontade de ser crismado, pois ainda não tinha recebido este sacramento. Por isso convidei o Adonias para ser meu padrinho de crisma. Em contato com dois padres da região de São Bento do Sapucaí, ambos pediram para que ele (Adonias) fosse o responsável pela minha formação no sacramento do crisma. Para cumprir este objetivo, a Karina, esposa do Adonias, passou-me um projeto de formação (SEMINÁRIO DE VIDA NO ESPÍRITO SANTO). Eu deveria ler todos os dias uma passagem bíblica e refletir sobre ela na minha vida. Então, ela me informou que ficou definido o local e o dia do meu crisma. Seria dia 23 de novembro de 2008, em São Bento do Sapucaí, na Igreja de São Bento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, voltando desta cidade eu comecei a ter a vontade de procurar grupos da RCC em São Paulo, já que seria inviável eu ir à São Bento a todo o momento. Foi quando o Adonias me deu a sugestão de fazer contato com um G.O.U. (Grupo de Oração Universitário) na minha cidade. Procurei pela internet e achei o site de um ministério da RCC chamado UNIVERSIDADES RENOVADAS (MUR). Assim pude conversar com algumas pessoas de São Paulo por email, e uma destas me incentivou a participar do grupo de oração da RCC na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, que fica aqui perto de minha casa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dois de outubro foi considerado por mim como o dia da minha renovação espiritual. Foi nesta oportunidade que fui batizado fortemente no Espírito Santo, quando o coordenador do grupo impôs suas mãos sobre minha cabeça e orou no Espírito. Foi a primeira vez que fui a um grupo de oração em São Paulo (na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus). Lá aconteceram algumas coisas interessantes. Era dia do anjo da guarda. Eu não tinha levado bíblia, pois achava que apenas ia conhecer as pessoas responsáveis pelo grupo. Então na hora da oração, o pregador Rinaldo, perguntou quem não tinha bíblia, e ao perceber que eu não a possuía, trouxe o livro sagrado para mim, aberto na passagem sobre a qual estávamos refletindo. E para minha surpresa era exatamente o mesmo texto que eu tinha estudado no dia anterior lendo o seminário de formação que a Karina me enviou. Era o SALMO 91, que dizia para não termos medo, e confiarmos em Deus e em Sua proteção. Achei a "coincidência" incrível, pois a bíblia veio parar aberta no meu colo, e com o mesmo trecho que tinha lido antes. Isso me fez refletir sobre como Deus estava agindo em minha vida. Bem, foram duas horas de experiência de oração com muitos cânticos e louvores a Deus. Eu me senti muito "leve" quando saí de lá.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir daquele momento comecei a me sentir MUITO diferente. Deus simplesmente fez uma "faxina" em meu espírito e passei a ser um homem transformado, eliminando alguns modos errados de agir na minha vida. No dia seguinte ao grupo de oração fui comprar uma bíblia nova, e comecei a fazer um estudo bíblico diário, muito mais aprofundado daquilo que a Karina havia me pedido. Também comecei a rezar o terço todos os dias, e me sentia muit bem com isso. Senti a necessidade de buscar a confissão, para poder comungar, pois a eucaristia passou a ser uma necessidade em minha vida. Então passei a frequentar a missa todos os domingos. Esta prática começou a ser realizada por mim com muito prazer, ânimo e alegria, bem diferente do que era antes. Ao me confessar com o Padre, disse a ele que não me lembrava a última vez que tinha feito isso, talvez fiz a confissão na época da minha primeira comunhão, quando eu tinha 10 anos! Também não me lembrava a última vez que tinha participado da eucaristia, mas com certeza fazia muitos anos! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dia 28 de outubro de 2008 aconteceu algo muito interessante relacionado à data do meu crisma. Uma amiga estudante de filosofia da USP, coordenadora de um grupo de oração e partilha, convidou-me a participar de uma feira de livros nesta universidade. De início não estava disposto a ir, mas alguns dias depois senti no coração que deveria ir à USP para ver se poderia adquirir algum livro interessante. Foi então que comprei o livro PATRÍSTICA, PADRES APOSTÓLICOS, que fala sobre os primeiros sucessores dos apóstolos e a organização da Igreja Católica nos primeiros séculos de nossa era. Foi quando li sobre São Clemente Romano, quarto bispo de Roma (papa), o terceiro após São Pedro, que foi martirizado por amor à Igreja e Cristo, sendo jogado ao mar com uma âncora amarrada a pescoço. Achei sua história interessante, e quando me aprofundei no estudo dele pude observar que foi o responsável pelo restabelecimento do sacramento do crisma na Igreja. Então quando fui ver o dia de São Clemente levei um susto, era dia 23 de novembro. A mesma data da realização do meu crisma! Isto simplesmente não é coincidência, foi pura providência divina, pois perguntei à Karina se a Igreja de São Bento costuma marcar crismas sempre nesta data, e ela disse que não, pois existem muitas dias de realização deste sacramento durante o ano, e na minha cerimônia não se falou nada de São Clemente. Quer dizer, a data marcada pela Paróquia de São Bento não teve relação com este santo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro fato interessante é que no dia da missa do meu crisma, 23 de novembro, é celebrado o dia de Cristo Rei, marcando assim o encerramento do ano litúrgico, e o início do Advento, época que se anuncia o Natal de Jesus e se espera Sua segunda vinda. É um período de transformação, onde todos são convidados a anunciar o REINO DE JESUS. Da mesma forma minha vida foi transformada! Deus concedeu-me uma grande honra, dando-me dois significativos presentes: o primeiro foi me chamar para ser confirmado no batismo no mesmo dia de Clemente Romano, um verdadeiro sucessor apostólico, santo, e mártir da Igreja; o segundo foi ser crismado no dia de Cristo Rei, sendo chamado assim para fazer reinar, a partir daquele momento, Jesus em meu coração.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portanto, encontrei a resposta que eu precisava, descobri que faltava este "fogo" espiritual, que somente a RCC pôde me proporcionar. Esta é a EXPERIÊNCIA DE FÉ, da qual falava o Adonias, que eu pude sentir. É a efusão do espírito, da qual fala as escrituras. Sem essa "injeção" do Espírito Santo, não se pode possuir o combustível que nos mobiliza para as coisas da Igreja. É ele que nos dá a força para perseverar na fé! De nada adianta ter todo o conhecimento se não se faz aquilo que Jesus ensinou e pediu, pois a Seu ensinamento é claro, e esclarece que não basta conhecer a palavra, tem que colocá-la em prática (S.Mateus 7, 24-27).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Através deste testemunho, eu gostaria de agradecer a este movimento chamado RCC - RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA , pois ele me proporcionou uma significativa RENOVAÇÃO ESPIRITUAL. Através da RCC fui resgatado por Jesus para a Igreja, sendo convocado para anunciar o Seu Reino, abertamente, e sem medo. O que aconteceu em minha vida eu considero como um milagre. A RCC é um presente do Espírito Santo para a Igreja, um grande reavivamento para uma nova e derradeira evangelização. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;"Eu lhes darei um só coração, porei no seu íntimo um espírito novo: removerei do seu corpo o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne”&lt;/em&gt; (Ezequiel 11, 19).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-6605381609618309780?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/6605381609618309780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/01/meu-testemunho-na-rcc.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/6605381609618309780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/6605381609618309780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/01/meu-testemunho-na-rcc.html' title='Como Jesus me resgatou através da RCC'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4160503294029500454.post-7897204480381864099</id><published>2009-01-13T12:28:00.006-02:00</published><updated>2010-07-10T19:34:54.693-03:00</updated><title type='text'>Inácio de Antioquia, o Theophoros</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Theophoros&lt;/i&gt;, que significa “carregador de Deus” ou "Deus-portador", foi o nome grego dado a Santo Inácio de Antioquia (hoje Antaquia, atualmente apenas um sítio arqueológico na Turquia), segundo bispo desta cidade, após São Pedro. Embora oriundo da região da Ásia, seu nome deriva do latim: &lt;i&gt;igne&lt;/i&gt;= fogo, e &lt;i&gt;natus&lt;/i&gt; = nascido. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Ignacius&lt;/i&gt; é o homem nascido do fogo ardente (do Espírito Santo), apaixonado pelo Cristo, pela Igreja e sua unidade, e pelo desejo de imitação de seu mestre(Patrística. Padres apostólicos. São Paulo: Paulus Editora, 1995).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos os homens são chamados a ser “carregadores” ou “portadores” de Deus, fazendo o bem e levando Sua palavra a todas as pessoas. Este nome “carregador de Deus” surgiu de uma lenda que pretendia ver naquela criança que, segundo o evangelho narrado por São Marcos, Jesus tomou nos braços, como sendo o menino Inácio: Depois tomou uma criança, colocou-a no meio deles e, pegando-a nos braços, disse-lhes: &lt;i&gt;"Aquele que receber uma dessas crianças por causa do meu nome, a mim recebe; e aquele que me recebe, não é a mim que recebe, mas sim àquele que me enviou"&lt;/i&gt;.(Mc 9,33).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra de Deus é muito rica, e é perfeitamente possível que uma das mensagens contida nestes versículos do evangelho de São Marcos, possa se referir a Santo Inácio. Jesus estaria ensinando o respeito à hierarquia, à unidade e a aceitação da sucessão apostólica, ao dizer apontando para o futuro bispo de Antioquia, que estava em seu colo: AQUELE QUE RECEBER UMA DESSAS CRIANÇAS POR CAUSA DE MEU NOME, A MIM RECEBE. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo que esta interpretação deste versículo do evangelho de S. Marcos não seja verdadeira, isto não invalida o desejo de Nosso Senhor Jesus Cristo de edificar uma Igreja através dos séculos futuros por intermédio de uma sucessão apostólica. Assim, após a ressurreição, Cristo disse aos apóstolos: &lt;i&gt;E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos!&lt;/i&gt; S.Mateus 28,20).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como Jesus poderia estar com os apóstolos até o fim dos dias, se eles não poderiam viver eternamente na terra, tendo assim que morrer para este mundo? Por este motivo novos sucessores dos apóstolos teriam que ser eleitos, pelo paráclito (Espírito Santo) que Cristo prometeu enviar, e que desceu sobre os apóstolos e a Virgem Maria no dia de Pentecostes (Atos 1, 12-14; 2, 1-4). A partir daquele momento o Espírito Santo passou a guiar a Igreja na continuação da missão de Jesus na escolha dos futuros apóstolos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja, e as portas do inferno nunca prevalecerão sobre ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus e o que ligares na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus.&lt;/i&gt; (S. Mateus 16, 18-20).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Santo Inácio, segundo bispo de Antioquia após São Pedro, teve o privilégio de exercer seu ministério nesta cidade, pois segundo a bíblia, foi lá que os seguidores de Jesus passaram as ser chamados pela primeira vez de “cristãos” (Atos 11, 26).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São Pedro teve que deixar o bispado em Antioquia (nomeou Santo Inácio para o cargo), partindo para Roma a fim de fundar a Igreja nesta cidade juntamente com São Paulo. Todavia somente São Pedro foi nomeado bispo de Roma, por ser considerado o “príncipe dos apóstolos” pela autoridade dada a ele por Jesus. Os bispos de Roma, posteriormente, foram chamados de “papas” pela Igreja Católica Romana. O sucessor de Pedro foi Lino, que foi sucedido por Anacleto, que foi sucedido por Clemente, e assim sucessivamente até Bento XVI, papa atual. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este termo Igreja “Católica” vem do grego &lt;i&gt;katholikos&lt;/i&gt; e significa, “universal”. O primeiro a utilizá-lo foi justamente Santo Inácio de Antioquia no inicio de nossa era (ele viveu entre 67 e 110 d.C), ao afirmar em sua Epístola aos Esmirniotas: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Onde aparece o bispo, aí está a multidão, do mesmo modo que onde está Jesus Cristo, ai está a IGREJA CATÓLICA.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, desde o primeiro século, os cristãos passaram a ser chamados de &lt;i&gt;katholikos&lt;/i&gt;. Esta catolicidade (universalidade) foi ordenada pelo próprio Jesus ao dizer: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Ide, portanto, e fazei que TODAS AS NAÇÕES se tornem discípulos, batizando-as em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo&lt;/i&gt; (S. Mateus 28, 19). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir daquele momento todos os povos: judeus e gentios (os não judeus) deveriam ter participação no Novo Testamento, na Nova Aliança de Deus para com os homens. Não existiria mais um único povo eleito (os judeus). Nasce assim a Igreja Católica (universal), Apostólica e Romana para levar a boa-nova do Reino de Deus a todas as nações!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Santo Inácio foi carregado por Deus (nos braços de Jesus), mas também não deixou de ser um grande "carregador" Dele. Por causa de seu amor à Cristo e à Igreja, sofreu seu martírio em Roma, onde foi "condenado às feras". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acredito que a grande lição a ser aprendida nesta história de Santo Inácio de Antioquia é: NUNCA SE DEIXAR VENCER PELO ABATIMENTO. Assim, nos momentos de desânimo, quando não tivermos forças para "carregar Deus", deixemo-nos ser carregados por Ele.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4160503294029500454-7897204480381864099?l=theophoros.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://theophoros.blogspot.com/feeds/7897204480381864099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/01/theophoros-que-significa-carregador-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/7897204480381864099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4160503294029500454/posts/default/7897204480381864099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://theophoros.blogspot.com/2009/01/theophoros-que-significa-carregador-de.html' title='Inácio de Antioquia, o Theophoros'/><author><name>Rogério de Paula e Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07695829647204410872</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='19' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_4rLQuc6D2ZM/TTiKwkNg1EI/AAAAAAAAAPo/qteiowBMI1o/S220/niver%2Bdo%2BPe.%2BDion%25C3%25ADsio%2B004.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
